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TUDO SOBRE POLÍTICA II

General Rêgo Barros, Tasso e Merval indicam que militares e elite decidiram-se pelo impeachment de Bolsonaro

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General Rêgo Barros, Merval Pereira, Tasso Jereissati e Bolsonaro (Foto: Abr)

Brasil 247 – Num ataque sem precedentes de um militar de alta patente a um presidente da República pelo menos desde a redemocratização do país, o general Otávio Santana do Rêgo Barros praticamente deu a senha para o apoio das Forças Armadas ao impeachment de Jair Bolsonaro.

Com o apoio declarado do senador  Tasso Jereissati à derrubada de Bolsonaro e o artigo de Merval Pereira, porta-voz oficioso dos Marinho já antecipando clima de “tranquilidade” num eventual governo do general Mourão, as elites brasileiras indicam que o tempo de Jair Bolsonaro acabou e, em aliança com a esquerda, devem caminhar para o impeachment.

Rego Barros foi porta-voz de Bolsonaro de janeiro de 2019 a outubro de 2020 e deixou a função rompido com o ex-chefe. Passou para a reserva em 2019, mas é um general respeitado na cúpula militar. Em seu artigo, que você pode ler abaixo, diz que o desejo de Bolsonaro de transformar as Forças Armadas “em uma estrutura de apoio político afronta tudo o que defendem as Forças Armadas em sua atitude profissional”. Afirma que o atual presidente busca “adentrar as cantinas dos quartéis com a política partidária”.

Tasso Jereissati, ex-presidente do PSDB, é um líder respeitado na direita e no empresariado -ele também um empresário multimilionário. 

Os dois fizeram, em seus pronunciamentos, referência direta ao estado emocional-mental de Bolsonaro. Para Rêgo Barros, “o amadurecimento intelectual – característica marcante na formação dos atuais chefes – não esteve presente em sua trajetória [de Bolsonaro]”; Jereissati diz ter  “dúvida até sobre seu equilíbrio mental”.

Com o artigo de Merval Pereira, há uma clara indicação de que a constelação político-empresarial, midiática conservadora e da cúpula militar pela derrubada de Bolsonaro está configurada.

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Leia a seguir a íntegra do texto do general Rêgo Barros:

Estamos diante de uma crise política que se avoluma diariamente, com efeitos não totalmente mensurados, embora eu não acredite que venha a se tornar institucional. Os sistemas de freios e contrapesos ajustarão a temperatura.

As mudanças constantes e atabalhoadas da gestão, às vezes deslocadas dos princípios mais salutares das democracias maduras, vêm promovendo preocupações em todos os estamentos da sociedade.

O processo deliberativo é arcaico. Está longe de tangenciar aquilo que é defendido no âmbito do estamento militar. Modernas ferramentas de profissionalização foram introduzidas nos atuais integrantes das Forças Armadas.

Na Academia Militar das Agulhas Negras, uma frase lapidar nos impacta diariamente ao avançarmos para o rancho, marchando no Pátio Marechal Mascarenhas de Moraes: “Cadete ides comandar aprendei a obedecer”.

Mas a roupagem é contemporânea, não é antolhada, e lembra as lideranças que privilegiam a flexibilidade, o trabalho em equipe e o êxito individual como estímulo. É o co(+)mandar. Mandar com.

O mandatário não é mais um militar. Ele detém, tão somente, uma carta patente que indica ter obtido, em um determinado momento da vida, os requisitos para exercer as funções intermediárias na hierarquia da oficialidade das Forças Armadas.

O amadurecimento intelectual – característica marcante na formação dos atuais chefes – não esteve presente em sua trajetória.

Permaneceu como aluno, cadete e oficial cerca de quinze anos. Como político, mais de trinta anos. Naturalmente os atributos que lhe foram ensinados, enquanto militar, ficaram pelo caminho, substituídos por conceitos não aplicados dentro de uma instituição como é o Exército Brasileiro.

