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Na Fieac, Gladson Cameli apresenta plano de governo a representantes do setor da indústria

O candidato a governador, Gladson Cameli, e o vice Rocha, estiveram reunidos com empresários do setor da indústria para apresentar seu Plano de Governo.

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Os candidatos a governador do estado, Gladson Cameli, e vice-governador, Major Rocha, estiveram reunidos com empresários do setor da indústria para apresentar seu Plano de Governo.

Por Witalo Lima

No auditório da Federação da Indústria do Estado do Acre (FIEAC), Gladson afirmou que as ações propostas foram construídas com base na realidade do estado e por pessoas do próprio estado, entre eles vários professores da Universidade Federal do Acre (UFAC) que aderiam seu programa voluntariamente.

Em relação a política industrial, o candidato a governador revelou que, se eleito, vai criar uma câmara setorial voltada para o desenvolvimento, produção e tributação, com a participação dos atores principais do setor produtivo.

“Vamos criar uma política industrial com foco, por exemplo, no agronegócio como setor dinâmico da economia e que respeitem o meio ambiente. Por isso, se as federações estiverem fortalecidas vão gerar emprego e renda aquecendo a economia do estado”, disse Gladson.

Sobre isso o presidente da Federação da Agricultura do Acre (FAEAC), Assuero Veronez, destacou a potencialidade e vocação do Acre no ramo do agronegócio. Mas, também falou dos obstáculos impostos aos investidores e da necessidade de reverter esse cenário.

“Enquanto os outros estados avançaram nós ficamos para trás. A legislação nos amarrou. Precisamos melhorar o aproveitamento de áreas onde o estado já investiu em infraestrutura e estão inviabilizadas por conta da legislação. Necessitamos de menos burocracia para termos acesso ao crédito. Essas e outras dificuldades desestimulam os empresários”, relatou Veronez.

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Segundo o candidato da coligação Mudança e Competência, o estado não é a instituição responsável direito pela geração de riqueza e empregos. Por isso, deve ser implementado um modelo de crescimento que possa fazer o Acre avançar. “Vamos destravar as barreiras que impedem o desenvolvimento do nosso estado. Precisamos tornar o estado competitivo e fortalecer os setores já existentes. Temos como meta atrair novos investimentos com foco na agregação de valores aos nossos produtos regionais” disse Gladson.

As dificuldades enfrentadas pelo setor nos últimos anos também foram relatadas pelo presidente da Fecomércio, Leandro Domingos. Na ocasião, ele também revelou que a política tributária do Acre é nociva e tem penalizado o empresário, bem como aproveitou para questionar o candidato sobre como pretende fomentar a geração de novos postos de trabalho.

Conforme Gladson, o primeiro passo será retomar as obras paralisadas. “Essas obras vão resultar num arranjo produtivo que gerará não somente emprego na obra em si, mas também na produção dos insumos, do material de construção, transporte, entre outros”, explica o candidato.

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Assim, ele acredita que, automaticamente, a população poderá consumir mais. “Consumindo, a pessoa estará gerando emprego seja no comércio, produção, agricultura, seja no transporte, seja na indústria. Também vamos gerar mais empregos fazendo uma nova política de incentivos fiscais para o polo industrial no que diz respeito aos benefícios estaduais.”

No final do evento, a presidente em exercício da FIEAC, Adelaide de Fátima, agradeceu a disponibilidade de Gladson em dialogar com a categoria. “Estamos satisfeitos com a presença dele e o que ouvimos. São propostas coerentes. As colocações foram boas e demonstraram o comprometimento dele com a indústria. Esse debate foi muito produtivo e contou com a adesão de quase todos os representantes do nosso segmento”, concluiu Adelaide.

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Jenilson Leite cobra retorno do Auxílio Covid e antecipação da Etapa Alimentação aos servidores da Saúde

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O Acre registrou somente esta semana, entre segunda-feira (17) e quinta (20), 1.679 novos casos de Covid-19, segundo dados da Secretaria de Estado de Saúde. Além destes dados oficiais do Estado, a Secretaria Municipal de Saúde de Rio Branco, disse que nesta quinta, o drive-thru montado na Arena da Floresta positivou 724 casos, apenas na Capital.

O deputado estadual e médico infectologista Jenilson Leite (PSB), divulgou um vídeo nesta sexta-feira (20), onde pontua ações que podem ser adotadas pelo Estado para mitigar a situação da população e dos servidores da Saúde diante desta terceira onda do coronavírus.

Entre as ações propostas pelo parlamentar estão o retorno do pagamento do Auxílio Covid, que começou a ser pago aos servidores em julho do ano passado e foi encerrado em dezembro. Ele pede também que o Governo antecipe o pagamento da Etapa Alimentação.

“Com aumento de internações, vamos precisar novamente dos nossos servidores de saúde que estão enfrentando uma terceira onda, e o Governo precisa retomar com o Auxílio Covid, precisa trazer para fevereiro aquela Etapa Alimentação que tínhamos pactuado e que seria para março, e precisa anunciar o reajuste linear para todos os servidores, inclusive os da saúde que mais uma vez se expõem diante da pandemia, e precisa ainda anunciar o concurso público para saúde”, pontua Jenilson.

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O parlamentar levanta outra questão: a necessidade de ampliação da vacinação no estado. O Acre continua no topo entre os estados que menos vacinaram contra a covid-19. Segundo dados nacionais, o estado imunizou 47,09% da população com duas doses, ficando atrás apenas de Amapá e Roraima, com 38,73% e 38,64%, respectivamente.

Com este cenário, Jenilson pede que o Governo ajude os municípios a traçar e desenvolver estratégias. “Em tese a responsabilidade direta da vacinação é dos municípios, mas em um momento como esse não podemos deixar isso só na mão das prefeituras. Precisamos criar estratégias para ampliar essa capacidade”, destacou.

O avanço da vacinação é a estratégia fundamental para evitar um colapso na rede pública de saúde e mortes, pois garante que o paciente não desenvolva um quadro grave da doença em que precise de oxigênio e ser internado em uma unidade de terapia intensiva (UTI).

“Quando estão com duas doses, essas pessoas evoluem de forma tranquila, mas temos aquelas que não tomaram nenhuma ou só tomaram uma dose e estamos vendo elas adoecerem e precisar de internação hospitalar”, alerta.

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O deputado acredita que estas medidas demonstraram o comprometimento do Governo no enfrentamento de mais uma onda de covid-19 no Acre.

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