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Bolsonaro diz que deputados votaram contra voto impresso por “medo de retaliação” de Barroso

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Bolsonaro ainda voltou a atacar, mais um vez sem provas, o sistema eleitoral e o TSE, dizendo que “querem eleger uma pessoa na fraude” – Alan Santos/PR/Flickr

Brasil 247 – Em conversa com apoiadores na manhã desta quarta-feira (11), Bolsonaro atribuiu a derrota na votação da PEC do Voto Impresso, rejeitada pela Câmara nesta terça-feira (10), ao “medo de retaliação” que deputados teriam da parte do  presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso.

Bolsonaro voltou a ameçar as eleições de 2022: “Sinalizamos uma eleição em que não vai se confiar no resultado da apuração. Não tem explicação o que estão fazendo. O que estão fazendo é eleger uma pessoa na fraude, uma pessoa que esteve aqui à frente do Executivo, não vamos chamar de presidente”.

Os 229 votos a favor do voto impresso na noite desta terça-feira revelariam que “metade não acredita 100% na lisura dos trabalhos do TSE” e, os votos contra (218), seria por “medo de retaliações” do presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso.

“Dessa outra metade que votou contra, você tira PT, PCdoB, PSOL… Para eles é melhor voto eletrônico, como tá aí. Desses outros que votaram contra, muita gente votou preocupado. Estão com problemas essas pessoas ai e resolveram votar com o presidente do TSE. Os que se abstiveram numa votação online, a abstenção é difícil acontecer. Não votaram. Ficaram preocupados com retaliações”, disse Bolsonaro, repetindo por diversas vezes sua narrativa do medo de retaliação.

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Sem apresentar provas, Bolsonaro insistiu que parte dos deputados que votou contra a PEC do Voto Impresso votou “chantageada”. 

“Quero agradecer a metade do parlamento, parte da outra metade que votou contra – que acredito que votou chantageada -, uma outra parte que se absteve, né? Essa parte, não são todos, mas alguns ali, que não votaram por medo de retaliação”, afirmou.

Sem apresentar provas, Bolsonaro insistiu que parte dos deputados que votou contra a PEC do Voto Impresso votou “chantageada”. 

“Quero agradecer a metade do parlamento, parte da outra metade que votou contra – que acredito que votou chantageada -, uma outra parte que se absteve, né? Essa parte, não são todos, mas alguns ali, que não votaram por medo de retaliação”, afirmou.

Bolsonaro ainda voltou a atacar, mais um vez sem provas, o sistema eleitoral e o TSE, dizendo que “querem eleger uma pessoa na fraude”. 

Assista ao vídeo: 

https://youtu.be/4m2vEw4Wfdo

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Veja o Vídeo Abaixo: O município de Bujari se Limita ao norte com o Amazonas, ao sul com o município de Rio Branco, a leste com o município de Porto Acre e a oeste com o município de Sena Madureira. Sua área é de 3.467,681 km², com uma densidade demográfica (hab/km²) de 3,00 , sendo que em 2010 possuía um IDHM de 0,589.

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O município de Bujari originou-se no início de 1968/1969, por remanescentes indígenas que se integraram a sociedade ali instalada, com a construção da BR 364, trecho Rio Branco/Sena Madureira. Povoado elevado à categoria de Vila, em 1986. Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Bujari, pela Lei Estadual nº 1031, de 28 de abril de 1992, alterado pela Lei Estadual nº 1066, de 9 de dezembro de 1992, que o desmembrou de Rio Branco, assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

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Deputada Perpétua Almeida garante emenda para fabricação de absorventes e fraldas por Reeducandas

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Para garantir o cumprimento da Lei da Dignidade Menstrual, em visita a delegada Márdhia El-Shawwa e sua equipe, a deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB-AC) garantiu emenda parlamentar no valor de R$ 200 mil para a fabricação de absorventes e fraldas geriátricas e infantis.

A ideia é que, através do Programa Acre Pela Vida, as reeducandas do Sistema Penitenciários do Acre sejam capacitadas para produzir absorventes e fraldas, que serão distribuídos para famílias carentes.

“Acredito que é possível a gente trabalhar esse programa. Essa questão da dignidade menstrual me anima, inclusive o Acre foi um dos poucos estados que o governo sancionou o projeto. Também conseguimos resolver essa questão de fraldas geriátricas e infantil com a mesma máquina. Assumo esse compromisso, vamos conhecer o programa em alguns lugares, ver como funciona e do que precisamos para implantar no Acre”.

A coordenadora do Programa e delegada Márdhia El-Shawwa explica que o objetivo da iniciativa é contemplar áreas de vulnerabilidade social por meio de mecanismos que contribuem para a geração de emprego, combate à extrema pobreza e políticas públicas voltadas para a educação, saúde, cultura, esporte, lazer e que contribuam para o desenvolvimento humano e econômico.

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“O programa trabalha a transversalidade, embora esteja dentro da Segurança Pública, o programa tem alcance nos 22 municípios do estado. Apresentamos o programa, mostramos os projetos e ficamos muito felizes de a deputada ter aceitado de nos ajudar em um dos projetos. Essa parceria vai gerar frutos dignos sobretudo para as famílias em vulnerabilidade social e egressos do sistema penitenciários”.

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Veja o Vídeo Abaixo: Com o intuito de ajudar na manutenção do espaço do Educandário Santa Margarida, que atende crianças de zero a 12 anos de idade, o deputado Leo de Brito está destinando R$ 350 mil, por meio de emenda, à instituição. A emenda será viabilizada por meio de convênio com o Tribunal de Justiça do Estado do Acre (TJAC).

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