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Bolsonaro mandou FAB sobrevoar STF acima da velocidade do som para estourar os vidros do prédio, diz ex-ministro da Defesa, Raul Jungmann

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Revelação foi feita pelo ex-ministro da Defesa, Raul Jungmann, e diz que isso motivou a saída dos comandantes militares – Foto: ABr | Marinha do Brasil/Filckr

Íris Costa / Congresso em Foco – O ex-ministro da Defesa e Segurança Pública Raul Jungmann afirmou que os últimos comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica deixaram seus cargos, em março, por respeito à Constituição Federal e por não se dobrarem às pressões políticas do presidente Jair Bolsonaro. “Os três foram demitidos porque se recusaram a envolver as Forças Armadas nas declarações e nos atos do presidente da República”, disse o ex-ministro do ex-presidente Michel Temer à revista Veja.

Jungmann revelou um episódio que, segundo ele, foi a gota d’água para a saída dos comandantes: “Ele (Bolsonaro) chamou um comandante militar e perguntou se os caças Gripen estavam operacionais. Com a resposta positiva, determinou que sobrevoassem o STF acima da velocidade do som para estourar os vidros do prédio. Bolsonaro mandou fazer isso, tenho um depoimento em relação a isso. Ao confrontá-lo com o absurdo de ações desse tipo, eles foram demitidos.”

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Jungmann demonstrou preocupação com as “aventuras golpistas” do presidente Jair Bolsonaro e, principalmente, com as tentativas dele de colocar as Forças Armadas contra outras instituições democráticas, como o Congresso e o Supremo Tribunal Federal. “Existe uma constante atuação de constrangimento por parte do presidente da República, para forçar as Forças Armadas a endossar os atos e as falas dele”, destacou.

O ex-ministro afirmou que existe no alto oficialato uma visão bastante crítica a respeito do Supremo Tribunal Federal. “Os militares têm uma leitura de que o STF não está deixando o presidente Bolsonaro governar”, disse o pernambucano. Segundo ele, também há leitura equivocada de que o STF destruiu a Operação Lava Jato. “É algo preocupante”, reforçou.

Em relação às eleições de 2022, Raul Jungmann antevê que podem ocorrer problemas durante a disputa. “Existem riscos. A campanha de Bolsonaro para desmoralizar o voto eletrônico envolve, no fundo, retirar credibilidade do Tribunal Superior Eleitoral”. Ele acredita, no entanto, que as Forças Armadas não estão disponíveis para nenhuma aventura ou golpe. “Não tem nenhuma força política a favor disso, muito pelo contrário. Seria um raio em céu azul”, disse.

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O Congresso em Foco enviou mensagem para a assessoria de imprensa do Planalto, questionando o episódio relatado pelo ex-ministro e aguarda retorno. Este texto será atualizado caso a Presidência se manifeste.

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Leo de Brito apresenta denúncia contra presidente da Petrobras por práticas abusivas no aumento de combustíveis

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O deputado federal Leo de Brito (PT-AC) e parlamentares da bancada do Partido dos Trabalhadores (PT) na Câmara dos Deputados apresentaram denuncia, na Procuradoria da República no Distrito Federal, contra o presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, alegando que ele está cometendo crime contra a ordem econômica e contra as relações de consumo praticado pela presidência da Petrobras.

A denúncia ressalta que desde 2016 o consumidor brasileiro vem sofrendo prejuízos, agravados consideravelmente ao longo do ano de 2021, em razão de práticas abusivas praticadas pela Petrobras S.A., em razão das políticas estabelecidas pelo presidente Joaquim Silva e Luna na prática de reajuste de combustíveis.

“Não existe lei. O Preço de Paridade de Importação [PPI] é uma escolha de governo, instituída por Michel Temer e mantida por Jair Bolsonaro e pelo atual presidente da Petrobras”, destaca o documento assinado por Leo de Brito.

Quanto aos crimes contra a ordem econômica e contra as relações de consumo, a denúncia destaca que vários são os princípios constitucionais reitores da ordem econômica previstos no artigo 170 da Constituição Federal. “Esse dispositivo define que, a ordem econômica tem por fundamentos a valorização do trabalho humano e a livre iniciativa e por objetivo assegurar a todos existência digna, conforme os ditames da justiça social”.

Bohn Gass, Leo de Brito, Reginaldo Lopes, Padre João, Patrus Ananias, José Guimarães, Paulão, Carlos Zarattini, Joseildo Ramos e Enio Verri pedem adoção de providências legais imediatas (administrativas ou judiciais) com vistas à apuração das infrações e da autoria das ações expostas no documento de denúncia apresentado à Procuradoria da República no Distrito Federal, propondo, ao final, as medidas cabíveis.

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“Diante da gravidade dos fatos, requer-se desde já a adoção das seguintes providências preliminares: Abertura de Inquérito Civil e posterior Ação Civil Pública e promoção das demais ações judiciais pertinentes; responsabilização de todos quantos tenham, por ação ou omissão, dado causa aos ilícitos noticiados. Esperamos contar com a sempre diligente e combativa atuação do Ministério Público, em defesa da ordem democrática e da sociedade brasileira”, concluem os parlamentares da bancada do PT na Câmara.

Visita ao TCU para tratar da privatização da Eletrobras

E ainda preocupado e atento a outro aumento que vem causando transtornos aos acreanos, o deputado federal Leo de Brito foi ao Tribunal de Contas da União (TCU) para tratar sobre o processo de desestatização da Eletrobras.

“Acabamos de receber a notícia de que teremos mais um aumento na energia elétrica, anunciado pela Aneel [Agência Nacional de Energia Elétrica], a partir da próxima segunda-feira, dia 13. Será um aumento de quase 10% para as 280 mil unidades consumidoras no Acre. O povo não aguenta mais isso. Por isso, estou no TCU para tratar dessa maquiagem que fizeram para privatizar a Eletrobras”, afirmou Brito.

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Veja o Vídeo Abaixo: Vereador diz que o prefeito Kiefer Cavalcante paga mais de 5 mil para dono de empresa que faz faculdade em Rio Branco – Vereador Ronaldo Reis de Feijó, gravou um vídeo onde fez graves denúncias contra a atual gestão do prefeito Kiefer Cavalcante a quem acusa de perseguição política e possível pagamentos irregulares em sua gestão. De acordo com o vereador, o prefeito demitiu a sua esposa só aconteceu depois que trouxe a tona um pagamento supostas irregularidades o que confirma a perseguição política que vem sofrendo por parte do gestor.

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