Geral

Copa de Handebol de Brasiléia começa nesta sexta com 10 equipes

Resultado de projeto aprovado na Lei de Incentivo ao Esporte do estado do Acre, competição tem sete times masculinos e apenas três femininos

Publicados

Geral

Resultado de projeto aprovado na Lei de Incentivo ao Esporte do estado do Acre, competição tem sete times masculinos e apenas três femininos

Copa de Handebol de Brasiléia será diputada nos dias 11 e 12 de outubro

Copa de Handebol de Brasiléia será diputada nos
dias 11 e 12 de outubro

Nesta sexta-feira (11), a partir das 20h, a bola vai quicar pela Copa de Handebol de Brasiléia, competição que é resultado de projeto aprovado na Lei de Incentivo ao Esporte do Estado do Acre. O autor do projeto, Ítalo Borges, é o treinador e responsável pela equipe do Ressaca, umas das participantes do torneio.

Sete equipes masculinas confirmaram presença na competição. São elas: AABB, Assis Brasil, Ifac, Ponte Preta (Brasiléia), Ressaca (Brasiléia), Ufac e Uninorte. Das participantes, apenas o time do Ifac não é filiado à Federação Acreana de Handebol (FACH).

Já as equipes femininas confirmadas são apenas três: AABB, Fênix (Plácido de Castro) e Ressaca (Brasiléia).

Todas as partidas serão disputadas na sexta-feira e no sábado (12), no ginásio poliesportivo Eduardo Lopes Pessoa.

Leia Também:  Veículo roubado em Rio Branco é recuperado em Guajará Mirim - Rondônia

Aos vencedores do naipe masculino, será dado um prêmio de R$ 500, troféu e medalhas. O vice campeão levará R$ 300, além de trófeus e medalhas.

No feminino, a premiação será de troféus, medalhas e R$ 300 para a equipe campeã. A vice campeã receberá R$ 200 mais trófeus e medalas. A entrada para prestigiar a competição é franca.

Por Diego TorresRio Branco, AC

COMENTE ABAIXO:

Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Geral

Projeto Rhuamm, que cria rede de proteção de crianças e adolescentes, é lançado pela Defensoria Pública

Publicados

em

Depois de quase um ano de elaboração, articulações e formação de parcerias, o Projeto Rhuamm – Rede Humanizada de Apoio a Meninas e Meninos, coordenado pelo Núcleo da Cidadania da Defensoria Pública, foi lançado na manhã desta terça-feira, 24, reunindo representantes das instituições que atuarão em conjunto para ampliar as ações preventivas de forma a evitar o abuso e a violência praticada contra crianças e adolescentes em Rio Branco, cidade que abrigará o projeto-piloto.

O nome e a motivação para a criação do projeto vieram do caso envolvendo o menino Rhuan, morto de forma violenta em 2019 pela mãe e a namorada dela, em Brasília. A Defensoria Pública do Acre, por meio do defensor Celso Araújo Rodrigues, que hoje coordena o Núcleo de Cidadania, responsável pelo projeto, se mobilizou para trazer ao Acre o corpo da criança e apoiar a família paterna.

“A Defensoria Pública, diante de uma das suas prerrogativas, que é proteger a criança e o adolescente, criou, desenvolveu e está executando este projeto. A intenção é acolher e tratar crianças vítimas de violência. Os casos serão encaminhados ao núcleo do Projeto, principalmente pelas escolas”, explica o defensor Celso Araújo.

A defensora-geral, Simone Santiago, lembra que o projeto “nasceu naquele fim de semana trágico”. “Primeiro nasceu no coração do Dr. Celso e ele veio conversar comigo e com a Dra. Roberta e nós o abraçamos. Sabíamos que sozinhos, com nosso instrumento, não poderíamos fazer com que esse projeto alcançasse seu objetivo. Minhas palavras são de agradecimento. Sabemos que estamos no caminho certo e avisamos a sociedade de que estamos atentos, que existem vários atores que estão olhando para as crianças. Este é o nosso recado. Estamos todos abraçados por uma causa, das mais justas, que é a proteção de crianças e adolescentes”, ressaltou a defensora-geral.

Leia Também:  Friagem à vista! Acreanos poderão acorda com frio no domingo, diz Friale

O Rhuamm visa estabelecer parceria com o sistema de garantia de direitos e irá capacitar profissionais envolvidos no projeto e nas escolas de ensino infantil e fundamental de Rio Branco, oferecendo também orientação aos gestores escolares e aos pais das crianças de 0 a 11 anos, público-alvo do projeto, entre outras atribuições.

Família de Rhuan participa de solenidade

Parte da família paterna de Rhuan, avós, tias e primo, compareceu ao lançamento do projeto. “Esse projeto é muito importante para as crianças. Vou morrer e ele vai ficar aí pra dar orgulho pra minha família. Espero que as escolas, as diretoras procurem conversar com as crianças, quando verem uma criança triste pra saber o que está acontecendo. Que todas as escolas façam parte desse projeto, porque é muito bom e vai dar resultado”, disse Francisco das Chagas, avô de Rhuan.

A secretária adjunta dos Direitos da Criança e do Adolescente do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Fernanda Ramos Monteiro, que participou do evento de forma virtual, apresentou projetos e ações da política nacional de prevenção à violência contra crianças e adolescentes.

Leia Também:  Vereador eleito em Pauini é preso com droga em Boca do Acre

A secretária adjunta divulgou dados que apontam a redução de 41% do número de mortes por agressão a crianças e adolescentes no Brasil em comparação à média registrada entre 2012 e 2018.

São parceiros do Projeto Rhuamm o Tribunal de Justiça do Acre, Ministério Público, Defensoria Pública da União, Ministério Público do Trabalho, Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente, Sebrae, Polícia Militar, Centro Universitário

Uninorte e Prefeitura de Rio Branco, por meio do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente, SASDH, Seme, Centro Especializado de Referência em Assistência Social, Semsa, Centro Pop e Conselho Tutelar.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

EDUCAÇÃO

CONCURSO

ESPORTE

MAIS LIDAS DA SEMANA