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Haja urucum para disfarçar a cara de pau de Márcio Bittar

Vimos, estupefatos, que por esses dias o emedebista Márcio Bittar se tornou ardoroso defensor das causas indígenas, chegando, inclusive, a se deixar pintar nas faces com tinta de urucum.

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Vimos, estupefatos, que por esses dias o emedebista Márcio Bittar se tornou ardoroso defensor das causas indígenas, chegando, inclusive, a se deixar pintar nas faces com tinta de urucum.

A pasmem, até mesmo Márcio Bittar das populações indígenas do Acre já causa estranheza e mal estar principalmente entre os próprios indígenas.

Márcio Bittar, que é latifundiário, é também pródigo em fazer declarações públicas abertamente anti-indígenas.

Bittar que nunca deixou passar uma oportunidade de proferir a famosa frase ‘muita terra para pouco índio’, a qual era efusivamente aplaudido pela plateia de ruralistas pouco esclarecidos (explico mais adiante), ficou mais ousado neste ano, se posicionando frontalmente contra as demarcações de terras indígenas.

Bittar nunca demonstrou o mínimo de respeito com as populações indígenas, a quem chama de ‘miseráveis’.

Mas ‘cá e acolá’ deixa entrever seu perfil anti-indígena, como por exemplo quando gabou-se de que era tão forte politicamente que conseguia eleger ‘até índio’, referindo-se ao professor Isaac Pianko, quando eleito prefeito de Marechal Thaumaturgo.

Suas votações no congresso também não deixam dúvidas de seu posicionamento: sempre que teve a oportunidade, votou a favor do interesse dos latifundiários e contra os interesses indígenas.

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É inevitável fazer a comparação com a FPA.

Longe de ser um ‘mar de rosas’, a política da FPA em relação às comunidades indígenas tem sido, no mínimo, consistente.

Os recursos aplicados têm passado pelo exaustivo crivo das comunidades indígenas, por meio de incansáveis debates.

Os projetos visam desde a vigilância territorial, segurança alimentar, formação em agentes agro-florestais, em educação, fomento ao etnoturismo (quando é do desejo das comunidades).

Não se trata aqui de postular que os indígenas devam aderir imediatamente ‘à esquerda’ (que por vezes pode ser igualmente danosa), mas de comparar efetivamente quais compromissos têm sido assumidos e cumpridos pela FPA.

O mais preciso seria dizer que as comunidades indígenas, por meio de suas diferentes representações, tem feito parte do governo.

As lideranças indígenas são bastante experientes, mas não custa alertar de que precisam estar atentas para promessas vazias. Que não sejam enganados, mais uma vez, por espelhos, ninharias e bugigangas, pois quando isso acontece, são muitos a pagar o preço. 

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A FPA tem demonstrado que ser a favor das comunidades indígenas não significa ser contra a pecuária ou o agronegócio. Até hoje muita gente desconhece que no modelo adotado pelo estado segue-se uma Zoneamento Ecológico Econômico, onde são definidas diferentes modelos de exploração econômico que podem vir desde o madeireiro e a pecuária, até área de menor impacto, com turismo, por exemplo, e áreas de preservação total, destinadas a manutenção da vida no estado.

A vantagem desse modelo, é que a carne, ou a madeira, ou o peixe, produzido nessas áreas, não corre o risco de sofrer embargos de exportação. Trata-se de racionalizar produção e preservação, embora muita gente até hoje não tenha entendido isso, e outros, como o sr. Márcio Bittar, se façam de desentendidos e espalhem mentiras.

Telejornal 3 de Julho Noticias 15ª Edição

Veja nesta edição do Telejornal 3 de Julho noticias, as prisões e apreensões que aconteceram na Fronteira, Prefeita de Brasiléia Fernanda Hassem e Vereadores participaram de reunião em comunidade rural, Vereador Alcione pedindo providências quanto aos caos infraestrutural em Epitaciolândia e outros.

Por Leandro Altheman – O Juruá em Tempo

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Junto com Sindicato Rural, prefeitura e Bancos; vereador debatem sobre melhoria para Cruzeiro do Sul

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Nosso parlamento cumpre os últimos dias de recesso, no entanto nossos vereadores continuam atuando firmemente a favor da sociedade cruzeirense seja na zona urbana ou nos ramais de nossa cidade. Diante disso, nossos parlamentares João Keleu, Betão da Br, Elter Nóbrega, Mazinho da Br, Noeca e Franciney Freitas, participaram de uma importante reunião nesta segunda-feira, 24, entre Prefeitura, Câmara de Vereadores, Sindicato dos Trabalhadores Rurais e Representantes dos bancos públicos para discutirem melhorias e melhor acesso por parte dos produtores rurais as diversas modalidades de créditos rurais existentes.

Na reunião ficou definido que o poder público através do legislativo e executivo estarão empenhados, dentro da legalidade, atuar no auxilio da legalização dos produtores e elaboração de projetos junto com os bancos para que o sindicato possa expedir a DAP, Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, para que assim as famílias possam ter acesso aos créditos e possam fomentar nossa produção rural.

Nossos vereadores ficaram impressionados e felizes com a quantidade de recursos oriundos nas instituições bancarias para a fomentação da agricultura familiar faltando, apenas, as orientações e a legalização dos procedimentos burocráticos que este parlamento irá trabalhar para que nossas famílias rurais possam permanecer no campo e viver dignamente com boas condições de vidas.

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E Veja Também no 3 de Julho Notícias

Veja o Vídeo Abaixo: Em meio a maior crise do sistema de transporte coletivo dos últimos tempos, a população de Rio Branco vive um dilema e acorda todo dia sem saber se terá ônibus passando em sua região. O prefeito Tião Bocalom tentou amenizar o problema repassando R$ 2 milhões e quatrocentos mil para as empresas quitar os débitos com empregados, acordo não cumprido e que foi um dos motivos para a intervenção no setor.

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