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Pesquisa diz que a camisinha deixa a vagina saudável

Anteriormente alguns pesquisadores já tinham alertado que manter relações sexuais sem estar protegido aumenta a acidez da vagina

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Anteriormente alguns pesquisadores já tinham alertado que manter relações sexuais sem estar protegido aumenta a acidez da vagina

A camisinha é a melhor invenção para quem quer fazer sexo sem compromisso, principalmente porque depois você não quer ter nenhum vínculo, seja com seu ex-namorado ou com seu amigo. Mas o que nós não sabíamos é que os preservativos também ajudam a vagina a ficar – e se manter – saudável, segundo explicou um estudo feito pela revista PLoS One.

Anteriormente alguns pesquisadores já tinham alertado que manter relações sexuais sem estar protegido aumenta a acidez da vagina e acaba matando os lactobacilos que a mantém saudável. Então para saber se os métodos contraceptivos teriam influência na saúde feminina, foram pesquisadas 164 mulheres sexualmente ativas que usavam métodos como camisinha, DIU de cobre e tabelinha. Em comparação às outras mulheres, as que usavam camisinha apresentaram os maiores índices de lactobacilos.

O motivo? Os pesquisadores explicaram que pela camisinha impedir o sêmen de ter contato com a vagina, faz com que não seja alterado seu pH natural, mantendo o número de lactobacilos necessários.

Então além de te proteger contra doenças sexualmente transmissíveis e evitar a gravidez indesejada, ainda ajuda na sua saúde. Não tem porque não usar, né moçada?

A camisinha é a melhor invenção para quem quer fazer sexo

A camisinha é a melhor invenção para quem quer fazer sexo

FONTE-VALE DO ACRE

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Defensoria Pública se reúne com Diretoria da Unimed em busca de melhorias no atendimento infantil

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Na tarde desta quarta-feira, 18, a Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE/AC) se reuniu com a Diretoria da Unimed Rio Branco, para expor as reclamações recebidas dos usuários do atendimento prestado no único hospital de urgência e emergência infantil do estado do Acre, a Urgil, credenciada pela Unimed.

De acordo com o ofício enviado a DPE/AC pela Urgil, 95% do total de atendimentos do hospital são provenientes de usuários de planos de saúde, dos quais 70% são usuários da Unimed.

Na oportunidade, a Diretoria da Unimed, composta pelo presidente, Antônio Herbert Leite Militão, pelo vice-presidente, Marcus Vinicius Shoiti Yomura e pelo superintendente, Renato Correia da Silva, além do assessor jurídico Maurício Spada, mostrou-se sensível à problemática e se comprometeu a encontrar alternativas que não deixem as crianças que necessitem de atendimento de urgência e emergência em situação de total dependência da Urgil.

O encontro ainda possibilitou esclarecimentos sobre o modo de atuação da operadora de saúde e culminou com o agendamento de nova reunião para o dia 28 de junho, quando então a Unimed apresentará a DPE/AC medidas mais concretas para a melhoria dos serviços.

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Os defensores públicos Celso Araújo Rodrigues, do Núcleo da Cidadania, Rodrigo Chaves, do Subnúcleo de Superendividamento e Ações do Consumidor, a defensora pública Juliana Caobianco, do Subnúcleo de Direitos Humanos 1 (SDH1), a assistente do SDH1, Larissa Damasceno e as representantes dos usuários do plano de saúde, arquiteta Talita Gomes e a advogada Vanessa Facundes, demonstraram satisfação com os encaminhamentos da reunião, reiterando a necessidade de a Unimed adotar medidas céleres e efetivas que resguardem os direitos desses consumidores.

“Foi muito importante esse diálogo para reafirmamos a nossa preocupação e compromisso com nossos usuários, além de esclarecer que estamos procurando um caminho, uma solução”, disse o presidente da Unimed Rio Branco, Herbert Militão.

O defensor público Rodrigo Chaves, destacou que a instituição está à disposição para contribuir, ouvir e atuar de forma conjunta para dar mais celeridade ao caso.

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