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Nicolás Maduro toma posse para segundo mandato na Venezuela Maduro deve ficar no poder até 2025.

Maduro deve ficar no poder até 2025. Oposição e diversos países não reconhecem novo mandato.

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Maduro deve ficar no poder até 2025. Oposição e diversos países não reconhecem novo mandato.

O presidente de Cuba, Miguel Diaz-Canel, participa da cerimônia de posse de Nicolás Maduro em Caracas — Foto: Yuri Cortez/AFP

Começou em Caracas a cerimônia em que Nicolás Maduro presta juramento para seu segundo mandato na presidência na Venezuela. A cerimônia é conduzida pelo Supremo venezuelano, porque a Assembleia Nacional, que é dominada pela oposição, não reconhece a legitimidade da sua reeleição. Ele deve ficar no poder até 2025.

Caracas e outras cidades do país amanheceram com agentes da Força Armada Nacional nas ruas, de acordo com o jornal “El Universal”. Na capital, há reforço de segurança no entorno da sede do Supremo e em estações de metrô.

Os apoiadores do presidente estão concentrados em diversos pontos no centro da capital venezuelana para presenciar o evento, como mostrou a Telesur, TV multiestatal com sede na Venezuela. De acordo com a agência Reuters, ativistas da oposição convocaram protestos para esta quinta-feira.

A oposição política venezuelana e diversos países, entre eles os EUA, o Canadá, e os membros do Grupo de Lima, do qual o Brasil faz parte, não reconhecem a legitimidade do novo mandato de Maduro. A maioria dos países latino-americanos, incluindo o Brasil, os EUA e a União Europeia não enviaram nenhum representante para a posse.

Membros da Milícia Nacional Bolivariana reforçam segurança em área próxima à cerimônia de posse de novo mandato do presidente Nicolás Maduro — Foto: Manaure Quintero/Reuters

O que esperar do novo mandato de Nicolás Maduro?

Por outro lado estão presentes os líderes da Bolívia, Evo Morales; da Nicarágua, Daniel Ortega; de Cuba, Miguel Díaz-Canel e de El Salvador, Salvador Sánchez Cerén. No Brasil, a deputada federal eleita e presidente do PT, Gleisi Hoffmann, confirmou sua presença.

Maduro conta com o apoio do Supremo e a “lealdade absoluta” da Força Armada Nacional Bolivariana, declarada pelo ministro da Defesa, Vladimir Padrino.

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Contrariando a Constituição, o juramento não será feito perante a Assembleia Nacional, de maioria opositora: assim como o órgão não reconhece a legitimidade de sua eleição, ele também não aceita sua autoridade, e considera que o Parlamento está em “situação de desacato”.

Daniel Ortega, presidente da Nicarágua, chega para a cerimônia de posse de Nicolás Maduro, em Caracas — Foto: Yuri Cortez/ AFP

Eleição contestada

Maduro foi reeleito em maio do ano passado, com quase 70% dos votos, em eleição que foi boicotada pela oposição, teve alta abstenção e denúncias de fraude.

A coalizão opositora Mesa da Unidade Democrática (MUD) se recusou a participar do pleito por considerar o processo uma “fraude” para perpetuar Maduro no poder. Os dois maiores rivais de oposição já estavam impedidos de concorrer: Leopoldo Lopez está preso e Henrique Capriles foi impedido de se candidatar a qualquer cargo por um período de 15 anos.

Cerca de 20,5 milhões de eleitores estavam registrados para votar, mas o comparecimento foi de 46% do eleitorado e um total de 8,6 milhões de votos. Foi uma das porcentagens de participação mais baixa da história venezuelana.

Mulher carrega um cartaz com a mensagem ‘Não à fraude eleitoral com um Conselho Eleitoral Nacional viciado. Não vote’ durante protesto contra as eleições presidenciais em Caracas, na Venezuela, na quarta-feira (16) — Foto: AP Photo/Ariana Cubillos

Crise socioeconômica

Desde 2013, quando Maduro assumiu o governo, a Venezuela sofreu ondas de protestos violentos, que deixaram cerca de 200 mortos, e uma derrocada socioeconômica.

Entre 2004 e 2015, nos governos de Hugo Chávez e no início do de Nicolás Maduro, o país recebeu US$ 750 bilhões provenientes da venda de petróleo. O governo chavista aproveitou essa chuva dos chamados “petrodólares” para financiar de programas sociais a importações de praticamente tudo que era consumido no país.

