Saúde

Saúde Itinerante realiza 1,2 mil atendimentos em Santa Rosa do Purus

Famílias de Santa Rosa do Purus aproveitaram o Saúde Itinerante para consultas e exames.

Publicados

Saúde

Famílias de Santa Rosa do Purus aproveitaram o Saúde Itinerante para consultas e exames.

 Por Maxmone Dias 

O Programa Saúde Itinerante, desenvolvido pelo governo do Acre, por meio da Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre), realizou mais um atendimento no interior acreano. A equipe médica do programa atendeu no último fim de semana a população de Santa Rosa Purus, um dos quatro municípios considerados de difícil acesso no Acre.

Foram mais de 1,2 mil atendimentos, entre consultas e exames. A escola Dr. Celso Cosmo Salgado abriu as portas para o programa e emprestou suas salas para os procedimentos.

Foram realizadas consultas na área de clínica médica, ginecologia/obstetrícia, pediatria, dermatologia, endocrinologia e gastroenterologia, além da realização de exames como, preventivo do câncer do colo útero (PCCU), colposcopia, cirurgias de alta frequência, endoscopia digestiva alta, ultrassonografias e exames laboratoriais.

A maior procura nos atendimentos em Santa Rosa foi na área de pediatria, que atendeu 205 crianças, foram realizadas 12 endoscopias, 113 ultrassonografias e 79 pessoas foram atendidas pela equipe de dermatologistas.

Leia Também:  Fundhacre participa de audiência pública sobre o tratamento e combate ao câncer

A coordenadora do programa, Celene Maia, enfatizou a importância de levar atendimento médico e especializado às populações mais distantes de Rio Branco. “É importante esta ação para que eles possam receber o devido atendimento no conforto de sua cidade, evitando o deslocamento até a capital, já que o governo, na área de saúde, se faz presente nos locais mais distantes do estado.”

Famílias de Santa Rosa do Purus

COMENTE ABAIXO:

Propaganda

Saúde

Taxa de mortalidade infantil cai pela metade no país graças ao pré-natal e ao acompanhamento pediátrico

Publicados

em

De 2000 a 2019, índice teve queda de 26,1 para 13,3 óbitos por mil nascidos vivos; Ministério da Saúde aponta melhoria na prestação dos serviços de Atenção Primária à Saúde como uma das causas – Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasiil

Em 20 anos, a taxa de mortalidade infantil no Brasil caiu pela metade: de 26,1 óbitos por mil nascidos vivos, em 2000, para 13,3 óbitos por mil nascidos vivos, em 2019. A queda é atribuída pelo Ministério da Saúde, responsável por mensurar os dados no país, à melhoria na prestação dos serviços de Atenção Primária à Saúde, como pré-natal e acompanhamento do crescimento da criança no primeiro ano de vida.

Na avaliação das autoridades públicas de saúde, a mortalidade infantil é um indicador de saúde e condições de vida de uma população. Com o cálculo da sua taxa, estima-se o risco de um nascido vivo morrer antes de chegar a um ano de vida. Quanto maior o valor, mais precárias são as condições de vida e saúde e menores são os níveis de desenvolvimento social e econômico. Entre as regiões brasileiras, o Norte é a que apresenta a situação mais preocupante: 16,6 crianças morrem a cada mil nascidos vivos, número superior à média nacional.

Leia Também:  Acre registra 71 casos de hepatites no 1° semestre deste ano, aponta Saúde

Para reverter esse cenário e melhorar ainda mais o cuidado das crianças nos serviços   do SUS, o Ministério da Saúde, por meio do Programa Cuida Mais Brasil, vai reforçar a presença de médicos pediatras junto às equipes de Saúde da Família e de Atenção Primária. A ideia é que esse atendimento fique mais perto das Unidades Básicas de Saúde (UBS), ou seja, ao alcance do cidadão. 

“Esperamos que isso diminua a mortalidade infantil. As crianças são um público que fazemos acompanhamento do desenvolvimento delas por meio das nossas equipes. Criança tem uma singularidade no cuidado. Queremos evitar que mães não percam seus filhos por conta de uma morte que seria evitável se tivesse o cuidado adequado”, reforça Renata Maria de Oliveira Costa, diretora do Departamento de Saúde da Família (DESF) do Ministério da Saúde.

Cresce procura por pediatras

Entre dezembro de 2019 e dezembro de 2021, equipes de Saúde da Família que contam com profissionais médicos pediatras vinculados registraram um aumento nos atendimentos de 53%. Segundo Renata Maria de Oliveira Costa, isso reforça que há demanda por pediatra na rede pública e que é preciso espalhar esses profissionais para o máximo de localidades possível. 

Leia Também:  População carcerária de Tarauacá recebe atendimento médico

“O Cuida Mais Brasil também tem esse olhar de equidade, de podermos ofertar recursos para que nessas áreas onde não existem esses profissionais, eles possam chegar. Temos a primeira meta de ter esse serviço ofertado em todas as regiões. Nos lugares onde já existem esses profissionais, o incentivo vai apoiar financeiramente os municípios a ampliarem o acesso que já existe hoje”, acrescentou a gestora do Ministério da Saúde.

Atualmente, 5,7 mil pediatras estão vinculados diretamente a 1.311 equipes. Com o Cuida Mais Brasil, o governo federal vai incentivar financeiramente a inclusão desses profissionais na Atenção Primária, aumentando a capacidade de atendimento nas UBSs. A estimativa é que o número de equipes com médico pediatra possa chegar a mais de 8 mil em todo país. Em 2022, serão repassados R$ 169,6 milhões aos municípios para fortalecer a saúde geral da mulher desde a gravidez até o acompanhamento de crianças recém-nascidas e o cuidado com a infância. 

Para mais informações, acesse o site do Ministério da Saúde: gov.br/saude. Ou entre em contato com a Secretaria de Saúde do seu estado. Fonte: Brasil 61

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

EDUCAÇÃO

CONCURSO

ESPORTE

MAIS LIDAS DA SEMANA