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Mais de 150 líderes progressistas do mundo alertam para tentativa de golpe no Brasil em 7 de Setembro

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Brasil 247 – Ex-presidentes, ex-primeiros-ministros e parlamentares de 26 países afirmam em carta que as manifestações convocadas por Jair Bolsonaro para o dia 7 de Setembro são “uma insurreição” que “colocará em risco a democracia no Brasil”. 

O documento deve ser divulgado nesta segunda (6), informa a jornalista Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo. Entre os mais de 150 signatários estão o ex-presidente do Paraguai Fernando Lugo, o ex-presidente da Colômbia Ernesto Samper, o ex-presidente do Equador Rafael Correa, o ex-chefe de governo da Espanha José Luis Rodríguez Zapatero e o vice-presidente do Parlamento do Mercosul, Oscar Laborde.

Os professores Noam Chomsky e Cornel West, dos Estados Unidos, e o Nobel da Paz Adolfo Pérez Esquivel também assinam, além de parlamentares de países como Grécia, Reino Unido, EUA, França, Nova Zelândia, Austrália, Equador, Chile e Uruguai.

A carta cita as ameaças golpistas propagadas por Bolsonaro nas últimas semanas, como a declaração de que as eleições de 2022 podem não ocorrer se não houver a adoção do voto impresso.

O documento foi coordenado pela Progressive International, rede global progressista que busca conter o avanço da direita no mundo. 

Leia, abaixo, a íntegra da carta:

Nós, representantes eleitos e líderes de todo o mundo, estamos soando o alarme: em 7 de setembro de 2021, uma insurreição colocará em risco a democracia no Brasil. No momento, o presidente Jair Bolsonaro e seus aliados – incluindo grupos de supremacia branca, polícia militar e funcionários públicos em todos os níveis do governo – estão preparando uma marcha nacional contra a Suprema Corte e o Congresso em 7 de setembro, alimentando temores de um golpe na terceira maior democracia do mundo. O presidente Bolsonaro intensificou seus ataques às instituições democráticas do Brasil nas últimas semanas. Em 10 de agosto, ele dirigiu um desfile militar sem precedentes pela capital, Brasília, enquanto seus aliados no Congresso promoviam reformas radicais no sistema eleitoral do país, amplamente considerado um dos mais confiáveis ​​do mundo. Bolsonaro e seu governo ameaçaram – várias vezes – cancelar as eleições presidenciais de 2022 se o Congresso falhar.

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Agora, Bolsonaro convoca seus seguidores a viajarem a Brasília no dia 7 de setembro, em um ato de intimidação às instituições democráticas do país. De acordo com uma mensagem transmitida pelo presidente em 21 de agosto, a marcha é a preparação para um “contragolpe necessário” contra o Congresso e o Supremo Tribunal Federal. A mensagem afirmava que a “constituição comunista” do Brasil tirou o poder de Bolsonaro e acusou “o Judiciário, a esquerda e todo um aparato de interesses ocultos” de conspirar contra ele. Membros do Congresso no Brasil alertaram que a mobilização de 7 de setembro teve como modelo a insurreição na capital dos Estados Unidos em 6 de janeiro de 2021, quando o então presidente Donald Trump encorajou seus partidários a “parar o roubo” com falsas alegações de fraude eleitoral em eleições presidenciais de 2020. Estamos seriamente preocupados com a ameaça iminente às instituições democráticas do Brasil – e estamos vigilantes para defendê-las antes de 7 de setembro e depois. O povo brasileiro tem lutado por décadas para proteger a democracia do regime militar. Bolsonaro não deve ter permissão para roubá-lo agora. ”

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Veja o Vídeo Abaixo: recentemente o vice-governador do Estado do Acre, Major Rocha e deputada deputada federal Mara Rocha se manifestaram contra o Projeto de Lei nº 122/2021 que determina uma quarentena de 5 anos para profissionais de segurança pública, juízes e promotores que pretendem concorrer como atualização de 2022, ou seja, para que esses profissionais possam concorrer como atualização, eles devem ter cinco anos de afastamento do serviço público.

