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Em meio a tensão no Irã, Bolsonaro vai discutir alta de combustíveis com Guedes e Petrobras

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O presidente Jair Bolsonaro disse que vai discutir o impacto da tensão no Irã nos combustíveis com Paulo Guedes e Petrobras – Mauro Pimentel/AFP

Após uma ação militar dos EUA matar um dos principais líderes iranianos no Iraque, o presidente Jair Bolsonaro disse que vai tratar sobre o impacto da ação com o ministro Paulo Guedes (Economia) e com o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco.

Um ataque realizado pelos Estados Unidos contra um aeroporto de Bagdá, capital do Iraque, na madrugada desta sexta (3, noite de quinta no Brasil) matou o principal comandante militar do Irã e o líder de uma milícia local pró-Teerã.

Ao sair do Palácio da Alvorada pela manhã, o presidente disse que havia tentado telefonar para Guedes e Castello Branco, mas que não havia conseguido contato. Ele nega que o governo possa fazer um tabelamento de preços, mas reconhece que se houver grande alta “complica”. 

“Que vai impactar, vai. Agora vamos ver o nosso limite aqui. Se subir, já está alto o combustível, se subir muito, complica”, afirmou. 

Do ponto de vista econômico, há uma preocupação sobre a suspensão de abastecimento de petróleo, o que já gera impacto nos preços no mercado internacional. O Iraque, o segundo maior produtor da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), exporta cerca de 3,4 milhões de barris de petróleo bruto por dia.

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Bolsonaro não soube detalhar o que poderá ser feito para conter a alta dos preços dos combustíveis, já elevados no Brasil. Ele voltou a reclamar do impacto dos impostos e dos valores do transporte. Disse apenas que para que isso seja alterado é preciso “quebrar o monopólio”.

“O que eu queria que vocês fizessem é que mostrassem pro povo duas coisas: primeiro que eu não posso tabelar nada. Já fizemos esta política no passado, não deu certo. A questão do combustível, nós temos que quebrar o monopólio. A distribuição é o que ainda mais pesa nos combustíveis, depois o ICMS”, disse.

O presidente não teceu comentários sobre a ação militar comandada pelos EUA que matou o general Qassim Suleimani, 62. Ele disse que se reunirá nesta sexta (3) com o ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), general Augusto Heleno, para tratar do tema.

Os militares, que formam a principal base de apoio do governo, sempre se mostraram contrários a um alinhamento do Brasil com o governo de Donald Trump nos conflitos do Oriente Médio.

Na visão de generais próximos ao presidente, o país precisa manter uma posição neutra. Por outro lado, a ala ideológica do governo defende que o Brasil se posicione.

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Desde que assumiu o governo, Bolsonaro defente maior aproximação política e ideológica com os EUA e com Israel, ambos adversários dos iranianos.

A morte do general Qassim Suleimani foi inicialmente anunciada pela TV iraquiana e depois confirmada pelo governo iraniano. Considerado um herói no país, o militar recebeu uma oração em rede nacional como homenagem e foi chamado de mártir.

O ataque deve aumentar ainda mais a tensão entre Teerã e Washington.

A ação teve impacto direto no preço do petróleo no exterior e deve pressionar o mercado brasileiro.

Nesta sexta (3), os contratos futuros do petróleo subiam cerca de US$ 3 (R$ 12,09), diante das preocupações sobre a escalada das tensões regionais e a interrupção do fornecimento de petróleo. O petróleo Brent subia US$ 2,95, ou 4,45%, a US$ 69,2 por barril, às 8h19 (horário de Brasília).

O petróleo dos Estados Unidos avançava US$ 2,62, ou 4,28%, a US$ 63,8 por barril.

A embaixada dos Estados Unidos em Bagdá pediu nesta sexta-feira (3) a todos os cidadãos norte-americanos que deixem o Iraque imediatamente devido à escalada nas tensões. Por Folha de são Paulo

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Prefeitura de Cruzeiro do Sul realiza abertura Ramal do Tico, no Projeto de Assentamento Santa Luzia

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Uma antiga reivindicação dos moradores do Ramal do Tico, no Projeto de Assentamento (PA) Santa Luzia, foi atendida neste final de semana, pela equipe da secretaria municipal de obras, da prefeitura de Cruzeiro do Sul.

O prefeito de Cruzeiro do Sul, Zequinha Lima, fez questão de comparecer pessoalmente à comunidade para prestigiar os moradores. Também esteve presente o secretário Elenildo Souza, da agricultura, além de vereadores e representantes sindicais.

Nessa primeira etapa foram abertos os primeiros 10 km do ramal, que vai garantir melhoria no tráfego mesmo durante o período chuvoso. A intenção da prefeitura é continuar a abertura nos próximos anos.

“Quero lhe parabenizar pelo cumprimento de sua palavra, pelo compromisso que foi verdadeiro, que honrou e fez o que prometeu”, disse a professora Leonarda da Silva Monteiro, do Anexo Ceará, da Escola Municipal Airton Sena. A escola atende crianças do primeiro ao quinto ano e é uma importante referência na comunidade.

“Sabemos que são apenas dez quilômetros, mas é um começo. É apenas um ano de mandato e já estamos vendo muita coisa acontecer”, disse o professor Antônio Silva.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Chagas, citou todos os ramais que já receberam alguma ação da prefeitura este ano.

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“Quero agradecer ao prefeito pelas ações principalmente em ramais, ações que alcançam os beneficiários do programa Luz para Todos: Ramal do Centrinho, Ramal do Escondido, Boca do Moa, Olivença, Praia Grande, Passo Fundo, Cinturão Verde, Igarapé da Onça, Badejos – de cima do meio e de baixo – Canela Fina, Ramal do Lorinho, Ramal do Cunha, todos estes tem ações dessa gestão da prefeitura”, disse.

“Tem que pôr o pé na lama. Eu acho importante estar presente nos locais, conhecendo de perto a situação da população”, disse o prefeito Zequinha Lima na ocasião.

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Veja o Vídeo Abaixo: Vereador diz que o prefeito Kiefer Cavalcante paga mais de 5 mil para dono de empresa que faz faculdade em Rio Branco – Vereador Ronaldo Reis de Feijó, gravou um vídeo onde fez graves denúncias contra a atual gestão do prefeito Kiefer Cavalcante a quem acusa de perseguição política e possível pagamentos irregulares em sua gestão. De acordo com o vereador, o prefeito demitiu a sua esposa só aconteceu depois que trouxe a tona um pagamento supostas irregularidades o que confirma a perseguição política que vem sofrendo por parte do gestor.

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