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Polícia Federal identificou o vereador Carlos Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, como um dos articuladores de um esquema criminoso de fake news

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O inquérito do STF foi aberto em março do ano passado pelo presidente Dias Toffoli para apurar o uso de fake. (Foto: Instagram / Divulgação)

Folha de São Paulo – Uma investigação sigilosa conduzida pela Polícia Federal a pedido do Superior Tribunal Federal (STF) apontou que o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos), filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), é um dos articuladores de um esquema ilegal de propagação de notícias falsas. A informação foi publicada neste sábado 25 pela Folha de S.Paulo.

Segundo a reportagem, Bolsonaro vinha cobrando informações a respeito desta investigação, por telefone ou em reuniões, do então diretor Maurício Valeixo, que teria resistido aos assédios presidenciais. Valeixo foi exonerado do cargo na sexta-feira 24, o que acabou provocando a saída do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

De acordo com a Folha de São Paulo, dentro da Polícia Federal não há dúvidas de que Bolsonaro já estava ciente de que a investigação havia chegado até seu filho número 2. Dessa forma, imaginou que trocar Valeixo poderia facilitar o caminho para obter mais informações sobre a investigação do Supremo ou até trocar os delegados envolvidos.

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O inquérito do STF foi aberto em março do ano passado pelo presidente Dias Toffoli para apurar o uso de fake news contra os ministros da corte. Na sexta-feira 24, após a queda de Valeixo e a saída de Moro, o relator do inquérito do Supremo, ministro Alexandre de Moraes, determinou que a Polícia Federal mantenha os delegados no caso.

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Prefeitura de Cruzeiro do Sul já está vacinando crianças, abaixo de 12 anos, contra covid-19

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A Prefeitura de Cruzeiro do Sul, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, deu início nesta segunda-feira,17, a vacinação contra a covid-19, de crianças abaixo de doze anos.

Nesta primeira etapa a secretaria recebeu, no último sábado, 740 doses do imunizante e adotou a estratégia de começar a vacinação em escolas que estão com atividades presenciais. As escolas são: Escola São José, Hugo Carneiro, Presbiteriana e Antônio de Barros Freire. O público destinado nesta ação é o de crianças entre 10 e 11 anos, que devem comparecer acompanhadas de um responsável, levando sua carteira de vacinação. Esta etapa alcança uma parte deste público, e a vacinação terá continuidade conforme a chegada de novas doses, que serão enviadas pelo Programa Nacional de Imunização (PNI).

“Esta estratégia adotada visa direcionar as vacinas para este público de maneira mais ordenada, uma vez que ainda não dispomos das doses para todos, e assim temos maior controle sobre a vacinação. Mas já avisamos que, tão logo recebamos novas doses, faremos novas etapas de vacinação para abranger todo este público. A vacina sempre foi uma prioridade da gestão e iremos elaborar as estratégias de acordo com o total enviado a cada remessa”, explicou a secretária municipal de saúde Valéria Lima.

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“Eu estava muito ansioso e nervoso também, pela vacina, mas nem doeu tanto”, disse Herbert Enes Martins, de 11 anos.

O ato de vacinação contou com a presença de muitos pais que estavam ansiosos para imunizarem seus filhos.
“Havia uma expectativa muito grande dessas crianças e dos pais, para que eles também tivessem a oportunidade de serem imunizados. Esse momento chegou. A quantidade de vacinas que recebemos não foi grande, mas a gente acredita que vamos receber essa quantidade toda semana e, de acordo com as doses que forem chegando, nós também vamos avançando para o público de nove, de oito e assim por diante”, explicou o prefeito Zequinha Lima.

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