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Em Brasiléia Alto Acre deve definir nome de treinador

Na segunda-feira (9) será o primeiro dia de preparação

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Na segunda-feira (9) será o primeiro dia de preparação no Parque Centenário, em Brasiléia.

Manoel Façanha

a segunda-feira (9) será o primeiro dia de preparação no Parque Centenário, em Brasiléia/Foto: Manoel Façanha

Na segunda-feira (9) será o primeiro dia de preparação no Parque Centenário, em Brasiléia/Foto: Manoel Façanha

Com data da pré-temporada prevista para o dia 9 de fevereiro, o Alto Acre FC pode oficializar nesta sexta-feira (6) o nome do seu treinador. O presidente da agremiação, João Carlos Passos ‘namora’ nomes de dois profissionais. O primeiro deles é o ex-goleiro Faísca, que ano passado chegou a dirigir o Vasco da Gama-AC. A segunda opção é Serginho Goes. A apresentação dos jogadores à imprensa ocorre neste sábado (7), às 19h, no auditório do Centro de Educação Permanente (Cedup). Na segunda-feira (9) será o primeiro dia de preparação no Parque Centenário, em Brasiléia.

Conforme a programação, os atletas passaram por três dias de avaliação física para então iniciar os treinos de fato, no estádio Antônio Araújo Lopes, em Epitaciolândia.

A respeito dos laudos do estádio Antônio Araújo Lopes, o dirigente comentou que nas últimas semanas a diretoria têm se empenhado para entregar os laudos do estádio para garantir os jogos em casa. Segundo ele, resta somente o laudo oficial do Corpo de Bombeiros, algo esperado para hoje.

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O Alto Acre estreia no estadual contra a Amax. A partida está marcada para 4 de março, às 18h, na Arena da Floresta, mas a data deve ser modificada pelo fato de coincidir com o confronto entre Rio Branco e Vasco, válido pela primeira fase da Copa do Brasil.

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Leo de Brito faz apelo ao ministro do Meio Ambiente para que haja mais atenção da pasta com a Resex Chico Mendes

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Atenção às áreas de conservação ambiental e reservas extrativistas, em especial a Reserva Extrativista Chico Mendes e liberação dos recursos do Fundo Amazônia. Esses foram os apelos que o deputado federal Leo de Brito (PT) fez ao ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, durante audiência realizada na Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira, 6.

“Uma preocupação que temos é com relação às unidades de conservação. O que temos visto ao longo dos últimos anos é uma redução anual dos investimentos. É muito importante que tenha uma ação para dar incentivo para as pessoas que vivem dentro das reservas extrativistas”, afirmou Brito
O parlamentar destacou que entre os incentivos está o Fundo Amazônia, que já beneficiou milhares de famílias no Acre.

“A gente sabe que se os produtores rurais não têm incentivos, se as comunidades tradicionais extrativistas não têm incentivos, muitas vezes, a única saída que eles têm é usar técnicas que não são sustentáveis e aí, o que acaba sobrando para eles é a repressão e não é isso que nós queremos. Nós queremos, obviamente, que quem esteja irregular tenha a fiscalização, mas que antes disso, venham os incentivos e o Fundo Amazônia é um incentivo fundamental”, pontua o deputado federal.

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Joaquim Leite disse que nesta semana está indo para uma unidade de conservação em Tapajós (PA) para acompanhar o programa de pagamento por serviços ambientais atrelados a economia.

“O governo entende que o pagamento por serviços ambientais tem que ser feito diretamente ao produtor que extrai alguma coisa da floresta e assim, receber mensalmente por proteger a floresta. Atrelar serviços ambientais a bioeconomia é muito importante. Quando você adquire algum produto da floresta, você deveria remunerar aquele extrativista mensalmente por proteger e deixar claro a ele que ele recebe por uma atividade de proteção que pode vir do setor privado e que é um modelo que o governo entende que é relevante”, pontuou.

Desmatamento crescente

A audiência foi realizada após Leo de Brito apresentar requerimento solicitando que o ministro responsável pela pasta do Meio Ambiente comparecesse à Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC) para prestar esclarecimentos sobre o aumento do desmatamento na Amazônia neste ano.

O parlamentar frisou que reportagens veiculadas na imprensa apontaram que em meio deste ano, o Acre registrou aumento de 225%.

“Bolsonaro acha que a Amazônia tem que ser invadida por garimpeiros, grileiros, madeireiros. O início da gestão do presidente Bolsonaro, que teve a frente da gestão do Ministério do Meio Ambiente Ricardo Salles, foi uma demonstração muito clara disso”, salientou.

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Leo de Brito enfatizou que investimentos em ação de incentivo aos extrativistas, aos povos indígenas, são essenciais na preservação da Amazônia. Brito ressaltou que foi por aderir a essa política que o desmatamento apresentou redução drástica na gestão do ex-presidente Lula, que na época teve a ex-ministra Marina Silva à frente da gestão do Ministério do Meio Ambiente.

“Isso foi possível tanto por causa dos incentivos às populações tradicionais, pela criação de unidades de conservação da natureza e território indígenas. Houve uma contribuição e uma ação forte do Estado brasileiro. Havia presença do Estado. O que aconteceu no Vale do Javari, que levou aos assassinatos de Bruno Pereira e Dom Phillips, é uma ausência do Estado brasileiro”, disse.

O ministro Joaquim Leite afirmou que parte das demandas apresentadas pelo deputado acreano poderão ser atendidas, em breve, haverá um chamamento de efetivo de servidores por meio de concurso público.

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