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Leo de Brito anuncia emenda de R$ 1,2 mi para fortalecimento das ações do Núcleo de Telessaúde da Ufac

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Entre as prioridades de mandato do deputado federal Leo de Brito (PT), presidente da Frente Parlamentar Mista pela Valorização das Universidades Federais, está à consolidação das universidades públicas federais como meio para ampliar o acesso à educação. Nesta quinta-feira, 23, o parlamentar anunciou mais uma ação em prol da Universidade Federal do Acre na área de saúde.

“Fui conhecer de perto o trabalho que a Ufac realiza por meio da equipe coordenada pelo médico Osvaldo Leal com o Telessaúde. Esse programa tem atendido a comunidade do nosso Estado com exames, atendimento em especialidades médicas. Por isso, fui pessoalmente contar que nosso mandato vai reforçar esse trabalho destinando uma emenda de mais de R$ 1,2 milhão”, revelou Leo de Brito.

Núcleo Telessaúde Acre é constituído por meio de parceria entre a Ufac, com os acadêmicos de medicina da Universidade e com a Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre). O serviço, prestado de forma voluntária por médicos e acadêmicos de medicina, foi ativado no início da pandemia da Covid-19, em 2020, com o intuito de auxiliar a população com informações sobre o vírus e prestar orientações.

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“Leo nos deu uma grande notícia ao anunciar esse envio de emenda para o Telessaúde Acre. Isso vai nos ajudar a ampliar a capacidade de atendimento às populações do Estado com esse atendimento da consulta remota possibilitado pela telemedicina e vamos poder ampliar também a realização de exames. Então, é uma grande notícia”, disse o médico Osvaldo Leal.

Apoio à Ufac é prioridade para Leo

Durante sua visita à instituição, o parlamentar também participou de uma reunião com a equipe da pró-reitoria de Extensão, na qual foram apresentados projetos que serão desenvolvidos a partir da emenda de R$ 2 milhões que o Leo de Brito destinou. Serão realizados, já nesta etapa, três projetos estão aptos a iniciar: Programa de Extensão Mulheres da Amazônia ; Programa de Extensão Educação Antirracista e Samaúma Vivificante – O bem viver e a educação de(s)colonial.

A pró-reitoria de Extensão destaca que outros projetos ainda serão realizados com apoio dessa emenda.

O deputado federal que também é professor do curso de Direito da universidade destinou R$ 13,5 milhões para a instituição em 2022. Em seus dois mandatos, os recursos enviados à Ufac somam mais de R$ 30 milhões no total.

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O aporte financeiro está sendo aplicado nas áreas de pesquisa, extensão, assistência estudantil, aquisição de equipamentos para laboratórios de saúde (medicina, química, enfermagem), aulas práticas de agronomia e engenharia florestal, construção do bloco administrativo do Centro de Filosofia e Ciências Humanas e do Museu de Paleontologia no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, e apoio a projetos de fortalecimento institucional.

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Leo de Brito faz apelo ao ministro do Meio Ambiente para que haja mais atenção da pasta com a Resex Chico Mendes

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Atenção às áreas de conservação ambiental e reservas extrativistas, em especial a Reserva Extrativista Chico Mendes e liberação dos recursos do Fundo Amazônia. Esses foram os apelos que o deputado federal Leo de Brito (PT) fez ao ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, durante audiência realizada na Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira, 6.

“Uma preocupação que temos é com relação às unidades de conservação. O que temos visto ao longo dos últimos anos é uma redução anual dos investimentos. É muito importante que tenha uma ação para dar incentivo para as pessoas que vivem dentro das reservas extrativistas”, afirmou Brito
O parlamentar destacou que entre os incentivos está o Fundo Amazônia, que já beneficiou milhares de famílias no Acre.

“A gente sabe que se os produtores rurais não têm incentivos, se as comunidades tradicionais extrativistas não têm incentivos, muitas vezes, a única saída que eles têm é usar técnicas que não são sustentáveis e aí, o que acaba sobrando para eles é a repressão e não é isso que nós queremos. Nós queremos, obviamente, que quem esteja irregular tenha a fiscalização, mas que antes disso, venham os incentivos e o Fundo Amazônia é um incentivo fundamental”, pontua o deputado federal.

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Joaquim Leite disse que nesta semana está indo para uma unidade de conservação em Tapajós (PA) para acompanhar o programa de pagamento por serviços ambientais atrelados a economia.

“O governo entende que o pagamento por serviços ambientais tem que ser feito diretamente ao produtor que extrai alguma coisa da floresta e assim, receber mensalmente por proteger a floresta. Atrelar serviços ambientais a bioeconomia é muito importante. Quando você adquire algum produto da floresta, você deveria remunerar aquele extrativista mensalmente por proteger e deixar claro a ele que ele recebe por uma atividade de proteção que pode vir do setor privado e que é um modelo que o governo entende que é relevante”, pontuou.

Desmatamento crescente

A audiência foi realizada após Leo de Brito apresentar requerimento solicitando que o ministro responsável pela pasta do Meio Ambiente comparecesse à Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC) para prestar esclarecimentos sobre o aumento do desmatamento na Amazônia neste ano.

O parlamentar frisou que reportagens veiculadas na imprensa apontaram que em meio deste ano, o Acre registrou aumento de 225%.

“Bolsonaro acha que a Amazônia tem que ser invadida por garimpeiros, grileiros, madeireiros. O início da gestão do presidente Bolsonaro, que teve a frente da gestão do Ministério do Meio Ambiente Ricardo Salles, foi uma demonstração muito clara disso”, salientou.

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Leo de Brito enfatizou que investimentos em ação de incentivo aos extrativistas, aos povos indígenas, são essenciais na preservação da Amazônia. Brito ressaltou que foi por aderir a essa política que o desmatamento apresentou redução drástica na gestão do ex-presidente Lula, que na época teve a ex-ministra Marina Silva à frente da gestão do Ministério do Meio Ambiente.

“Isso foi possível tanto por causa dos incentivos às populações tradicionais, pela criação de unidades de conservação da natureza e território indígenas. Houve uma contribuição e uma ação forte do Estado brasileiro. Havia presença do Estado. O que aconteceu no Vale do Javari, que levou aos assassinatos de Bruno Pereira e Dom Phillips, é uma ausência do Estado brasileiro”, disse.

O ministro Joaquim Leite afirmou que parte das demandas apresentadas pelo deputado acreano poderão ser atendidas, em breve, haverá um chamamento de efetivo de servidores por meio de concurso público.

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