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São Paulo negocia com Cuba compra de possível vacina contra Covid-19

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CNN Brasil – O secretário de Saúde da cidade de São Paulo, Edson Aparecido, afirmou nesta sexta-feira (30) que o município discutiu com autoridades de Cuba a possibilidade de comprar um novo imunizante contra Covid-19 em desenvolvimento no país.

“A secretária Marta Suplicy, de Relações Internacionais, teve contato em duas reuniões com representantes do consulado cubano aqui em São Paulo tratando dessa vacina, ainda em processo de pesquisa lá em Cuba”, disse ele, em entrevista à CNN.

“Evidentemente, temos que aguardar o processo todo de aprovação. Na realidade, o que estamos fazendo é discutir com várias farmacêuticas e laboratórios a eventual compra de vacina”, completou.

O secretário afirmou que se trataram de “conversas muito preliminares”, que tem sido feitas com todos os laboratórios que, neste momento, só comercializam vacinas para o Ministério da Saúde “para no momento em que for possível [comprar as vacinas], a cidade já ter negociações avançadas”.

Ele destacou que foram enviadas cartas de intenção para a Johnson & Johnson, para a AstraZeneca e para a Pfizer e que o município aguarda resposta desses laboratórios.

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Aplicação de vacinas da Pfizer

Aparecido disse que o sistema de saúde da cidade está preparado para receber os imunizantes da Pfizer e que, com as mudanças feitas na refrigeração dos depósitos municipais, será possível receber até 4 milhões de doses.

“Todas nossas Unidades Básicas de Saúde (UBS) tem condições de receber a vacina, que é de um manuseio muito específico. Aliás, já treinamos nossos profissionais para poder fazer a aplicação”, disse ele. 

“Vamos receber, na segunda-feira (3), 135.720 doses que, a partir da quinta-feira (6), serão administradas junto com a [vacina da] AstraZeneca em 600 mil pessoas na cidade, com idades de 60, 61 e 62 anos.”

Ele afirmou, também, que já comunicou ao Ministério da Saúde que São Paulo tem capacidade de receber um número maior dessa vacina. 

“Não são todas cidades que têm condições logísticas e de climatização. Então, São Paulo está preparada para administrar a aplicação da Pfizer na população paulistana.”

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Mais da metade dos médicos formados no Acre deixaram o estado para atuar em outras regiões do país, diz CFM

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Dados do CFM mostram que dos 240 profissionais formados entre 2018 e 2021 no Acre, 151 não ficaram no estado. Presidência está no estado para debater esse e outros assuntos – Foto: Reprodução Ac24horas

Mais da metade dos médicos que se formam no Acre não atuam no estado. Um levantamento do Conselho Federal de Medicina (CFM) mostra que quase 63% profissionais optam por trabalhar em unidades de saúde de outras regiões do país após a graduação.

Um dos principais motivos para essa mudança, segundo o Conselho, seria a falta de estímulos para garantir a permanência desses profissionais nos hospitais do estado acreano.

O estudo do CFM mostra também que, dos 240 médicos formados no Acre entre 2018 e 2021, 151 partiram para outros estados assim que se formaram. O número corresponde a mais da metade dos profissionais e é o maior percentual de evasão entre todos os estados brasileiros.

Em visita ao estado acreano, o presidente do CFM, José Hiran da Silva Gallo, disse, em entrevista à Rede Amazônica Acre, disse que faltam estímulos salariais e boas condições de trabalho para que esses profissionais permaneçam no estado.

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“Oferecem um salário e, muita das vezes, não pagam aquele salário para o médico. Queremos não só um bom salário, mas também condições de trabalho. É inadmissível, em pleno século 21, sermos agredidos nas unidades públicas, como aconteceu no Rio de Janeiro que uma pediatra foi agredida e ninguém fez nada. Como presidente do conselho, estou pedindo às autoridades melhores condições de trabalho, uma política pública palpável e mais atrativa para que nossos estados pobres tenham médicos constantemente”, destacou o presidente.

Segundo o presidente, faltam políticas públicas para incentivar esses profissionais a se manterem nos estados mais pobres, a exemplos do Acre, Rondônia, Roraima e outros. “É preocupante a situação, temos hoje 563 mil médicos no Brasil e, lamentavelmente, a maioria desses médicos procuram esses estados mais pujantes, onde tem condições de vida melhor com praia, cinema, teatro e é o que falta em nosso estado. Para que isso aconteça, não adianta só chegar e fazer promessas e não cumprir essas promessas”, lamentou.

Falta de especialistas

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Hospitais e unidades de saúde quase sempre lotados, pessoas há anos na fila de espera por cirurgias, entre outros problemas enfrentados na rede pública do Acre. Muitos desses problemas estão ligados à insuficiência de médicos para atender a população. E a situação fica ainda mais agravada quando se trata de especialistas.

Em 2018, o Conselho Regional de Medicina no Acre (CRM-AC) divulgou que 571 médicos especialistas cadastrados naquela época, apenas 265 atendia na rede pública do estado, sendo que seis eram temporários. Nos últimos anos, a falta de especialistas em muitas das 22 cidades acreanas tem sido o gargalo da gestão estadual.

Nos hospitais no interior do estado, o clínico-geral acabava fazendo o papel de anestesista, ginecologista e outros atendimentos para que o paciente consiga se reabilitar. Muitas vezes também recorre aos mutirões de atendimento e ao Tratamento Fora do Domicílio (TFD). Veja mais no G1 Acre

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