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Governador Tião Viana entrega reforma da Biblioteca Pública estadual de Epitaciolândia

Governador Tião Viana reinaugurou a Biblioteca Pública Estadual Eliomar de Souza Braga, em Epitaciolândia.

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Foi uma manhã marcante na construção de um futuro de paz e saberes quando o governador Tião Viana reinaugurou a Biblioteca Pública Estadual Eliomar de Souza Braga, em Epitaciolândia.

Além da obra de reforma e ampliação com acessibilidade, a biblioteca estadual recebeu novos equipamentos entre mobiliário e computadores, brinquedos e um reforço no acervo que agora chega a 20 mil títulos disponíveis para uma população de 70 mil pessoas de toda a região do Alto Acre. Tudo isso num investimento de mais de R$ 400 mil.

“É uma biblioteca que nasceu há 20 anos aqui e agora está nova, completamente recuperada. Quando olho esse espaço aqui em Epitaciolândia, a biblioteca de Cruzeiro do Sul num custo de quase R$ 5 milhões e a biblioteca de Rio Branco que é um modelo para o país, vemos que esses são templos para mudar o mundo, refletir sobre a vida, espiritualidade, cultura e leitura. Eu fico certo que temos dado uma enorme contribuição para as futuras gerações”, destaca o governador Tião Viana.

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Um serviço que abraça

A biblioteca pública de Epitaciolândia ficará aberta de segunda a sexta, das 9 às 21 horas, além do sábado em horário especial.

O espaço agora faz parte do programa Conecta Brasil, que leva a inclusão digital para a comunidade, e tem também uma parceria com o poder Judiciário no projeto Biblioteca Inclusiva, que realiza um trabalho especial com pessoas com deficiência.

Segundo a presidente da Fundação Elias Mansour, Karla Martins: “O serviço mais importante que essa biblioteca vai oferecer e será de uma referência para o Alto Acre é o digital. Ela será um polo aglutinador para a leitura, o bom convívio, enfim, um espaço de coletividade e vida sadia”.

Inaugurada em 1999, a biblioteca é referência na disseminação do conhecimento para a região do Alto Acre. Com uma média de atendimentos de 1.100 pessoas por mês, a estimativa é de que haja o aumento na capacidade de atendimento de até 30% do público. Ela recebe o nome de Eliomar de Souza Braga, servidor do antigo sistema de energia estadual e ficou famoso no Alto Acre por ser um apreciador da leitura e sempre carregar livros debaixo do braço por onde andava até seu falecimento em 1997.

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Professora Zilmar, de Bujari publica frase que representa um preconceito existente contra o povo negro

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“De nada adianta roupa branca, amarela, colorida, se sua energia for PRETA”.

A frase acima é de uma postagem, via imagem, realizada pela Professora Zilmar, Coordenadora Pedagógica do Núcleo de Educação da Cidade do Bujari. Por qual motivo essa frase representa um preconceito existente contra o povo negro?

Primeiramente, é inadmissível na República brasileira qualquer tipo de postagem preconceituosa, muito menos quando vem de uma professora do ensino médio, função nobre e importante para a educação do país.

A frase que a professa Zilmar postou carrega um preconceito secular contra o povo negro, resquício do processo de escravização desse povo. O texto remete uma interpretação de que a anergia preta é ruim, o que advém da compreensão de que tudo relacionado ao negro é ruim. É um estereótipo preconceituoso por rebaixar a condição humana de pessoas pretas.

Há ainda quem vai dizer que isso não passa de brincadeira, portando, seria uma tentativa de normalizar uma conduta preconceituosa a partir do humor.

O professor Adilson Moreira em sua obra Racismo Recreativo nos revela que essa brincadeira preconceituosa é uma forma de política cultural que utiliza do humor como veículo de hostilidade racial, o que compromete a reputação de minorias raciais ao referendar práticas discriminatórias em todos os aspectos da vida social, o que acarreta em perdas de oportunidades para as minorais raciais.

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Ainda segundo o autor, o papel do racismo recreativo é o de mascarar a hostilidade generalizada em relação as minorias raciais, reafirmando a suposta superioridade e ao mesmo tempo manter uma imagem de pessoas que não são racistas, o que é referendado pela narrativa tradicional cultural da democracia racial.

Nesse sentido, brincar com a questão racial de maneira a inferiorizar as pessoas atingidas pela brincadeira é crime de racismo, inclusive com uma condenação recente no Tribunal de Justiça do Acre. No acórdão, o relator destacou que o estereótipo da foto – pessoas de pele negra e cabelos tingidos – é assemelhado a bandidos ou, conforme suas próprias palavras, “assaltante” e “vagabundo”. Dessa forma, considerou clara a intenção do réu de ofender o grupo de pessoas, “inclusive com dolo específico de praticar a discriminação e o preconceito de raça utilizando meios de comunicação social”, condenando-o pela prática do crime previsto no § 2º, do artigo, 20 da Lei n. 7.716/891.  

Por fim, pode-se dizer que um dos fundamentos da República Federativa do Brasil é o princípio da dignidade da pessoa humana, o que significa dizer que não é aceitável em nosso convívio social condutas discriminatórias, sejam raciais ou não. Outrossim, o nosso pacto político definido na carta Magna consagrou o princípio da não discriminação no campo dos direitos fundamentais. Então, racismo recreativo é crime, o preconceito racial é crime, tais condutas de forma alguma podem ser toleradas em nossa sociedade.

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Mais respeito por nossa Constituição. Mais respeito ao povo negro que secularmente teve seus direitos mais elementares cassados e ainda hoje sobre preconceito e discriminação.

Por Charles Brasil, Advogado e doutorando em direito Constitucional pela Universidade de Brasília (UnB).

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Veja o Vídeo Abaixo: Em meio a maior crise do sistema de transporte coletivo dos últimos tempos, a população de Rio Branco vive um dilema e acorda todo dia sem saber se terá ônibus passando em sua região. O prefeito Tião Bocalom tentou amenizar o problema repassando R$ 2 milhões e quatrocentos mil para as empresas quitar os débitos com empregados, acordo não cumprido e que foi um dos motivos para a intervenção no setor.

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