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Jenilson Leite conclui agenda no Pará na Embrapa da Amazônia Oriental em busca da expansão da produção de açaí no Acre

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Nesta segunda-feira (6), o deputado estadual Jenilson Leite ( PSB) e a comitiva acreana de parlamentares, prefeito, secretários, vereadores e técnicos agrícolas que foram ao Estado do Pará com o objetivo de conhecer a cadeia produtiva e a indústria de açaí, concluíram a agenda com uma reunião com os pesquisadores da Embrapa da Amazônia Oriental. Ainda nesta segunda-feira, parte da comitiva esteve mais uma vez no Banco da Amazônia para discutir as linhas de créditos disponíveis para investir na produção em solo acreano.

Para o deputado Jenilson Leite, que articulou a ida da comitiva ao Pará, a ideia é desenvolver no Acre o mesmo modelo de cultiváveis do açaí, observando as peculiares do nosso estado, mas para isso é preciso do apoio da Embrapa e do Basa. ” Concluímos nossa agenda buscando apoio técnico e financeiro para investir na produção de açaí no Acre. Com o apoio do Basa e da Embrapa da Amazônia Oriental, os produtores paraenses conseguiram transformar o estado no maior produtor de açaí do Brasil. Alguns produtores trocaram a criação bovina e passaram a investir no plantio de açaí. O resultado tem sido positivo, gerando milhares de emprego, criação de mais de 300 indústrias e cinco bilhões reais por ano no PIB do estado, somente com a venda do fruto”, afirma Leite.

Na sede da Embrapa, a comitiva foi recebida pelos pesquisadores João Tomé de Farias Neto e Márcia Mota Maués, e o chefe geral da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Walkymário Lemos.

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Na palestra à comitiva, o pesquisador João Tomé, destacou a importância de fazer a confecção de mudas, adubação, espaçamento , polinização e o manejo da cultura da fruta como um todo. ” Não tenho dúvidas que neste evento todo mundo ganhou , porque foi uma troca de ideia entre o pesquisador e várias pessoas que são produtores de açaí. Para que realmente comece a dar certo é preciso que seja bem planejado, ou seja, implementar essas cultiváveis com sucesso”, destacou. Ele também enfatiza que para o Estado do Para, ” o açaí é a segunda cultura mais importante da Amazônia , depois da mandioca. Isso é uma alternativa econômica viável para o pequeno, médio e grande produtor, seja do Pará, seja do Acre”.

No tocante a produção do açaí, o pesquisador destaca que o estado produz em média 60 milhões de toneladas anualmente. ” Essa quantidade representa um volume bastante expressivo, porque totaliza quase 93% do fruto do açaí produzido na região da Amazônia. Se a gente transformar a produção em poupa para vender no estado e para exportações, chegamos a cifra de bilhões que o açaí promove na economia. Isso é mais importante do que toda a cadeia produtiva do cacau no Brasil”, destaca.

A pesquisadora Márcia Maués lembrou da importância de conversar áreas de florestas naturais no entorno dos plantios de açaí. ” Nós estamos estudando as interações plantas polinizadoras do açaí. E vimos que ele atrai uma mega diversidade de insetos florais, com destaque para as abelhas nativas com ferrão e sem ferrão. E para que ocorra a produção do fruto é muito importante que essas abelhas estejam presentes nas áreas cultiváveis e elas vem das florestas naturais, no entorno da plantação. Por isso, é importante conversar as florestas, porque sem abelhas não temos produção”.

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Veja o Vídeo Abaixo: Vereador diz que o prefeito Kiefer Cavalcante paga mais de 5 mil para dono de empresa que faz faculdade em Rio Branco – Vereador Ronaldo Reis de Feijó, gravou um vídeo onde fez graves denúncias contra a atual gestão do prefeito Kiefer Cavalcante a quem acusa de perseguição política e possível pagamentos irregulares em sua gestão. De acordo com o vereador, o prefeito demitiu a sua esposa só aconteceu depois que trouxe a tona um pagamento supostas irregularidades o que confirma a perseguição política que vem sofrendo por parte do gestor.

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