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Ciclistas disputam 1º Open Rio Branco sob intenso calor

Com 43m40s, Elionai Silva ultrapassou Paulo César na última volta e garantiu o título nos 25km. Competição teve a participação de 56 atletas

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Com 43m40s, Elionai Silva ultrapassou Paulo César na última volta e garantiu o título nos 25km. Competição teve a participação de 56 atletas

Open Rio Branco de Ciclismo no Parque da Maternidade (Foto: Nathacha Albuquerque)

Open Rio Branco de Ciclismo no Parque da Maternidade (Foto: Nathacha Albuquerque)

Por Nathacha Albuquerque Rio Branco, AC

Sob um calor de quase 40°C, 63 atletas participaram do 1º Open Rio Branco de Ciclismo, realizado neste domingo no Parque da Maternidade, na capital acreana. O ponto de largada e encontro entre a galera do pedal foi a Biblioteca da Floresta. Na categoria elite, a mais disputada e esperada do dia, Elionai Silva venceu a prova com 43m40s.

A disputa foi dividida em três provas, em um circuito fechado. Na categoria A (de 14 à 18 anos), seis rapazes percorreram 12,5km em 10 voltas. Apesar de uma queda durante o percurso, Ardeley Ramilho se recuperou rápido e concluiu a prova em 25m7s, com folga em relação aos outros ciclistas. Completou a décima volta enquanto os adversários ainda fechavam a nona.

Já na categoria B (acima de 18 anos), foram 12 voltas, com 15km bem concorridos. Homens e mulheres superaram o calor e pedalaram forte em busca do título para a comunidade. Roberto Gonçalves venceu em 32m13s. Liberdade Morais foi a campeã do feminino.

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Fechando a competição, os atletas profissionais empolgaram o público presente, com muita velocidade e adrenalina nos 25km. A disputa foi acirrada. Um grupo permaneceu ‘colado’ durante todo o percurso. O atleta Paulo César se manteve na primeira colocação durante toda a prova, mas foi ultrapassado no fim da 20ª e última volta por Elionai Silva, que venceu aos 43m40s.

Para o atleta, que já pedala profissionalmente há quase sete anos, a raça da equipe do Segundo Distrito foi responsável pela vitória final.

– Foi uma corrida bem desgastante. O calor afetou muito, mas utilizamos a estratégia de não nos cansarmos nas primeiras voltas. Nos momentos finais, os garotos da equipe ajudaram, mantendo suas colocações. Deixei o Paulo à frente e na última volta dei um sprint. Estou muito satisfeito porque foi acirrado e emocionante – explicou o campeão da categoria de elite.

Open Rio Branco de Ciclismo no Parque da Maternidade (Foto: Nathacha Albuquerque)

Open Rio Branco de Ciclismo no Parque da Maternidade (Foto: Nathacha Albuquerque)

Transporte e esporte alternativo

Pedalar faz bem para o corpo e para mente. Além destes benefícios, o 1º Open de Ciclismo de Rio Branco visa estimular o uso da bicicleta como meio de transporte alternativo e agora faz parte do calendário esportivo anual. É o que afirma o secretário municipal de esportes, Afrânio Moura.

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– Fizemos duas provas abertas à comunidade, justamente para incentivar ao ciclismo. Não só como esporte, mas também como uma forma de se locomover na cidade. Temos uma das maiores malhas ciclísticas do Brasil e devemos aproveitar isto, trazendo mais saúde e à população e ajudando a desafogar o trânsito também – ressalta.

A estudante Amanda Ferreira, de 15 anos, assistiu pela primeira vez uma competição de ciclismo e se mostrou animada a pedalar profissionalmente.

– Sempre gostei de bicicleta, mas hoje percebi que pode ser um esporte diferente. Me empolguei com o clima da competição e fiquei com vontade de treinar, levar mais a sério. Pedalar é sempre revigorante, imagina correr com outros ciclistas. Foi uma ótima prova – destaca a jovem.

Confira os resultados do 1º Open Rio Branco:

Categoria A (até 18 anos)

1º colocado – Ardeley Ramilho
2º colocado –  Hèlio Victor
3º colocado – Kelvisson Monteiro

Categoria B (acima de 18 anos)

1º colocado – Roberto Gonçalves
2º colocado – Baiano Fernandes
3º colocado – Mikael Lessa

Força Livre (Elite)

1º colocado – Elionai Silva
2º colocado – Paulo Cesar
3º colocado – Leibe dos Santos

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Promotora da prazo de 10 dias para que a Zeladoria apresente cópias de documentos da agenda de coleta de lixo em Rio Branco

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A Secretaria Municipal de Zeladoria da Cidade de Rio Branco – SMZC, paga mensalmente à empresa LIMPEBRAS ENGENHARIA AMBIENTAL LTDA, a monta de aproximadamente R$ 1.600.000,00 (hum milhão e seiscentos mil reais) pela coleta de lixo domiciliar, ao preço aproximado de R$0,26 (vinte e seis centavos) por kilo de lixo coletado e depositado na UTRE – Unidade de Tratamento de Resíduos Sólidos.

O objeto do contrato prevê: coleta e transporte de resíduos sólidos regulares; coleta e transporte de contêineres; serviço de manutenção e higienização de contêineres para a coleta mecanizada na área central da cidade.

Conforme previsão contratual, a coleta será de resíduos sólidos domiciliares. Não se incluindo, portanto, resíduos orgânicos, eletrônicos, hospitalares, comerciais, industriais ou provenientes da construção civil, agrícolas, têxteis, metais, ou de outras classificações.

Ocorre que o lixo diariamente coletado, através dos caminhões coletores, não é fiscalizado. Não há fiscais para verificar um a um dos caminhões coletores. A Secretaria Municipal de Zeladoria da Cidade de Rio Branco – SMZC, através da Direção Operacional, órgão responsável pela fiscalização, NÃO FISCALIZA “por dentro”, cada um dos veículos coletores, e nem mesmo antes do descarregamento na Unidade de Tratamento de Resíduos Sólidos – UTRE, localizada na BR-364. Não há fiscalização durante a pesagem e nem durante o descarregamento do lixo. Não há relatórios e nem fiscais.

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Há fortes indícios de que os caminhões coletores façam a coleta e o transporte também de resíduos sólidos em desacordo com as previsões do contrato, e até mesmo de lixo eletrônico e entulhos recolhidos da limpeza urbana, como lama, barro e dejetos semi-sólidos.

A coleta de resíduos não classificados no contrato nº. 01140013/2021, enseja elevado dano ao erário municipal, uma vez que o débito da municipalidade com a referida empresa, mensalmente, é superior a um milhão e meio de reais.

E Veja Também no 3 de Julho Brasil 24 Horas

Veja o Vídeo Abaixo: A leseira dessa turma da potoca parece não ter limites e também falta a eles conhecimento da minha história no Amapá. No contra-ataque de hoje, vai uma aula sobre minha vida no Amapá. Do Santina Rioli, passando pelo CCA e pela UNIFAP até os dias como professor e parlamentar. Criei raízes no antigo bairro da Favela, hoje Santa Rita, onde moro até hoje. Mas essas e tantas outras coisas são ignoradas pelos que vivem da mentira. Já a gente, compartilha a verdade.

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