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Saída de multinacionais evidencia fracasso da política econômica de Guedes e Bolsonaro

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A saída acentuada de grandes multinacionais do Brasil revela o fracasso da política econômica do governo Jair Bolsonaro, capitaneada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e sinaliza que a situação deverá se estender pelos próximos anos. Desde o ano passado, empresas como Ford, Walmart, Sony, além de farmacêuticas e laboratórios como Roche e Eli Lilly deixaram o país e o movimento não dá sinais que irá estancar, dizem os economistas. 

“O Brasil dá sinais de crescimento pífio, com muitos problemas sociais agravados pela pandemia”, diz. De 2017 a 2019, por exemplo, o país teve média anual de crescimento de 1,5%”, disse o economista-chefe do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), Rafael Cagnin, ao jornal Folha de S. Paulo

O fraco desempenho da economia, associada ao avanço da pandemia de Covid-19, fez com que a entrada líquida do investimento estrangeiro direto no Basil ao longo do ano passado registrasse uma retração de 50,6% quando em comparação com o exercício anterior. 

Em março deste ano, porém, o investimento estrangeiro no País cresceu 17% em relação a fevereiro, mas Cagnin observa que uma retomada a longo prazo ainda está distante. “Podemos até atrair investimentos em commodities e em setores de infraestrutura, mas as deficiências vão continuar em muitas outras áreas”, avaliou.

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Ainda segundo ele, os erros do governo Jair Bolsonaro também contribuem para a fuga das multinacionais. “A gente não tem uma melhora de performance do ponto de vista sanitário, de como gerir e lidar com o surto de Covid-19. Não fizemos lockdowns adequados, vivemos de abre e fecha, temos uma vacinação lenta e cheia de erros, além de desemprego”, destacou. “O governo poderia ajudar a reduzir graus de incerteza, mas não faz isso”, completou o economista. 

De acordo com a reportagem, um ranking de vulnerabilidade macroeconômica, elaborado pela consultoria MB Associados, aponta que o Brasil ocupa a antepenúltimo posição, com 62% de vulnerabilidade. Na comparação com 18 outros países, o Brasil só está melhor que a Argentina (74%) e África do Sul (67%).

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Veja o Vídeo Abaixo: Em seu segundo mandato de prefeita, Fernanda Hassem está deixando a desejar. Não está cumprindo os acordos firmado inclusive este na comunidade Quixadá no km 26, e também vários espaços públicos do município estão abandonado como é o caso da quadra do bairro José Moreira, conforme foi denunciado pelo Vereador Leomar Barbosa.

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Prefeitura de Cruzeiro do Sul já está vacinando crianças, abaixo de 12 anos, contra covid-19

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A Prefeitura de Cruzeiro do Sul, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, deu início nesta segunda-feira,17, a vacinação contra a covid-19, de crianças abaixo de doze anos.

Nesta primeira etapa a secretaria recebeu, no último sábado, 740 doses do imunizante e adotou a estratégia de começar a vacinação em escolas que estão com atividades presenciais. As escolas são: Escola São José, Hugo Carneiro, Presbiteriana e Antônio de Barros Freire. O público destinado nesta ação é o de crianças entre 10 e 11 anos, que devem comparecer acompanhadas de um responsável, levando sua carteira de vacinação. Esta etapa alcança uma parte deste público, e a vacinação terá continuidade conforme a chegada de novas doses, que serão enviadas pelo Programa Nacional de Imunização (PNI).

“Esta estratégia adotada visa direcionar as vacinas para este público de maneira mais ordenada, uma vez que ainda não dispomos das doses para todos, e assim temos maior controle sobre a vacinação. Mas já avisamos que, tão logo recebamos novas doses, faremos novas etapas de vacinação para abranger todo este público. A vacina sempre foi uma prioridade da gestão e iremos elaborar as estratégias de acordo com o total enviado a cada remessa”, explicou a secretária municipal de saúde Valéria Lima.

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“Eu estava muito ansioso e nervoso também, pela vacina, mas nem doeu tanto”, disse Herbert Enes Martins, de 11 anos.

O ato de vacinação contou com a presença de muitos pais que estavam ansiosos para imunizarem seus filhos.
“Havia uma expectativa muito grande dessas crianças e dos pais, para que eles também tivessem a oportunidade de serem imunizados. Esse momento chegou. A quantidade de vacinas que recebemos não foi grande, mas a gente acredita que vamos receber essa quantidade toda semana e, de acordo com as doses que forem chegando, nós também vamos avançando para o público de nove, de oito e assim por diante”, explicou o prefeito Zequinha Lima.

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