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Policlínica do Tucumã terá ambulatório de práticas integrativas para servidores da Saúde

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As práticas integrativas, cada vez mais, ganham espaço no novo cenário da saúde mundial. Esses procedimentos não substituem o tratamento convencional, mas funcionam como um instrumento a mais na hora da recuperação e para o equilíbrio da psique do servidor.

Pensando nisso, na terça-feira, 7, o governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), esteve em reunião com a direção da Policlínica do Tucumã para alinhar os últimos detalhes da implantação do Ambulatório de Práticas Integrativas.

A proposta é ofertar aos servidores da Saúde do Acre um atendimento focado na escuta acolhedora, a visão ampliada do processo saúde-doença e, também, a promoção do autocuidado. O Ambulatório de Práticas Integrativas será implantado na Policlínica do Tucumã, em Rio Branco, unidade que já é referência no atendimento ao servidor da Saúde, com a perspectiva de tratá-lo como prioridade, num atendimento humanizado.

“O serviço será de grande relevância para a saúde do estado, pois o nosso maior patrimônio são os servidores”, destacou o diretor da policlínica, João Paulo Silva. Ainda, segundo o diretor, a previsão é de que as atividades do ambulatório sejam iniciadas ainda no segundo semestre de 2020, a partir da articulação e estabelecimento de parcerias com diversas instituições. 

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Algumas práticas integrativas

Quiropraxia: que tem como foco principal a coluna vertebral e pode ser usada tanto para tratar quanto para prevenir desalinhamentos na coluna;

Yoga: tem como objetivo trabalhar o corpo e a mente, focando na respiração e concentração para ajudar quanto aos sintomas de ansiedade, também dores no corpo e coluna;

Shantala: é uma técnica de massagem milenar que as mães utilizam para promover uma maior interação com seu bebê;

Acupuntura: é uma terapia milenar de origem chinesa, que consiste na aplicação de agulhas bem finas, em pontos específicos do corpo, para melhorar a imunidade e tratar problemas emocionais e, até, doenças físicas.

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Mais da metade dos médicos formados no Acre deixaram o estado para atuar em outras regiões do país, diz CFM

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Dados do CFM mostram que dos 240 profissionais formados entre 2018 e 2021 no Acre, 151 não ficaram no estado. Presidência está no estado para debater esse e outros assuntos – Foto: Reprodução Ac24horas

Mais da metade dos médicos que se formam no Acre não atuam no estado. Um levantamento do Conselho Federal de Medicina (CFM) mostra que quase 63% profissionais optam por trabalhar em unidades de saúde de outras regiões do país após a graduação.

Um dos principais motivos para essa mudança, segundo o Conselho, seria a falta de estímulos para garantir a permanência desses profissionais nos hospitais do estado acreano.

O estudo do CFM mostra também que, dos 240 médicos formados no Acre entre 2018 e 2021, 151 partiram para outros estados assim que se formaram. O número corresponde a mais da metade dos profissionais e é o maior percentual de evasão entre todos os estados brasileiros.

Em visita ao estado acreano, o presidente do CFM, José Hiran da Silva Gallo, disse, em entrevista à Rede Amazônica Acre, disse que faltam estímulos salariais e boas condições de trabalho para que esses profissionais permaneçam no estado.

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“Oferecem um salário e, muita das vezes, não pagam aquele salário para o médico. Queremos não só um bom salário, mas também condições de trabalho. É inadmissível, em pleno século 21, sermos agredidos nas unidades públicas, como aconteceu no Rio de Janeiro que uma pediatra foi agredida e ninguém fez nada. Como presidente do conselho, estou pedindo às autoridades melhores condições de trabalho, uma política pública palpável e mais atrativa para que nossos estados pobres tenham médicos constantemente”, destacou o presidente.

Segundo o presidente, faltam políticas públicas para incentivar esses profissionais a se manterem nos estados mais pobres, a exemplos do Acre, Rondônia, Roraima e outros. “É preocupante a situação, temos hoje 563 mil médicos no Brasil e, lamentavelmente, a maioria desses médicos procuram esses estados mais pujantes, onde tem condições de vida melhor com praia, cinema, teatro e é o que falta em nosso estado. Para que isso aconteça, não adianta só chegar e fazer promessas e não cumprir essas promessas”, lamentou.

Falta de especialistas

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Hospitais e unidades de saúde quase sempre lotados, pessoas há anos na fila de espera por cirurgias, entre outros problemas enfrentados na rede pública do Acre. Muitos desses problemas estão ligados à insuficiência de médicos para atender a população. E a situação fica ainda mais agravada quando se trata de especialistas.

Em 2018, o Conselho Regional de Medicina no Acre (CRM-AC) divulgou que 571 médicos especialistas cadastrados naquela época, apenas 265 atendia na rede pública do estado, sendo que seis eram temporários. Nos últimos anos, a falta de especialistas em muitas das 22 cidades acreanas tem sido o gargalo da gestão estadual.

Nos hospitais no interior do estado, o clínico-geral acabava fazendo o papel de anestesista, ginecologista e outros atendimentos para que o paciente consiga se reabilitar. Muitas vezes também recorre aos mutirões de atendimento e ao Tratamento Fora do Domicílio (TFD). Veja mais no G1 Acre

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