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Jogadora de futsal que agrediu rival se diz arrependida: “Momento de raiva”

Leandra Freire, do Veneza, acertou chute no pescoço de Monique, do Montenegro

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Leandra Freire, do Veneza, acertou chute no pescoço de Monique, do Montenegro, durante semifinal do Acreano de Futsal Feminino. Gancho pode ser de até um ano.

Por Nathacha Albuquerque

Protagonista da cena de agressão que marcou a partida contra o Montenegro, nas semifinais do Campeonato Acreano de Futsal Feminino, na última terça-feira (25), a jogadora Leandra Freire, 21 anos, camisa 11 do Veneza, disse estar arrependida pelo ato contra a adversária Monique. Na ocasião, a atleta do Montenegro foi empurrada por Leandra e caiu no chão. Leandra, então, acertou-lhe um chute no pescoço (veja o vídeo acima), causando uma briga entre os dois times.

Leandra joga futebol desde os oito anos e há dois anos defende o Veneza no futsal. A atleta relatou que a agressão foi uma atitude impensada. Ela afirma que nunca passou por situações semelhantes no esporte e garante não ser uma pessoa agressiva. E acrescentou que a adversária desrespeitou a equipe do Veneza e fez provocações durante toda a partida. 

– Foi um momento de raiva. Já estava estressada porque meu time estava perdendo e por algumas atitudes dela (Monique) ao longo da partida. Confesso que é uma ótima jogadora e acredito que aqui no Acre ninguém jogue melhor do que ela, mas nem por isso poderia estar debochando tanto de nós como debochou. Isso foi acumulando, o deboche, a derrota, e num impulso acabei fazendo. Me arrependo e peço desculpas a ela, ao público que estava assistindo e até mesmo ao meu time, que prejudicou a imagem. Vou cumprir o que for determinado – afirma. 

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A camisa 11 do Veneza trabalha em uma panificadora e tenta conciliar os horários com os treinos. Leandra jogou futebol de campo pela Assermurb e pelo time do Santa Cecília. Ela lamenta o fato e diz que até o momento não foi informada de nenhuma punição. 

– O jogo dela é bem superior, mas ela riu da nossa cara com provocações ao longo da partida. Se tocamos na jogadora e ela finge estar limpando o local, isso é uma provocação. Foi um impulso, a raiva. Ainda não fui informada de nenhuma punição, estou esperando. Por mim é possível uma conversa, pedir desculpas, agora por ela já não sei. O futebol já significou muito na minha vida, mas hoje é uma distração – finaliza.

Multa e punição de até um ano

Segundo o presidente da Federação Acreana de Futsal (Fafs), Gilson Albuquerque, se Leandra for condenada, pode sofrer suspensão de até um ano das competições oficiais e pagar multa que varia entre R$ 100 até R$ 100 mil. As duas jogadoras do Montenegro que revidaram e agrediram a atleta do Veneza também serão julgadas, e podem ser suspensas no período que varia entre 120 até 540 dias, além de pagamento da multa.

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O Montenegro venceu o Veneza por 8 a 1 e está garantido na final da competição. Na decisão, a equipe vai enfrentar a Assermurb, que bateu o Atlético-AC por 4 a 2, nesta quinta-feira (27), às 19h (local), no ginásio Álvaro Dantas, em Rio Branco.

Leandra agrediu a jogadora Monique em jogo de futsal feminino no Acre

Leandra agrediu a jogadora Monique em jogo de futsal feminino no Acre (Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre)

Por globoesporte.com

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Na Fieac, Dr. Jenilson se reúne com representantes da indústria e apresenta propostas para o Senado

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O candidato ao Senado, Dr Jenilson Leite (PSB), se reuniu com representantes das indústrias do Acre e com membros da diretoria da Federação das Indústrias do Acre (Fieac), na tarde desta quinta-feira (11), para apresentar suas propostas e ouvir as demandas de um dos mais importantes setores da economia acreana.

Para o candidato, investir em setores que possam tirar o Acre da dependência de repasses públicos é a solução para o desenvolvimento.

“Nós precisamos encontrar saídas econômicas para além das rotinas de repasses federais. Hoje a nossa agricultura e pecuária representam, juntos, apenas 8% do nosso PIB, indústria 7% e comércio 13% , a saída hoje é estimular o crescimento desses setores ou vamos seguir nessa ciranda de um limite prudencial do estado estourado e sem poder gerar expectativa de trabalho para nossa população e ao meu ver precisamos ter políticos que lá em Brasília lutem por isso, pelo crescimento do comércio, da indústria, da pecuária, da agricultura e os demais setores”.

As estradas são um dos principais entraves para o desenvolvimento econômico do Acre, de acordo com a visão dos empresários que afirmaram que os setores estão carentes de incentivos fiscais e esbarram constantemente em burocracias que intimidam a expansão dos negócios.

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Para Jenilson o Senado será o local crucial para alcançar importantes melhorias para o Acre.

“Eu não tenho dúvidas que chegando ao Senado, iremos nos articular para que leis, incentivos e mediar junto ao governo federal, uma série de ações que ao meu ponto de vista são importantes para o estado. Eu tenho uma visão de que uma das principais responsabilidades de um político é trabalhar pelo desenvolvimento do estado nos mais diferentes aspectos. As leis votadas lá são fundamentais por melhorias para nosso estado e país. Algumas decisões federais negligenciaram nosso estado em alguns aspectos, e um deles é a infraestrutura, sobretudo as BRs”, afirma.

Além do Dr. Jenilson, participaram da reunião lideranças do PSB, José Afonso Boaventura, presidente do SINDGRAF, Augusto Nepomucena, Presidente do SINDMOVEIS; Márcio Agiolfi presidente do SINDICER; José Luiz, presidente SINPAL; Carlos Afonso presidente SINCON; Francisco Agacis Presidente SINDISORVETES e Jorge Afonso Tomás, Edival Diniz, Antônio Leonidas, Denise Pinho e João Albuquengi, membros da diretoria da Fieac.

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