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Diferença entre José Serra e Cunha é o número da conta na Suíça?

Tradução: não serviu para financiar campanhas políticas, foi enriquecimento pessoal na veia.

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Tradução: não serviu para financiar campanhas políticas, foi enriquecimento pessoal na veia.

Não há razão, pelo menos no caso de José Serra, para que se retarde o esclarecimento sobre a acusação, feita por dois delatores da Odebrecht, de que ele firmou um acordo para pagar pelas obras de uma rodovia paulista, a Carvalho Pinto, recebendo em troca uma propina de R$ 23 milhões, boa parte dos quais foram dirigidos a uma conta na Suíça.

As pistas são muitas: os procuradores que formalizaram o acordo judicial, por ordem do então governador, as contas suíças, onde a colaboração do ministério público já está firmada há pelo menos dois anos, as posteriores transferências bancárias, da conta recebedora para outras.

A rigor, não há nenhuma diferença entre o caso de José Serra e o de Eduardo Cunha, hoje preso por fatos idênticos.

O mais aterrorizante, porém, é que se num simples acordo de pagamento de reajustes questionados judicialmente no valor de uma estrada que já estava pronta (a Carvalho Pinto é da gestão Mario Covas) quanto mais terá sido levantado para o enriquecimento pessoal de José Serra.

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E quanto terá valido o “show” de apresentar um projeto no Senado retirando a obrigatoriedade da presença na Petrobras e seu controle sobre a exploração do pré-sal?

Desculpem, errei o título. Eduardo Cunha e José Serra não são semelhantes, embora operem contas na Suíça com dinheiro de propina. Serra é muito daninho, porque pelo que agora se sabe que ele fez, certamente se pode imaginar o quão pior é aquilo que deve ter feito.

José Serra e Cunha

Por Fernando Brito, no Tijolaço / blog Tijolaço

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Jenilson Leite cobra retorno do Auxílio Covid e antecipação da Etapa Alimentação aos servidores da Saúde

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O Acre registrou somente esta semana, entre segunda-feira (17) e quinta (20), 1.679 novos casos de Covid-19, segundo dados da Secretaria de Estado de Saúde. Além destes dados oficiais do Estado, a Secretaria Municipal de Saúde de Rio Branco, disse que nesta quinta, o drive-thru montado na Arena da Floresta positivou 724 casos, apenas na Capital.

O deputado estadual e médico infectologista Jenilson Leite (PSB), divulgou um vídeo nesta sexta-feira (20), onde pontua ações que podem ser adotadas pelo Estado para mitigar a situação da população e dos servidores da Saúde diante desta terceira onda do coronavírus.

Entre as ações propostas pelo parlamentar estão o retorno do pagamento do Auxílio Covid, que começou a ser pago aos servidores em julho do ano passado e foi encerrado em dezembro. Ele pede também que o Governo antecipe o pagamento da Etapa Alimentação.

“Com aumento de internações, vamos precisar novamente dos nossos servidores de saúde que estão enfrentando uma terceira onda, e o Governo precisa retomar com o Auxílio Covid, precisa trazer para fevereiro aquela Etapa Alimentação que tínhamos pactuado e que seria para março, e precisa anunciar o reajuste linear para todos os servidores, inclusive os da saúde que mais uma vez se expõem diante da pandemia, e precisa ainda anunciar o concurso público para saúde”, pontua Jenilson.

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O parlamentar levanta outra questão: a necessidade de ampliação da vacinação no estado. O Acre continua no topo entre os estados que menos vacinaram contra a covid-19. Segundo dados nacionais, o estado imunizou 47,09% da população com duas doses, ficando atrás apenas de Amapá e Roraima, com 38,73% e 38,64%, respectivamente.

Com este cenário, Jenilson pede que o Governo ajude os municípios a traçar e desenvolver estratégias. “Em tese a responsabilidade direta da vacinação é dos municípios, mas em um momento como esse não podemos deixar isso só na mão das prefeituras. Precisamos criar estratégias para ampliar essa capacidade”, destacou.

O avanço da vacinação é a estratégia fundamental para evitar um colapso na rede pública de saúde e mortes, pois garante que o paciente não desenvolva um quadro grave da doença em que precise de oxigênio e ser internado em uma unidade de terapia intensiva (UTI).

“Quando estão com duas doses, essas pessoas evoluem de forma tranquila, mas temos aquelas que não tomaram nenhuma ou só tomaram uma dose e estamos vendo elas adoecerem e precisar de internação hospitalar”, alerta.

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O deputado acredita que estas medidas demonstraram o comprometimento do Governo no enfrentamento de mais uma onda de covid-19 no Acre.

Veja o Vídeo:

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