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A ‘Folha de S. Paulo’ tenta impedir Dilma de denunciar o golpe na ONU

Jornal de Otavio Frias diz que a presidente Dilma Rousseff “abalará mais um pouco a imagem do Brasil”

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Jornal de Otavio Frias diz que a presidente Dilma Rousseff “abalará mais um pouco a imagem do Brasil” se “alimentar a convicção esdrúxula e que a imprensa internacional vai apoiá-la contra o impeachment”

A ‘Folha de S. Paulo’ critica a iniciativa de Dilma Rousseff de denunciar o golpe na tribuna da ONU. O jornal de Otavio Frias diz que Dilma “abalará mais um pouco a imagem do Brasil” se “alimentar a convicção esdrúxula e que a imprensa internacional vai apoiá-la contra o impeachment”: ‘Nas Nações Unidas, a presidente colherá quando muito apoios de aliados latino-americanos de menor envergadura, como Evo Morales. O restante dos presentes à cerimônia de assinatura do Acordo de Paris decerto tomarão como insólita (se não oportunista) a tática de instrumentalizar uma reunião sobre mudança do clima para fazer propaganda dirigida ao público brasileiro e, pior, em causa própria, não no interesse nacional’, afirma.

Se não voltar atrás em mais uma atitude mal concebida na solidão do Planalto, a presidente Dilma Rousseff (PT) embarcará para Nova York com uma péssima ideia na bagagem: denunciar na ONU o suposto golpe de Estado representado pelo processo de impeachment.

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Em seu bunker palaciano, a presidente parece alimentar a convicção esdrúxula de que a imprensa internacional estaria propensa a apoiá-la. É um equívoco. Há de tudo entre os vários comentários publicados sobre o impedimento.

Mesmo se estivesse certa, ainda seria um ato irresponsável. A Presidência não é de Dilma, nem do PT, mas da República. Toca a quem a ocupa zelar por seu bom conceito aqui e alhures, e não solapá-lo.

Não há reparos a fazer ao processo de impeachment, até aqui, do ponto de vista institucional. Se não faltam figuras políticas lamentáveis na sua condução, cabe assinalar que são representantes eleitos de forma tão democrática quanto o foi a própria presidente.

De resto, os parlamentares não procedem de modo arbitrário neste julgamento político. Avançam dentro dos parâmetros legais e sob controle do Supremo Tribunal Federal.

Pode-se questionar, como fez esta Folha, se as chamadas pedaladas fiscais constituem motivo suficiente para o impeachment. Não se pode negar, entretanto, que a prática figura entre os crimes de responsabilidade descritos em lei, nem que os deputados detêm autorização constitucional para emitir juízo sobre o assunto.

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Está portanto alicerçado em boas razões o ministro Celso de Mello, decano do Supremo, quando emite sua opinião sobre o plano de Dilma na ONU: “É um grande equívoco reduzir-se o procedimento constitucional de impeachment à figura do golpe de Estado.”

Nas Nações Unidas, a presidente colherá quando muito apoios de aliados latino-americanos de menor envergadura, como Evo Morales. Seria imprudência Dilma entusiasmar-se com as manifestações impensadas dos secretários-gerais da OEA, Luis Almagro, e da Unasul, Ernesto Samper. É improvável que suas organizações as chancelem.

O restante dos presentes à cerimônia de assinatura do Acordo de Paris decerto tomarão como insólita (se não oportunista) a tática de instrumentalizar uma reunião sobre mudança do clima para fazer propaganda dirigida ao público brasileiro e, pior, em causa própria, não no interesse nacional.

Com o mau passo, Dilma Rousseff apenas abalará mais um pouco, em seu desleixo diplomático, a imagem do Brasil como democracia funcional e estável, reconstruída a duras penas por Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Dilma

Fonte: brasil247.com

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Na Fieac, Dr. Jenilson se reúne com representantes da indústria e apresenta propostas para o Senado

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O candidato ao Senado, Dr Jenilson Leite (PSB), se reuniu com representantes das indústrias do Acre e com membros da diretoria da Federação das Indústrias do Acre (Fieac), na tarde desta quinta-feira (11), para apresentar suas propostas e ouvir as demandas de um dos mais importantes setores da economia acreana.

Para o candidato, investir em setores que possam tirar o Acre da dependência de repasses públicos é a solução para o desenvolvimento.

“Nós precisamos encontrar saídas econômicas para além das rotinas de repasses federais. Hoje a nossa agricultura e pecuária representam, juntos, apenas 8% do nosso PIB, indústria 7% e comércio 13% , a saída hoje é estimular o crescimento desses setores ou vamos seguir nessa ciranda de um limite prudencial do estado estourado e sem poder gerar expectativa de trabalho para nossa população e ao meu ver precisamos ter políticos que lá em Brasília lutem por isso, pelo crescimento do comércio, da indústria, da pecuária, da agricultura e os demais setores”.

As estradas são um dos principais entraves para o desenvolvimento econômico do Acre, de acordo com a visão dos empresários que afirmaram que os setores estão carentes de incentivos fiscais e esbarram constantemente em burocracias que intimidam a expansão dos negócios.

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Para Jenilson o Senado será o local crucial para alcançar importantes melhorias para o Acre.

“Eu não tenho dúvidas que chegando ao Senado, iremos nos articular para que leis, incentivos e mediar junto ao governo federal, uma série de ações que ao meu ponto de vista são importantes para o estado. Eu tenho uma visão de que uma das principais responsabilidades de um político é trabalhar pelo desenvolvimento do estado nos mais diferentes aspectos. As leis votadas lá são fundamentais por melhorias para nosso estado e país. Algumas decisões federais negligenciaram nosso estado em alguns aspectos, e um deles é a infraestrutura, sobretudo as BRs”, afirma.

Além do Dr. Jenilson, participaram da reunião lideranças do PSB, José Afonso Boaventura, presidente do SINDGRAF, Augusto Nepomucena, Presidente do SINDMOVEIS; Márcio Agiolfi presidente do SINDICER; José Luiz, presidente SINPAL; Carlos Afonso presidente SINCON; Francisco Agacis Presidente SINDISORVETES e Jorge Afonso Tomás, Edival Diniz, Antônio Leonidas, Denise Pinho e João Albuquengi, membros da diretoria da Fieac.

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