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Ministério Público apura supostos acúmulo ilícito de cargos por secretários de Mâncio Lima

Três servidores de Mâncio Lima são investigados em um procedimento do MP-AC. Secretário de finanças negou acúmulo de cargo e recebimento ilícito.

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Três servidores da cidade de Mâncio Lima, são investigados por suposto acúmulo ilícito de cargos e recebimento indevido de salários.

O Ministério Público do Acre (MP-AC) recebeu denúncias da situação e instaurou um procedimento preparatório para investigar as possíveis irregularidades.

A portaria do procedimento foi divulgada nesta quarta-feira (8) no Diário Eletrônico do MP-AC. Na publicação, o MP-AC solicita o agendamento das oitivas dos três investigados.

O processo aponta três secretários da prefeitura, mas apenas um ainda estaria no cargo, que é o de finanças. Os outros dois, de educação e administração, pediram exoneração ano passado.

O prefeito Isaac Lima (PT) falou que ainda não tem conhecimento do processo. Porém, ele frisou que os secretários recebem apenas o pagamento de um ente público.

“Os secretários do estado recebem o salário do estado. Têm cargo de confiança, trabalham como secretários e recebem assim”, confirmou.

Comprovação

Um dos citados no processo é o secretário de finanças José Alberto. O servidor negou o acúmulo e recebimento de pagamento ilícito. Ele explicou que é contratado do estado e cedido para o município.

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“Mandamos toda documentação mostrando que não recebemos da prefeitura. Isso é uma denúncia feita em 2017 e comprovamos que não recebemos. Sabemos do procedimento, mostramos que só recebemos do estado”, complementou.

Ele acrescentou que os demais servidores citados no processo eram secretários de educação e administração, mas não exercem mais a função.

Denúncia

Ainda segundo o MP-AC, a denúncia relata que os secretários além de acumular cargos estão recebendo tanto pelo município como pelo Estado. Porém, os servidores trabalham apenas para o município.

Além dos secretários, o responsável pelo controle interno do município também deve ser ouvido para esclarecer a situação.

Do G1 Acre

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Após votar no orçamento de 1%, vereador Pantico vota contra o complementação de recursos, sua esposa está descumprindo a legislação ao acumular cargos público

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O vereador do município de Epitaciolândia, Francisco das Chagas Santos de Melo, mais conhecido como Pantico da água, não perde a oportunidade quando o assunto é se dar bem, o mesmo tem desenvolvido um trabalho familiar com o intuito de cuidar somente de seus próprios interesses e deixar a população largada a própria sorte. Prova disso é sua falta de posição na Câmara de Vereadores.

Desde que assumiu, o vereador Pantico tem demonstrado que não tem opinião própria e de fácil manipulação, em um momento diz que trabalha pelo povo e luta pelo povo, mas foi um dos parlamentares que votou favorável para que o gestor do município trabalhasse com apenas 1% do orçamento.

Pantico com todo o seu falso moralismo tem apresentado um comportamento no Poder Legislativo, diferente do que costuma dizer, pois todos os projetos enviados pelo Poder Executivo para votação na Câmara, o nobre vereador vota contra. Como pode um vereador dizer que trabalha pelo povo, mas veta todos os projetos que beneficiariam o povo? Sem dúvidas é no mínimo contraditório.

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Recentemente, a prefeitura de Epitaciolândia enviou um projeto que trata-se de uma emenda para abertura de crédito adicional, ou seja, permitiria que o Poder Executivo tivesse mais recursos para trabalhar em benefício para a população, porém, nesta votação, Pantico era o responsável por desempatar a votação diante dos vereadores de oposição, inclusive chegou a afirmar que votaria a favor para que o prefeito tivesse condições de trabalhar, mas na hora de votar, Pantico votou contra o projeto.

O parlamentar que fala muito em moral esqueceu de levar ao conhecimento da população que suas esposa, a Srª. Antônia Arleth Cordeiro de Moura, está descumprindo a legislação ao acumular cargos público. Antônia é servidora efetiva da prefeitura de Epitaciolândia, onde atua na área de serviços gerais, na secretaria municipal de educação, lotada na escola Pequeno Príncipe.

Vale destacar que, Antônia foi nomeada em maio de 2022, o que mostra claramente que o governo de Gladson Cameli está usando os empregos do estado para angariar votos para o processo eleitoral deste ano.

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Segundo informações colhidas pela redação do site 3 de Julho Notícias, a mesma recentemente foi nomeada para ocupar um Cargo Em omissão – CEC 1 no Instituto de Meio Ambiente do Acre – IMAC com remuneração no valor de R$ 3.224,01 (três mil, duzentos e vinte e quatro reais e um centavo), mas ainda de acordo com informações, Antônia não comparece ao seu local de trabalho, caracterizando como mais um caso de funcionário fantasma no governo de Gladson Cameli e por já ser servidora pública efetiva, a esposa do vereador Pantico não pode exercer um cargo em comissão. Isso e muito mais, mostra que Pantico não passa de um falso moralista.

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