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Cidades Inteligentes: prefeita Socorro Neri participa de seminário sobre mobilidade urbana

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Discutir os desafios e os caminhos de uma Rio Branco melhor para todos, com maior qualidade de vida e mobilidade urbana sustentável este é o objetivo do “Cidades Inteligentes: Seminário de Mobilidade Urbana” realizado pela Câmara Municipal de Rio Branco (CMRB), que conta com a parceria da Prefeitura. 

“Para pensar Rio Branco para o futuro é preciso pensar também nas soluções que precisamos encaminhar no presente. A mobilidade urbana é uma das questões mais importantes e urgentes. Por isso a importância de debates trazendo um olhar técnico sobre um tema que é fundamental para nossa cidade” ressaltou a prefeita Socorro Neri.

Gestores e equipes municipais da área de Transportes e Trânsito e de Infraestrutura e Mobilidade Urbana também participaram do seminário de iniciativa do vereador Eduardo Farias. “Este é um seminário feito a muitas mãos. Apresentamos e a Câmara aprovou, e os parceiros como a Prefeitura de Rio Branco, o senador Sérgio Petecão e as universidades com os cursos de engenharia e de arquitura fazem essa discussão de forma a colaborar com o planejamento e crescimento da nossa cidade”, declarou o vereador.

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Lene Petecão, vereadora que está como presidente em exercício da CMRB, também falou da importância de debater caminhos na construção de uma Rio Branco como cidade inteligente. “Este seminário tem uma grande importância. A mobilidade urbana é isso, precisamos discutir de forma muito sincera sobre uma Rio Branco melhor, mais organizada, mais inteligente para todos”.

Após solenidade de abertura, o engenheiro Ricardo Torres, auditor fiscal de Secretaria Municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana, palestrou aos presentes sobre o tema Mobilidade urbana e qualidade de vida, abordando contextos, desafios e políticas públicas de gestão urbana.

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Promotora da prazo de 10 dias para que a Zeladoria apresente cópias de documentos da agenda de coleta de lixo em Rio Branco

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A Secretaria Municipal de Zeladoria da Cidade de Rio Branco – SMZC, paga mensalmente à empresa LIMPEBRAS ENGENHARIA AMBIENTAL LTDA, a monta de aproximadamente R$ 1.600.000,00 (hum milhão e seiscentos mil reais) pela coleta de lixo domiciliar, ao preço aproximado de R$0,26 (vinte e seis centavos) por kilo de lixo coletado e depositado na UTRE – Unidade de Tratamento de Resíduos Sólidos.

O objeto do contrato prevê: coleta e transporte de resíduos sólidos regulares; coleta e transporte de contêineres; serviço de manutenção e higienização de contêineres para a coleta mecanizada na área central da cidade.

Conforme previsão contratual, a coleta será de resíduos sólidos domiciliares. Não se incluindo, portanto, resíduos orgânicos, eletrônicos, hospitalares, comerciais, industriais ou provenientes da construção civil, agrícolas, têxteis, metais, ou de outras classificações.

Ocorre que o lixo diariamente coletado, através dos caminhões coletores, não é fiscalizado. Não há fiscais para verificar um a um dos caminhões coletores. A Secretaria Municipal de Zeladoria da Cidade de Rio Branco – SMZC, através da Direção Operacional, órgão responsável pela fiscalização, NÃO FISCALIZA “por dentro”, cada um dos veículos coletores, e nem mesmo antes do descarregamento na Unidade de Tratamento de Resíduos Sólidos – UTRE, localizada na BR-364. Não há fiscalização durante a pesagem e nem durante o descarregamento do lixo. Não há relatórios e nem fiscais.

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Há fortes indícios de que os caminhões coletores façam a coleta e o transporte também de resíduos sólidos em desacordo com as previsões do contrato, e até mesmo de lixo eletrônico e entulhos recolhidos da limpeza urbana, como lama, barro e dejetos semi-sólidos.

A coleta de resíduos não classificados no contrato nº. 01140013/2021, enseja elevado dano ao erário municipal, uma vez que o débito da municipalidade com a referida empresa, mensalmente, é superior a um milhão e meio de reais.

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Veja o Vídeo Abaixo: A leseira dessa turma da potoca parece não ter limites e também falta a eles conhecimento da minha história no Amapá. No contra-ataque de hoje, vai uma aula sobre minha vida no Amapá. Do Santina Rioli, passando pelo CCA e pela UNIFAP até os dias como professor e parlamentar. Criei raízes no antigo bairro da Favela, hoje Santa Rita, onde moro até hoje. Mas essas e tantas outras coisas são ignoradas pelos que vivem da mentira. Já a gente, compartilha a verdade.

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