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A disputa pelo Ministério da Fazenda de Temer se afunilou em dois nomes

A disputa pelo Ministério da Fazenda de um eventual governo Michel Temer se afunilou em dois nomes.

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A disputa pelo Ministério da Fazenda de um eventual governo Michel Temer se afunilou em dois nomes.

Na tarde de sábado, o vice-presidente Michel Temer teve uma longa conversa com Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central. Ontem, preocupado com o risco de perder influência sobre o eventual governo de Michel Temer, o senador José Serra (PSDB-SP) desembarcou no Palácio do Jaburu.

Meirelles seria um nome natural para o Ministério da Fazenda, pois foi presidente do Banco Central durante os oito anos do governo Lula e contribuiu para que o Brasil atingisse o chamado “grau de investimento”. Ele chegou, inclusive, a ser defendido pelo ex-presidente Lula junto à presidente Dilma Rousseff como uma solução para os problemas da economia.

Serra, por sua vez, sonha em ser para Michel Temer o que Fernando Henrique Cardoso foi para Itamar Franco – um superministro da economia de um governo de transição que, em seguida, se viabilizaria candidato à presidência da República.

De acordo com reportagem do jornal Valor Econômico desta segunda-feira, Serra e Meirelles são os nomes que estão no páreo para a Fazenda. Ambos exigem controle total sobre a economia, podendo definir nomes do Planejamento, o Banco Central, o Banco do Brasil, o BNDES e a Caixa Econômica Federal.

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O grande problema é que Serra e Meirelles pensam de forma praticamente antagônica – o que revela que Temer pode estar completamente perdido sobre como tirar a economia do atoleiro em que se encontra. Enquanto Meirelles prima pela ortodoxia econômica, Serra vem da escola da Unicamp e representa seu oposto – e por isso mesmo jamais teve espaço efetivo na condução econômica do governo FHC.

Numa entrevista recente, Serra afirmou que Meirelles foi “o pior presidente da história do BC”, em razão, segundo ele, da sobrevalorização cambial, que teria matado a indústria brasileira. “Não lembro de presidente do Banco Central tão ignorante ou comprometido com especulação cambial como esse senhor”, disse Serra em dezembro do ano passado.

Meirelles, no entanto, representou exatamente o oposto. Assim que assumiu o Banco Central, definiu como prioridade zerar a dívida cambial do País, o que fez com que, nos oito anos da era Lula, o Brasil experimentasse um período de baixa volatilidade cambial, inflação baixa e alto crescimento, que foi coroado com o grau de investimento.

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disputa pelo Ministério da Fazenda

Fonte: brasil247.com

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Jenilson Leite conclui agenda no Pará na Embrapa da Amazônia Oriental em busca da expansão da produção de açaí no Acre

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Nesta segunda-feira (6), o deputado estadual Jenilson Leite ( PSB) e a comitiva acreana de parlamentares, prefeito, secretários, vereadores e técnicos agrícolas que foram ao Estado do Pará com o objetivo de conhecer a cadeia produtiva e a indústria de açaí, concluíram a agenda com uma reunião com os pesquisadores da Embrapa da Amazônia Oriental. Ainda nesta segunda-feira, parte da comitiva esteve mais uma vez no Banco da Amazônia para discutir as linhas de créditos disponíveis para investir na produção em solo acreano.

Para o deputado Jenilson Leite, que articulou a ida da comitiva ao Pará, a ideia é desenvolver no Acre o mesmo modelo de cultiváveis do açaí, observando as peculiares do nosso estado, mas para isso é preciso do apoio da Embrapa e do Basa. ” Concluímos nossa agenda buscando apoio técnico e financeiro para investir na produção de açaí no Acre. Com o apoio do Basa e da Embrapa da Amazônia Oriental, os produtores paraenses conseguiram transformar o estado no maior produtor de açaí do Brasil. Alguns produtores trocaram a criação bovina e passaram a investir no plantio de açaí. O resultado tem sido positivo, gerando milhares de emprego, criação de mais de 300 indústrias e cinco bilhões reais por ano no PIB do estado, somente com a venda do fruto”, afirma Leite.

Na sede da Embrapa, a comitiva foi recebida pelos pesquisadores João Tomé de Farias Neto e Márcia Mota Maués, e o chefe geral da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Walkymário Lemos.

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Na palestra à comitiva, o pesquisador João Tomé, destacou a importância de fazer a confecção de mudas, adubação, espaçamento , polinização e o manejo da cultura da fruta como um todo. ” Não tenho dúvidas que neste evento todo mundo ganhou , porque foi uma troca de ideia entre o pesquisador e várias pessoas que são produtores de açaí. Para que realmente comece a dar certo é preciso que seja bem planejado, ou seja, implementar essas cultiváveis com sucesso”, destacou. Ele também enfatiza que para o Estado do Para, ” o açaí é a segunda cultura mais importante da Amazônia , depois da mandioca. Isso é uma alternativa econômica viável para o pequeno, médio e grande produtor, seja do Pará, seja do Acre”.

No tocante a produção do açaí, o pesquisador destaca que o estado produz em média 60 milhões de toneladas anualmente. ” Essa quantidade representa um volume bastante expressivo, porque totaliza quase 93% do fruto do açaí produzido na região da Amazônia. Se a gente transformar a produção em poupa para vender no estado e para exportações, chegamos a cifra de bilhões que o açaí promove na economia. Isso é mais importante do que toda a cadeia produtiva do cacau no Brasil”, destaca.

A pesquisadora Márcia Maués lembrou da importância de conversar áreas de florestas naturais no entorno dos plantios de açaí. ” Nós estamos estudando as interações plantas polinizadoras do açaí. E vimos que ele atrai uma mega diversidade de insetos florais, com destaque para as abelhas nativas com ferrão e sem ferrão. E para que ocorra a produção do fruto é muito importante que essas abelhas estejam presentes nas áreas cultiváveis e elas vem das florestas naturais, no entorno da plantação. Por isso, é importante conversar as florestas, porque sem abelhas não temos produção”.

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Veja o Vídeo Abaixo: Vereador diz que o prefeito Kiefer Cavalcante paga mais de 5 mil para dono de empresa que faz faculdade em Rio Branco – Vereador Ronaldo Reis de Feijó, gravou um vídeo onde fez graves denúncias contra a atual gestão do prefeito Kiefer Cavalcante a quem acusa de perseguição política e possível pagamentos irregulares em sua gestão. De acordo com o vereador, o prefeito demitiu a sua esposa só aconteceu depois que trouxe a tona um pagamento supostas irregularidades o que confirma a perseguição política que vem sofrendo por parte do gestor.

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