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Delator diz que Eduardo Cunha recebeu propina de 12 empresas

Fábio Cleto, disse que parte do dinheiro de recursos do Fundo de Investimento (FI) do FGTS, era dele; outra parte, mais expressiva, ia para Eduardo Cunha.

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Fábio Cleto,  disse que parte do dinheiro obtido de empresas interessadas na liberação de recursos do Fundo de Investimento (FI) do FGTS, era dele; outra parte, mais expressiva, ia para Eduardo Cunha.

Fábio Cleto, ex-vice-presidente da Caixa Econômica, acusou o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) de ter recebido propina de 12 empresas em troca da liberação de verbas do Fundo de Investimento (FI) do FGTS.

Segundo reportagem de Jailton de Carvalho, nos depoimentos, o ex-vice-presidente da Caixa disse que parte do dinheiro obtido de empresas interessadas na liberação de recursos do fundo era dele. Outra parte, mais expressiva, ia para Cunha.

Ele disse ainda que tratava com os empresários sobre os aspectos técnicos dos projetos a serem financiados pelo FI. As negociações sobre a propina ficavam a cargo de Cunha.

O acordo de delação de Cleto depende da homologação do STF. Nesta terça-feira, Cunha começa a ser julgado em reunião do Conselho de Ética na Câmara, onde ele responde a processo por quebra de decoro parlamentar e pode ter o mandato cassado.

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Fábio Cleto e Cunha

Fonte: brasil247.com

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Na Fieac, Dr. Jenilson se reúne com representantes da indústria e apresenta propostas para o Senado

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O candidato ao Senado, Dr Jenilson Leite (PSB), se reuniu com representantes das indústrias do Acre e com membros da diretoria da Federação das Indústrias do Acre (Fieac), na tarde desta quinta-feira (11), para apresentar suas propostas e ouvir as demandas de um dos mais importantes setores da economia acreana.

Para o candidato, investir em setores que possam tirar o Acre da dependência de repasses públicos é a solução para o desenvolvimento.

“Nós precisamos encontrar saídas econômicas para além das rotinas de repasses federais. Hoje a nossa agricultura e pecuária representam, juntos, apenas 8% do nosso PIB, indústria 7% e comércio 13% , a saída hoje é estimular o crescimento desses setores ou vamos seguir nessa ciranda de um limite prudencial do estado estourado e sem poder gerar expectativa de trabalho para nossa população e ao meu ver precisamos ter políticos que lá em Brasília lutem por isso, pelo crescimento do comércio, da indústria, da pecuária, da agricultura e os demais setores”.

As estradas são um dos principais entraves para o desenvolvimento econômico do Acre, de acordo com a visão dos empresários que afirmaram que os setores estão carentes de incentivos fiscais e esbarram constantemente em burocracias que intimidam a expansão dos negócios.

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Para Jenilson o Senado será o local crucial para alcançar importantes melhorias para o Acre.

“Eu não tenho dúvidas que chegando ao Senado, iremos nos articular para que leis, incentivos e mediar junto ao governo federal, uma série de ações que ao meu ponto de vista são importantes para o estado. Eu tenho uma visão de que uma das principais responsabilidades de um político é trabalhar pelo desenvolvimento do estado nos mais diferentes aspectos. As leis votadas lá são fundamentais por melhorias para nosso estado e país. Algumas decisões federais negligenciaram nosso estado em alguns aspectos, e um deles é a infraestrutura, sobretudo as BRs”, afirma.

Além do Dr. Jenilson, participaram da reunião lideranças do PSB, José Afonso Boaventura, presidente do SINDGRAF, Augusto Nepomucena, Presidente do SINDMOVEIS; Márcio Agiolfi presidente do SINDICER; José Luiz, presidente SINPAL; Carlos Afonso presidente SINCON; Francisco Agacis Presidente SINDISORVETES e Jorge Afonso Tomás, Edival Diniz, Antônio Leonidas, Denise Pinho e João Albuquengi, membros da diretoria da Fieac.

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