Mas, em 2014, o preço do petróleo desabou. Além de receber menos dinheiro por seu principal produto, a Venezuela também teve uma queda significativa na produção.

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O que levou a Venezuela ao colapso econômico e à maior crise de sua história

O Estado ainda viu seus gastos públicos aumentarem para conseguir manter os programas sociais. A dívida externa aumentou em cinco vezes.

Ao tentar supervalorizar a moeda venezuelana, o governo provocou distorções de valores que causarem uma crise de desabastecimento e contribuíram para um cenário de hiperinflação. Em 2016, a escassez de medicamentos levou o Parlamento a decretar “crise humanitária”.

Moradores de El Hatillo, nas proximidades de Caracas, fizeram fila no último sábado (23) em uma padaria para comprar pão em dia de corte de energia — Foto: Foto AP/Fernando Llano

Emigração em massa

Em fevereiro de 2018, uma pesquisa mostrou que nove em cada dez venezuelanos viviam abaixo da linha da pobreza, e mais da metade deles estavam no patamar da pobreza extrema.

O cenário de apagões, falta de comida, remédios, transporte e água e hiperinflação, com um salário mínimo que permite a compra de um quilo de leite em pó, provocou uma emigração em massa nos últimos quatro anos.

De acordo com agências da ONU, cerca de três milhões de venezuelanos vivem no exterior, dos quais pelo menos 2,3 milhões deixaram a Venezuela a partir de 2015. A maioria deles viajou para a Colômbia e o Peru.

No Brasil, vivem atualmente mais de 30 mil venezuelanos – cerca de 10 mil deles cruzaram a fronteira apenas nos seis primeiros meses de 2018.

Adversários de Maduro o acusam de empurrar o país para o abismo com medidas econômicas disparatadas, de submeter o povo à fome e de ser um “ditador”, sustentado por militares.

No entanto, ele diz ser um “presidente democrático” e “vítima” dos Estados Unidos e a “guerra econômica da direita”, à qual culpa pela hiperinflação e falta de comida. E promete prosperidade.

Do G1 Bras

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Pelados em Santos: Casal ignora faz sexo em plena luz do dia em praia de SP; Vídeo

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Vídeos de um casal fazendo relação sexual em um banco da orla de Santos, no litoral de São Paulo, viralizaram nas redes sociais nesta terça-feira (28). As imagens mostram o homem e a mulher em cenas íntimas em plena luz do dia.

Em um dos registros, o casal aparece praticamente deitado no banco, de frente para o mar, e o homem está com a mão nas partes íntimas da jovem. Em outro momento, as imagens flagram ela fazendo sexo oral no rapaz.

Por último, os dois aparecem, de fato, consumando o ato em frente à praia. De acordo com o Artigo 233 do Código Penal brasileiro, o caso se enquadra como ato obsceno, sujeito a pena de detenção de três meses a um ano ou multa.

Nos vídeos, que viralizaram rapidamente nas redes sociais e, também, via WhatsApp, é possível notar que o casal repara que estava sendo gravado e, mesmo assim, não se intimida. Algumas pessoas chegam a alertar a dupla da situação mas, ainda assim, acabam sendo ignoradas.

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Em nota, a Prefeitura de Santos informa que a Guarda Civil Municipal não foi acionada, e que não houve qualquer registro do ocorrido. A administração municipal afirma que, para ocorrências dessa natureza, a população deve acionar a Polícia Militar, pelo telefone 190, ou a GCM, pelo 153. Por G1 SP.

Veja o vídeo: 

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Veja o Vídeo Abaixo: A Assembleia Legislativa do Estado do Acre tem se preocupado em proporcionar mais dignidade para a população acreana, aprovou a lei 3.795 de 27 de outubro de 2021 que trata da obrigatoriedade de incluir os absorventes aos itens de higiene das Unidades de ensino e disponibilizar, gratuitamente , nos banheiros das Escolas públicas Estaduais.

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Veja o Vídeo Abaixo: Em consonância com a Lei Nº 3.7757, de 13 de julho de 2021, a Assembleia Legislativa do Estado do Acre traz uma campanha de conscientização “Dezembro Verde”, há toda a população com relação aos animas, principalmente os que estão em situação de rua, pois os pets são o símbolo de amor ao próximo e o melhor amigo do homem, então ame-o!!

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