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Governo da corrupção: Operação “Castelo de Água” no Depasa do governo Cameli deixa prejuízo aos cofre públicos de R$ 2,4 milhões, empresas emitiam notas fiscais falsas

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Em entrevista coletiva, os delegados da Polícia Civil do Acre, Pedro Rezende e o delegado-geral da Polícia Civil do Acre, Josemar Portes, deram mais detalhes acerca da Operação “Castelo de Água”, desencadeada na manhã desta quarta-feira, 06, em Rio Branco.

Segundo informações, a operação mobilizou mais de 70 policiais com o intuito de apreender documentos, aparelhos telefônicos e dispositivos de informática, que comprovem a existência de um grupo criminoso montado para fraudar a execução de vários contratos licitados firmados junto ao Depasa, para o fornecimento de insumos e materiais utilizados na manutenção da rede de água e esgoto da capital, aquisição de hidrômetros e dentre outros fins..

Ao todo sete empresas teriam se beneficiado no esquema e há indícios da participação de servidores públicos, que teriam atuado no Departamento Estadual de Água e Saneamento (Depasa) para atestar as notas falsas emitidas pelas empresas.

Segundo o delegado da Decor, Pedro Rezende, a 1º fase da Operação cumpriu mandados de buscas, apreensão e além de sequestro de bens.

“Nós apuramos um prejuízo de R$ 2,4 milhões. As pessoas dessas empresas emitiam notas fiscais falsas e servidores de dentro do Depasa atestavam essas notas causando um prejuízo ao estado. Nessa 1ª fase, foi pedido bloqueio de contas bancárias, mandados de buscas e apreensão e a investigação continua para apurar outras condutas ilícitas”, salientou.

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Segundo o delegado-geral da Polícia Civil, Josemar Pontes, o objetivo é apurar a execução do contrato firmado das empresas que não estariam entregando o que realmente foi acordado na execução, contando com a colaboração de servidores que estariam atestando as notas de recebimento.

“No contrato, existia fornecimento de materiais e a possível fraude que se anuncia se dá no fornecimento desse material, na emissão de notas, que não correspondiam ao que foi efetivamente entregue, esse seria o modus, mas nada impede que os desdobramento da investigação aponte para outros indícios como superfaturamento, mas até o princípio ainda não há esse indício”, afirmou.

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Veja o Vídeo Abaixo: Deputado Edvaldo Magalhães lamentou que as escolas estão pedindo açúcar emprestado na taberna do bairro”, as três escolas situadas na cidade de Feijó não iniciaram o ano letivo por falta de organização da Secretaria de Estado de Educação (SEE) do governo Gladson Cameli. As Escola de Ensino Médio José Gurgel, por exemplo, ficou sem iniciar as atividades por falta de energia elétrica. Além disso, está faltando merenda. “Aonde tem merenda, estão servindo bolacha com ki-suco. O governo anunciou um programa que deixaria todos os alunos bem alimentados, mas não tem merenda. Não conseguiram contratar e entregar merenda para iniciar o ano letivo, diz deputado

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”O Brasil está sendo comandado pelo mercado financeiro”, diz deputado Leo de Brito

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“O banqueiro André Esteves disse quem é que manda no nosso país. Diga-se de passagem, quem manda sem ter nenhum voto. Ele mostra a força que o mercado financeiro tem sobre as instituições brasileiras no governo Bolsonaro”, declarou o deputado federal Leo de Brito (PT) durante discurso no plenário da Câmara dos Deputados nesta terça-feira, 26.

O parlamentar fez referência a um áudio atribuído a André Esteves divulgado na imprensa, no último fim de semana. Leo de Brito ressalta que, entre outras coisas, no áudio, Esteves usou palavras de misoginia contra a ex-presidenta Dilma e fez comparações ao golpe de 64 com o golpe de 2016.

“A gente aqui votando vários projetos, várias matérias e o senhor André Esteves rindo da ligação que o presidente da Câmara, Arthur Lira, fez para ele, para saber como ficaria a situação depois do pedido de demissão de diversos secretários do Ministério da Economia, na semana passada”, comentou.

Leo de Brito destacou ainda que enquanto os brasileiros sofrem com o país voltando ao mapa da fome, com constantes aumentos nos preços dos alimentos, do gás de cozinha, dos combustíveis e da energia elétrica, o governo de Bolsonaro favorece o mercado financeiro.

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“André Esteves disse que o presidente do Banco Central ligou para ele para saber se tinha que baixar ou não a taxa de juros, inclusive, manifestando a opinião que a taxa de juros estaria muito baixa. É essa a realidade das votações que nós tivemos na Câmara. Inclusive, que eles vieram na Casa fazer emendas escritas, como na reforma trabalhista, na PEC do teto de gastos, na PEC das terceirizações, das diversas emendas constitucionais que só favorecem o mercado financeiro, enquanto isso o povo está sofrendo”, concluiu Leo de Brito.  

Entenda o vazamento de áudio de Esteves

O áudio atribuído ao banqueiro André Esteves foi gravado durante um evento fechado do BTG Pactual com clientes. No áudio Esteves dono do banco BTG revela que recebeu ligações do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira e de Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, em conversas que, segundo o banqueiro, ele discute e opina sobre a política econômica do Brasil.

Além disso, o banqueiro compara o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016, com o golpe militar de 1964.

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Veja o Vídeo Abaixo: Vereadora Neiva Badotti – “Não me manda recado, mais! Este tipo de recado é de quem deve, é de quem está com medo, eu vou continuar fiscalizando, denunciando doa a quem doer. Eu tenho certeza que essas denuncias não vão passar despercebidas, eu confio plenamente no Poder Judiciário na Policia Federal que não vão usar dois pesos e duas medidas para ninguém. Ninguém está acima da Lei, nem a senhora prefeita, nem o Governo do Estado e nem o presidente da República interfere na PF, não me mande mais recado!!”, concluiu a parlamentar.

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