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Deputada Perpétua Almeida, foi única da bancada federal que abraçou a luta contra o fechamento de 8 agências do Banco do Brasil no estado, dispara sindicalista

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Durante entrevista ao jornalista Itaam Arruda na tarde desta quinta-feira (14), o dirigente sindical questionou os motivos de fechar agências em um período de lucros bilionário da instituição em todo País.

“Não tem motivos para o governo federal implementar essa política cruel contra os trabalhadores bancários e contra o povo. A realidade de uma cidade do interior é totalmente diferente de quem estar no centro sul, com muitas agências em uma só cidade, disse” Elter.

Segundo acrescentou, as pessoas das cidades mais distantes na sua maioria não usam internet no celular e os que tem, não confiam em tratar com banco por aplicativos com medo de golpes.

“ As pessoas tem a tradição de ir no banco, pois me diga como um cliente de uma comunidade afastadas chega na cidade e de cara vai resolver as suas demandas bancárias sem ir lá pessoalmente? Indagou o mesmo.

Sobre a pressão política para reverter a situação e evitar o fechamento das 08 agências no estado, o sindicalista afirma que, de todos os parlamentares federais acreanos, somente a deputada Perpétua Almeida (PCdoB), fez contato com a categoria e se colocou a disposição para o enfrentamento da proposta.

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“Temos poucos parlamentares que estão se engajando nessa causa, apenas a deputada federal Perpétua Almeida nos procurou até agora e se mostrou solidária a essa questão. Também, estamos tentando contato com o senador Sérgio Petecão, que é o líder da bancada federal em Brasília’, disse Elter Nobrega.

Na tarde de quarta-feira (13), a deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB), disse que o governo que fecha agências é o mesmo que demite em plena pandemia e que faz tudo para vender o Branco do Brasil e dificultar a vida dos que mais necessitam de seus serviços.

O Banco do Brasil anunciou na segunda-feira (11) a abertura de dois Programas de Demissão Voluntária com a previsão de adesão de cerca de 5 mil funcionários. Foi anunciado ainda o fechamento de 361 unidades – 112 agências, 7 escritórios e 242 postos de atendimento.

No Acre estão na lista duas agências em Rio Branco, a da Via Chico Mendes e avenida Ceará; e as agências de Mâncio Lima, Feijó, Bujari, Xapuri, Assis Brasil, e a agência Catedral, em Cruzeiro do Sul.

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A prefeita de Brasileia, Fernanda Hassem, e o vice-prefeito Carlinhos do Pelado, anunciaram no Centro Cultural Sebastião Dantas, os novos gestores que irão comandar as Secretariais, Gerencias, Coordenarias, Procuradoria, Chefias, municipais e órgãos da cidade pelos próximos quatro anos.

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Leo de Brito faz apelo ao ministro do Meio Ambiente para que haja mais atenção da pasta com a Resex Chico Mendes

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Atenção às áreas de conservação ambiental e reservas extrativistas, em especial a Reserva Extrativista Chico Mendes e liberação dos recursos do Fundo Amazônia. Esses foram os apelos que o deputado federal Leo de Brito (PT) fez ao ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, durante audiência realizada na Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira, 6.

“Uma preocupação que temos é com relação às unidades de conservação. O que temos visto ao longo dos últimos anos é uma redução anual dos investimentos. É muito importante que tenha uma ação para dar incentivo para as pessoas que vivem dentro das reservas extrativistas”, afirmou Brito
O parlamentar destacou que entre os incentivos está o Fundo Amazônia, que já beneficiou milhares de famílias no Acre.

“A gente sabe que se os produtores rurais não têm incentivos, se as comunidades tradicionais extrativistas não têm incentivos, muitas vezes, a única saída que eles têm é usar técnicas que não são sustentáveis e aí, o que acaba sobrando para eles é a repressão e não é isso que nós queremos. Nós queremos, obviamente, que quem esteja irregular tenha a fiscalização, mas que antes disso, venham os incentivos e o Fundo Amazônia é um incentivo fundamental”, pontua o deputado federal.

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Joaquim Leite disse que nesta semana está indo para uma unidade de conservação em Tapajós (PA) para acompanhar o programa de pagamento por serviços ambientais atrelados a economia.

“O governo entende que o pagamento por serviços ambientais tem que ser feito diretamente ao produtor que extrai alguma coisa da floresta e assim, receber mensalmente por proteger a floresta. Atrelar serviços ambientais a bioeconomia é muito importante. Quando você adquire algum produto da floresta, você deveria remunerar aquele extrativista mensalmente por proteger e deixar claro a ele que ele recebe por uma atividade de proteção que pode vir do setor privado e que é um modelo que o governo entende que é relevante”, pontuou.

Desmatamento crescente

A audiência foi realizada após Leo de Brito apresentar requerimento solicitando que o ministro responsável pela pasta do Meio Ambiente comparecesse à Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC) para prestar esclarecimentos sobre o aumento do desmatamento na Amazônia neste ano.

O parlamentar frisou que reportagens veiculadas na imprensa apontaram que em meio deste ano, o Acre registrou aumento de 225%.

“Bolsonaro acha que a Amazônia tem que ser invadida por garimpeiros, grileiros, madeireiros. O início da gestão do presidente Bolsonaro, que teve a frente da gestão do Ministério do Meio Ambiente Ricardo Salles, foi uma demonstração muito clara disso”, salientou.

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Leo de Brito enfatizou que investimentos em ação de incentivo aos extrativistas, aos povos indígenas, são essenciais na preservação da Amazônia. Brito ressaltou que foi por aderir a essa política que o desmatamento apresentou redução drástica na gestão do ex-presidente Lula, que na época teve a ex-ministra Marina Silva à frente da gestão do Ministério do Meio Ambiente.

“Isso foi possível tanto por causa dos incentivos às populações tradicionais, pela criação de unidades de conservação da natureza e território indígenas. Houve uma contribuição e uma ação forte do Estado brasileiro. Havia presença do Estado. O que aconteceu no Vale do Javari, que levou aos assassinatos de Bruno Pereira e Dom Phillips, é uma ausência do Estado brasileiro”, disse.

O ministro Joaquim Leite afirmou que parte das demandas apresentadas pelo deputado acreano poderão ser atendidas, em breve, haverá um chamamento de efetivo de servidores por meio de concurso público.

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