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Seu aparente desejo de transformar essa centenária instituição, detentora dos mais altos índices de confiabilidade, em uma estrutura de apoio político, afronta tudo o que defendem as Forças Armadas em sua atitude profissional.

Buscar adentrar as cantinas dos quartéis com a política partidária é caminho impensado para as Forças Armadas. Elas já estão vacinadas contra esse vírus.

Não se pode também aceitar uma transformação no core da instituição Forças Armadas, cambiando as cláusulas pétreas que as sustentam secularmente: hierarquia e disciplina, pilares para o exercício da função de constitucional, conforme sobejamente referendado pelos nossos comandantes.

É preciso deixar claro, entretanto, que não há nenhum sinal de alerta pulsando. A profissionalização castrense ultrapassa amadorismos atemporais que possam prejudicá-la. As lideranças estão atentas: as de ontem, as de hoje e as de sempre. As ideias de legalidade, legitimidade e estabilidade permanecem indicando o caminho. E as Forças Armadas diariamente reforçam a sua imunidade.

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Veja o Vídeo Abaixo: A apresentador do programa Alerta Nacional, Sikêra Júnior, fez um desabafo durante o programa, onde na oportunidade chamou a atenção de Bolsonaro para a situação em que o país enfrenta. Sikêra sempre defendeu o presidente afirma pagar um alto preço por isso.

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Prefeitura de Assis Brasil organiza a final da 1º Copa Indígena de Futebol de Campo e Torneio Rural no Estádio José Dantas

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A prefeitura do município de Assis Brasil organizou a final da I Copa Indígena de Futebol de Campo que aconteceu neste sábado, dia 04, no Estádio Municipal José Dantas. Na ocasião também foi realizado um torneio rural com representantes de todas as regionais da zona rural do município.

O evento foi iniciado pela manhã e contou com a presença do prefeito Jerry Correia, do vice-prefeito Reginaldo Martins, dos vereadores Wendell Marques, Juraci Pacheco, Adelson Cunha, Eduardo Marques e Wemerson Martins. Também prestigiou a atividade o deputado Federal Léo de Brito.

“Nos sentimos valorizados com isso que tá acontecendo. O prefeito já realizou atividades esportivas neste ano lá em nossa comunidade, mas agora estamos aqui sendo tratados como verdadeiros atletas. Isso tudo tinha acabado e agora o prefeito e sua equipe estão resgatando”, comentou o jogar Francisco Rodrigues, do time Fazenda do Seringal Icuriã.

O evento durou o dia todo e movimentou a cidade. Muitos vieram das comunidades rurais e indígenas, além dos moradores da cidade. Vale ressaltar que há muito tempo o município de Assis Brasil não prestigiava atividades esportivas, somente com o prefeito Jerry e sua equipe a frente da prefeitura foi que voltaram com as práticas esportivas no município.

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No final, o time que consagrou-se campeão indígena 2021 foi o time Extrema da Terra Indígena Mamoadate, cabeceiras do Rio Iaco. Já o vencedor do torneio rural foi time da Fazenda, do Seringal Icuriã.

“Nossa alegria é ver o povo feliz de novo. Há muitos anos isso não acontecia aqui em Assis Brasil. Ser abraçado e receber essa energia dos moradores da cidade, da zona rural e das aldeias é um combustível para continuar trabalhando todo dia”, disse o prefeito.

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Veja o Vídeo Abaixo: O Gefron apreendeu dentro de Van do município de Brasileia aproximadamente 150 kg de entorpecente, seria esta a maior apreensão daquela regional. De acordo com informações preliminares, o veículo da prefeitura iria realizar mais um transporte de pacientes que estão fazendo tratamento em Rio Branco quando foi surpreendido pelo policiais, após revistarem os pacientes e o veículo encontraram em uma sacola preta com todo o entorpecente.

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