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Polícia Federal identificou o vereador Carlos Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, como um dos articuladores de um esquema criminoso de fake news

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O inquérito do STF foi aberto em março do ano passado pelo presidente Dias Toffoli para apurar o uso de fake. (Foto: Instagram / Divulgação)

Folha de São Paulo – Uma investigação sigilosa conduzida pela Polícia Federal a pedido do Superior Tribunal Federal (STF) apontou que o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos), filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), é um dos articuladores de um esquema ilegal de propagação de notícias falsas. A informação foi publicada neste sábado 25 pela Folha de S.Paulo.

Segundo a reportagem, Bolsonaro vinha cobrando informações a respeito desta investigação, por telefone ou em reuniões, do então diretor Maurício Valeixo, que teria resistido aos assédios presidenciais. Valeixo foi exonerado do cargo na sexta-feira 24, o que acabou provocando a saída do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

De acordo com a Folha de São Paulo, dentro da Polícia Federal não há dúvidas de que Bolsonaro já estava ciente de que a investigação havia chegado até seu filho número 2. Dessa forma, imaginou que trocar Valeixo poderia facilitar o caminho para obter mais informações sobre a investigação do Supremo ou até trocar os delegados envolvidos.

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O inquérito do STF foi aberto em março do ano passado pelo presidente Dias Toffoli para apurar o uso de fake news contra os ministros da corte. Na sexta-feira 24, após a queda de Valeixo e a saída de Moro, o relator do inquérito do Supremo, ministro Alexandre de Moraes, determinou que a Polícia Federal mantenha os delegados no caso.

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Prefeito Sérgio Lopes assina contrato de repasse com a Caixa Econômica Federal Projeto da nova ponte

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Assessoria – Um dos maiores problemas de infraestrutura do Alto Acre começou a ser resolvido com a destinação de recursos para construção da nova ponte que liga Epitaciolândia e Brasiléia. O prefeito Sérgio Lopes, conhecendo a necessidade de uma ponte de via dupla entre as cidades, buscou recursos junto aos parlamentares para executar a obra. Em Brasília, junto ao Gabinete da Deputada Federal Mara Rocha, conseguiu apoio para essa ousada empreitada, tendo a Parlamentar alocado 17,5 milhões para a obra.

No entanto, uma obra desse porte passa por um procedimento rigoroso de aprovação do projeto, para que não haja riscos na sua construção. Outros projetos apresentados já haviam sido reprovados em anos anteriores, mas, graças ao trabalho conjunto da Prefeitura de Epitaciolândia e do DNIT, o projeto atual foi aprovado inicialmente pela Marinha do Brasil, quanto à infraestrutura, e agora, pela Caixa Econômica Federal, que analisou a regularidade do processo.

A nova ponte, que é um sonho prestes a ser realizado, será liberada para passar pelo processo de licitação, sendo o próximo passo a ser dado pela Prefeitura de Epitaciolândia, que submeterá a licitação feita a aprovação da Caixa Econômica Federal novamente, uma vez que este é o órgão fiscalizador de todo o processo de construção da ponte e dos recursos nela aplicados, a qual a Prefeitura de Epitaciolândia prestará contas de tudo que for realizado.

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O prefeito Sérgio Lopes, ao assinar o contrato, falou do impacto que a obra terá na região:

“Cerca de quatro mil pessoas passam diariamente pela ponte que existe hoje entre os municípios. Há dias em que o engarrafamento gera uma demora de até vinte minutos para que um veículo possa passar de um município ao outro, isso pode custar a vida de alguém, uma vez que ambulâncias do SAMU e dos Bombeiros atendem os dois municípios. Então, essa obra tem uma importância imensurável, é a realização de um sonho da população, que irá solucionar diversos problemas de trafegabilidade. É um desafio imenso, mas posso garantir que estamos prontos para executá-la.” Frisou Sérgio Lopes.

Hoje, foi feita a assinatura do contrato de repasse no valor de 17.593.358,00 (Dezessete milhões, quinhentos e noventa e três mil e trezentos e cinquenta e oito reais), com uma contrapartida da Prefeitura Epitaciolândia no valor de 18.000,00 (Dezoito mil reais). O processo está aguardando a licença ambienta que será emitida pelo IMAC, para, logo em seguida, poder iniciar o processo licitatório para contratação da empresa que realizará a edificação da obra.

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