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Deputado Gonzaga busca solução para levar atendimento a portadores de autismo em todo o Acre

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Assessoria – O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Luiz Gonzaga (PSDB), acompanhou na manhã desta terça-feira (30) a vereadora de Feijó, Terezinha Moreira (PP), e o presidente da Família Azul de Feijó, Juvenil, para uma reunião na Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) para tratar sobre melhorias no atendimento às crianças portadoras de autismo.

Gonzaga, a vereadora e o presidente da associação foram recebidos pela diretora de Redes da Sesacre, Joice Soares, e Jeane Rodrigues, do setor de humanização da Sesacre.

Durante a reunião, foi apresentando à Sesacre as dificuldades enfrentadas pelas famílias do interior do Acre para conseguirem um laudo comprovando que seus filhos são portadores do autismo.

A vereadora Teresinha afirmou que as famílias enfrentam dificuldades financeiras de se deslocarem até Rio Branco para serem atendidas por profissionais da saúde e conseguirem o diagnóstico para iniciarem o tratamento pela rede pública de saúde.

Diante desta situação, o deputado Luiz Gonzaga aproveitou para apresentar aos presentes uma indicação, que ele apresentará na Aleac, pedindo que o Estado promova um projeto de saúde itinerante nos municípios acreanos para diagnosticar transtornos neurológicos.

“Fiz questão de participar dessa reunião para acompanhar a luta dessas famílias que têm filhos com autismo. Temos lutado para implantar centros de atendimentos a autistas em mais cidades do Acre, enquanto isso vamos buscando outras formas de atender essas pessoas que tanto precisam do poder público. Vamos apresentar na Aleac uma indicação para que seja implantado um programa de saúde itinerante em todo o estado para diagnosticar os portadores de transtorno neurológicos e assim iniciarem mais rápido seus tratamentos”, disse o deputado.

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A diretora da Sesacre afirmou que as crianças com suspeitas de autismo precisam estar cadastradas na regulação do município para que a Sesacre organize a demanda para levar profissionais para realizar os atendimentos nos municípios do interior.

“As crianças e outros portadores de autismo precisam estar cadastrados na regulação de cada município e assim a Sesacre poderá atuar quando tiver uma lista com mais de 10 pacientes levando profissionais para atender esse público nas regiões ondem residem”, disse Joice Suares.

Compromisso do deputado Gonzaga com portadores de autismo

Luiz Gonzaga tem com uma de suas bandeiras de mandado a defesa aos direitos dos portadores de autismo no estado do Acre. O deputado foi responsável por projeto de lei que propõe a criação de um cadastro único de pessoas portadoras do Transtorno do Espectro Autista (TEA). A ideia é que esse cadastro seja gerido pela Sesacre para facilitar o diagnóstico e tratamento aos portadores.

O deputado tucano também já visitou vários municípios do Acre para discutir a implantação de mais centros de atendimento a portadores de autismo.

Após a reunião desta terça-feira, Gonzaga se colocou à disposição das famílias e representantes da associçao Família Azul para buscar soluções em levar um atendimento de qualidade e de forma rápida aos autistas.

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“Desde que soubemos da luta da Família Azul em oferecer uma tendimento mais digno aos portadores de autismo nos colocamos à disposição. Vamos manter contato com a Sesacre e visitar as cidades para que os secretários de saúde dos municípios agilizem a lista de crianças com suspeita de autismo para que a equipe da Sesacre vá o quanto antes atender essas pessoas”, finalizou.

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Leo de Brito faz apelo ao ministro do Meio Ambiente para que haja mais atenção da pasta com a Resex Chico Mendes

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Atenção às áreas de conservação ambiental e reservas extrativistas, em especial a Reserva Extrativista Chico Mendes e liberação dos recursos do Fundo Amazônia. Esses foram os apelos que o deputado federal Leo de Brito (PT) fez ao ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, durante audiência realizada na Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira, 6.

“Uma preocupação que temos é com relação às unidades de conservação. O que temos visto ao longo dos últimos anos é uma redução anual dos investimentos. É muito importante que tenha uma ação para dar incentivo para as pessoas que vivem dentro das reservas extrativistas”, afirmou Brito
O parlamentar destacou que entre os incentivos está o Fundo Amazônia, que já beneficiou milhares de famílias no Acre.

“A gente sabe que se os produtores rurais não têm incentivos, se as comunidades tradicionais extrativistas não têm incentivos, muitas vezes, a única saída que eles têm é usar técnicas que não são sustentáveis e aí, o que acaba sobrando para eles é a repressão e não é isso que nós queremos. Nós queremos, obviamente, que quem esteja irregular tenha a fiscalização, mas que antes disso, venham os incentivos e o Fundo Amazônia é um incentivo fundamental”, pontua o deputado federal.

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Joaquim Leite disse que nesta semana está indo para uma unidade de conservação em Tapajós (PA) para acompanhar o programa de pagamento por serviços ambientais atrelados a economia.

“O governo entende que o pagamento por serviços ambientais tem que ser feito diretamente ao produtor que extrai alguma coisa da floresta e assim, receber mensalmente por proteger a floresta. Atrelar serviços ambientais a bioeconomia é muito importante. Quando você adquire algum produto da floresta, você deveria remunerar aquele extrativista mensalmente por proteger e deixar claro a ele que ele recebe por uma atividade de proteção que pode vir do setor privado e que é um modelo que o governo entende que é relevante”, pontuou.

Desmatamento crescente

A audiência foi realizada após Leo de Brito apresentar requerimento solicitando que o ministro responsável pela pasta do Meio Ambiente comparecesse à Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC) para prestar esclarecimentos sobre o aumento do desmatamento na Amazônia neste ano.

O parlamentar frisou que reportagens veiculadas na imprensa apontaram que em meio deste ano, o Acre registrou aumento de 225%.

“Bolsonaro acha que a Amazônia tem que ser invadida por garimpeiros, grileiros, madeireiros. O início da gestão do presidente Bolsonaro, que teve a frente da gestão do Ministério do Meio Ambiente Ricardo Salles, foi uma demonstração muito clara disso”, salientou.

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Leo de Brito enfatizou que investimentos em ação de incentivo aos extrativistas, aos povos indígenas, são essenciais na preservação da Amazônia. Brito ressaltou que foi por aderir a essa política que o desmatamento apresentou redução drástica na gestão do ex-presidente Lula, que na época teve a ex-ministra Marina Silva à frente da gestão do Ministério do Meio Ambiente.

“Isso foi possível tanto por causa dos incentivos às populações tradicionais, pela criação de unidades de conservação da natureza e território indígenas. Houve uma contribuição e uma ação forte do Estado brasileiro. Havia presença do Estado. O que aconteceu no Vale do Javari, que levou aos assassinatos de Bruno Pereira e Dom Phillips, é uma ausência do Estado brasileiro”, disse.

O ministro Joaquim Leite afirmou que parte das demandas apresentadas pelo deputado acreano poderão ser atendidas, em breve, haverá um chamamento de efetivo de servidores por meio de concurso público.

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