TUDO SOBRE POLÍTICA II

Drauzio Varella culpa Bolsonaro pelo crime de disseminação de epidemia

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Jair Bolsonaro sempre soube das consequências de suas condutas, mas resolveu correr o risco – Foto: Reprodução youtube

Brasil 247 – O médico Drauzio Varella culpa Jair Bolsonaro pelo crime de disseminação de epidemia, que pode dar 15 anos de prisão e levá-lo ao impeachment, em artigo publicado neste domingo na Folha de S. Paulo. “Ele é o único culpado? É claro que não, a culpa é de muitos, especialmente dos egoístas estúpidos que se aglomeram sem máscara nos bares e nas festas. No entanto, pela natureza do cargo que ocupa, os absurdos que fala e a indignidade dos exemplos que dá, o presidente da República tem sido o grande responsável pela disseminação da epidemia. Não é por acaso que somos o segundo país com o maior número de mortes”, escreveu Drauzio.

Este crime, o de disseminação de uma epidemia no Brasil, é o motivo alegado por notáveis que integraram a Procuradoria Geral da República a pressionar o atual PGR, Augusto Aras, a abrir uma investigação contra Jair Bolsonaro. Saiba mais:

Sputnik – Ex-integrantes da Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentaram a Augusto Aras, procurador-geral da República, um documento em que pedem que ele ofereça ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma denúncia contra o presidente Jair Bolsonaro.

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O motivo do pedido é a atuação do presidente quanto à pandemia de COVID-19. Segundo os procuradores, Bolsonaro cometeu o crime de favorecer a disseminação de uma epidemia, que está previsto no Código Penal e tem pena que vai de cinco a 15 anos de prisão.

De acordo com o G1, que teve acesso ao documento, os procuradores afirmam que “da mesma forma que alguém que agrava uma lesão existente responde por lesão corporal, presidente que intensifica a epidemia existente responde por esse crime”.

O documento lista dez condutas do presidente que configuram crime por parte de Bolsonaro, na opinião dos procuradores. Entre as condutas, está a posição contrária à vacinação; a má condução da distribuição das vacinas; a imposição de obstáculos para a aquisição de insumos como seringas e agulhas; a ausência de resposta à carta da Pfizer; e as declarações contrárias à CoronaVac.

As outras cinco condutas são o desrespeito à Organização Mundial da Saúde (OMS); a má utilização de recursos públicos na produção de hidroxicloroquina e ivermectina; a apologia ao uso de remédios ineficazes contra a COVID-19; a prescrição de “tratamento precoce” contra a COVID-19; e o veto a trecho da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2021 que impedia o contingenciamento de despesas relacionadas ao combate da pandemia.

“Jair Bolsonaro sempre soube das consequências de suas condutas, mas resolveu correr o risco. O caso é de dolo, dolo eventual, e não culpa”, afirmam os procuradores no documento.

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Nesta sexta-feira (29), o Brasil registrou a maior média móvel de mortes causadas pela COVID-19 desde julho, com um aumento de 12% em relação a 14 dias atrás. Nas últimas 24 horas, o país teve 1.099 novas mortes pela COVID-19 e 58.691 novos casos da doença.

E veja também no 3 de Julho Notícias:

Veja o Vídeo Abaixo: Apesar do decreto do governo do estado com relação ao toque de recolher, as pessoas estão se adaptando às mudanças. Só devemos ter cuidado com as fake news para não tomarmos atitudes desnecessárias, devemos sempre nos cuidar contra a covid-19. A covid-19 é uma doença causada pelo coronavírus, denominado SARS-CoV-2, que apresenta um espectro clínico variando de infecções assintomáticas a quadros graves.

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Em Brasília, prefeito Jerry defende mais segurança e internet de qualidade na região de fronteira

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O município de Assis Brasil, distante 350 quilômetros da capital Rio Branco, na fronteira com o Peru e a Bolívia, ainda enfrenta grandes desafios por ser a única tríplice fronteira do Acre. O pequeno município não possui internet de qualidade, tem sérios problemas de falta de efetivo para atender as questões de fronteira e sofre com a falta de infraestrutura.

Nesse sentido, o prefeito Jerry Correia integrou a comissão de prefeitos acreanos que viajou à capital federal com agenda marcada no gabinete da presidência. O gestor foi convidado pelo presidente da Associação dos Municípios do Acre (AMAC), prefeito de Rio Branco Tião Bocalom, para defender junto ao Governo Federal temas relevantes para todos os municípios acreanos.

Em sua fala, Jerry Correia denunciou os descasos das operadores de sinal de internet em Assis Brasil que, segundo o gestor, oferecem um serviço de péssima qualidade e lesam os usuários.

“Não temos internet de qualidade. Uma vergonha para nós que somos uma cidade de fronteira, a porta de entrada do país. Estamos perdendo investidores e mais oportunidades de desenvolvimento”, disse prefeito.

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Correia também falou para o Secretário Especial de Assuntos Federativos, Mauro Benedito, da falta de estrutura e de pessoal para atender na alfândega Brasil/Peru. De acordo com o prefeito por falta de efetivo o posto alfandegário não consegue atender o grande fluxo migratório que acontece naquela região de fronteira.

“Precisamos de mais investimentos para melhor receber nossos turistas. São poucos os servidores e precária a estrutura do sistema alfandegário e migratório. Aqui é a primeira imagem do nosso país pra quem entra no Brasil por essa rota. O Governo Federal precisa ter um olhar diferenciado pra essa região”, defendeu o prefeito.

Outro tema defendido pelo prefeito foi a instalação de internet via satélite em todas as escolas indígenas de Assis Brasil. Jerry disse que essa ação vai melhorar a vida dos moradores das aldeias em todos os sentidos, especialmente na educação, tornando possível a continuidade dos estudos de centenas de jovens.

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