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Diretores de escolas do Guajará, estão revoltados com os “kits de merenda escolar” enviados pela prefeitura a famílias dos estudantes

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Foram dois anos de economia com recursos da educação, isso por conta da Pandemia da Covid-19, que paralisou as atividades escolares no Brasil inteiro e nem assim, alguns gestores não tiveram responsabilidade com os recursos da educação.

Nossa redação recebeu uma denúncia da direção de uma escola de Guajará – AM, cidade que faz fronteira com o Acre e que é administrada pelo prefeito Ordean Silva (PP) e que vem sendo bastante criticado por alguns atos que foram feitos durante essa pandemia; sem nenhuma transparência.

A gestora diz que é uma falta de respeito o que a secretaria de educação de Guajará tem feito com a comunidade escolar do município, mandando um kit alimentação de dar angústia e revolta.

“Gente estamos postando aqui os kits que a prefeitura mandou para nossa escola, não sei se para as outras foi assim, mas isso aqui é o que ele acha justo? Foram quase dois anos sem aulas presenciais e o correto seria a prefeitura fazer uma cesta básica todo mês para cada família de estudante; ”isso como que fosse a merenda escolar que não tiveram, disse a gestora revoltada.

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A mesma não quis se identificar por questões pessoais, mas nos mostrou o kit que a prefeitura mandou fazer para as famílias dos estudantes da rede municipal.

Os itens são: 01 kg’ de arroz, um kg de farinha, um kg de feijão, macaxeira, um pacotinho de biscoito de goma, banana grande quase estragando, um coloral e uma melancia.

“Isso é cesta básica que se entregue para uma família? Indagou a gestora. O prefeito deveria ter vergonha de uma situação dessa, será que ele se sentiria feliz de receber uma cesta básica com esses itens? Finalizou a mulher revoltada.

Nossa reportagem tentou fazer contato com o prefeito Ordean Silva, mas até o fechamento da matéria não obtivemos sucesso.

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Veja o Vídeo Abaixo: Não vou munda meu voto, tenho costume de orar com minha palavra, diz vereador Jurandir. O clima na Câmara de Vereadores esquentou, após parte dos servidores da prefeitura de Brasileia tumultuar a sessão e descumprirem o Regimento Interno, por esse motivo, os vereadores chamou a atenção da Presidente da Casa, Arlete Amaral, por conta da sua inércia diante da situação vexatória. 

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Leo de Brito faz apelo ao ministro do Meio Ambiente para que haja mais atenção da pasta com a Resex Chico Mendes

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Atenção às áreas de conservação ambiental e reservas extrativistas, em especial a Reserva Extrativista Chico Mendes e liberação dos recursos do Fundo Amazônia. Esses foram os apelos que o deputado federal Leo de Brito (PT) fez ao ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, durante audiência realizada na Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira, 6.

“Uma preocupação que temos é com relação às unidades de conservação. O que temos visto ao longo dos últimos anos é uma redução anual dos investimentos. É muito importante que tenha uma ação para dar incentivo para as pessoas que vivem dentro das reservas extrativistas”, afirmou Brito
O parlamentar destacou que entre os incentivos está o Fundo Amazônia, que já beneficiou milhares de famílias no Acre.

“A gente sabe que se os produtores rurais não têm incentivos, se as comunidades tradicionais extrativistas não têm incentivos, muitas vezes, a única saída que eles têm é usar técnicas que não são sustentáveis e aí, o que acaba sobrando para eles é a repressão e não é isso que nós queremos. Nós queremos, obviamente, que quem esteja irregular tenha a fiscalização, mas que antes disso, venham os incentivos e o Fundo Amazônia é um incentivo fundamental”, pontua o deputado federal.

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Joaquim Leite disse que nesta semana está indo para uma unidade de conservação em Tapajós (PA) para acompanhar o programa de pagamento por serviços ambientais atrelados a economia.

“O governo entende que o pagamento por serviços ambientais tem que ser feito diretamente ao produtor que extrai alguma coisa da floresta e assim, receber mensalmente por proteger a floresta. Atrelar serviços ambientais a bioeconomia é muito importante. Quando você adquire algum produto da floresta, você deveria remunerar aquele extrativista mensalmente por proteger e deixar claro a ele que ele recebe por uma atividade de proteção que pode vir do setor privado e que é um modelo que o governo entende que é relevante”, pontuou.

Desmatamento crescente

A audiência foi realizada após Leo de Brito apresentar requerimento solicitando que o ministro responsável pela pasta do Meio Ambiente comparecesse à Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC) para prestar esclarecimentos sobre o aumento do desmatamento na Amazônia neste ano.

O parlamentar frisou que reportagens veiculadas na imprensa apontaram que em meio deste ano, o Acre registrou aumento de 225%.

“Bolsonaro acha que a Amazônia tem que ser invadida por garimpeiros, grileiros, madeireiros. O início da gestão do presidente Bolsonaro, que teve a frente da gestão do Ministério do Meio Ambiente Ricardo Salles, foi uma demonstração muito clara disso”, salientou.

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Leo de Brito enfatizou que investimentos em ação de incentivo aos extrativistas, aos povos indígenas, são essenciais na preservação da Amazônia. Brito ressaltou que foi por aderir a essa política que o desmatamento apresentou redução drástica na gestão do ex-presidente Lula, que na época teve a ex-ministra Marina Silva à frente da gestão do Ministério do Meio Ambiente.

“Isso foi possível tanto por causa dos incentivos às populações tradicionais, pela criação de unidades de conservação da natureza e território indígenas. Houve uma contribuição e uma ação forte do Estado brasileiro. Havia presença do Estado. O que aconteceu no Vale do Javari, que levou aos assassinatos de Bruno Pereira e Dom Phillips, é uma ausência do Estado brasileiro”, disse.

O ministro Joaquim Leite afirmou que parte das demandas apresentadas pelo deputado acreano poderão ser atendidas, em breve, haverá um chamamento de efetivo de servidores por meio de concurso público.

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