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No Acre, médico vidente da UPA é acusado de atender olhando somente na ficha do paciente

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Por incrível que parece, foi isso que aconteceu no Estado do Acre, na Cidade de Cruzeiro do Sul, onde no dia 24 de Novembro de 2020, por volta dás 22:00 horas, segundo IOLANDA LUSTOSA, ao levar suas irmãs “Aline e Vera” à Unidade de Pronto Atendimento (UPA), localizada na Rua Rui Barbosa nº 484, passaram por essa situação, que de tão absurda e bizarra, se faz necessário para relatar o acontecido, fazer o uso dás próprias palavras extraídas da denúncia enviada à esse Jornalista, vejamos:

-“ Venho por meio desta, manifestar minha indignação a respeito do que fizeram com minha irmã ALINE e Vera, pois durante a semana elas passaram mal e ai levei elas para a UPA e chegando lá, a enfermeira fez a ficha e a triagem, e pasmem senhores,  o médico somente leu a ficha e já fez a receita e mandou entregar pra gente lá fora, sem o menos olhar no rosto de minhas irmãs, eu reclamei dizendo: como que eu médico consulta uma paciente sem ao menos vê-la,  ele ouviu e mandou a enfermeira aplicar um soro em cada uma e ainda mandou perguntar: o que elas foram fazer lá, bom creio eu que ninguém vai para um hospital passear.”

Como dito antes, absurda e bizarra, a atitude desse médico da Unidade de Pronto Atendimento de Cruzeiro do Sul, DR. JOÃO PAULO M. COSTA, que infelizmente não agiu como médico profissional, pois se assim tivesse agido, saberia que existe a LEI FEDERAL Nº 13.989, de 15 de Abril de 2020, que dispõe sobre o uso da TELEMEDICINA durante a crise causada pelo CORONAVÍRUS, que com certeza não foi o método usado pelo mesmo, mas sim o de pensar que tinha “poderes paranormais” de VIDÊNCIA,   ousando achar que no dia (24-12-2020) de dentro do consultório da UPA, sem examinar fisicamante e sem olhar se quer no rosto das pacientes em questão, poderia ter “diagnosticado e prescrito medicação”.

Há de se salientar, que a LEI DE TELEMEDICINA, ou Consulta Médica Online, é o atendimento clínico através de chamadas de videoconferência, telefone ou até mesmo por aplicativos de mensagens, com a utilização de aparelhos e tecnologia que já estão presentes nas casas de grande parte da população, dispensando e evitando assim o CONTATO FISÍCO entre pacientes e médicos, poupando ambos do deslocamento e principalmente de evitarem o risco de contaminação em razão da Pandemia da COVD-19.

Mas como não bastasse, ainda aconteceria outro fato que nesse caso, foi inadmissível e inaceitável, pois segundo denúncia da SRA. IOLANDA LUSTOSA, no dia (28-11-2020) teria ocorrido “omissão de socorro” por parte do Pronto Socorro do Hospital Juruá, vejamos abaixo a narrativa do fato ocorrido, através dás próprias palavras da denunciante:          

-“ Enfim voltamos para casa, e no dia 28 de Novembro de 2020, por volta dás 21:00 horas, levei minha irmã Aline Bezerra da Silva ao Pronto Socorro do Hospital Juruá, onde fomos humilhadas e não quiseram socorrer minha irmã, pois o “enfermeiro de plantão” de nome (RICARDO) teve a audácia de falar que no Hospital não tinha termômetro pra medir a febre da minha irmã ALINE, nem me deixaram tirar ela do carro, negaram o direito dela ser atendida, sendo que ela estava com febre altíssima, com muito frio, dor no corpo e vomitando muito, pois aqui em nossa Região está dando muita dengue e malária, mas tudo agora é CORONAVÍRUS, não existe mais outras doenças, sendo que minha irmã já tinha feito o Exame de Corona e deu “negativo”, por isso que fomos até o Pronto Socorro, assim peço a ajuda do SR. RODINEI LAFAETE, para intervir em nosso favor.   

Absurda e criminosa, a atitude do SR. RICARDO, que segundo IOLANDA LUSTOSA era o “Enfermeiro de Plantão” que estava na data do fato ocorrido, (28-11-2020), ou seja, dia em que o mesmo se recusou a atender ALINE BEZERRA DA SILVA, “irmã da denunciante”, sob alegação que no Pronto Socorro não havia TERMÔMETRO para aferir a temperatura da vitima, o que pelo ato ora praticado pelo mesmo, configura a prática de Omissão de Socorro, prevista no artigo 135, do Código Penal.

Há de se informar ainda, que a irmã da denunciante Iolanda Lustosa, ALINE BEZERRA DA SILVA, encontra-se internada desde o “dia 29 de Novembro de 2020” com suspeita de “Malária”, no HOSPITAL DE CAMPANHA DA COVID, em Cruzeiro do Sul, onde está se recuperando e aguardando o resultado dos exames para saber se está com “Malária ou Dengue”.

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Por coincidência, no último dia 30 de Novembro, um dos Órgãos de Saúde denunciados na presente matéria, ou seja, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) completou um ano de funcionamento, onde através de solenidade em comemoração ao dia, o Gerente Geral da Unidade, MACSON ROSAS, agradeceu a dedicação e o empenho do Governador do Estado e também do Secretário Estadual da Saúde, que segundo o Gestor do referido Órgão de Saúde não medem esforços para que o Estado do Acre, “tenha uma Saúde mais humanizada”.     

Mas parece que os usuários da UPA DE CRUZEIRO DO SUL, também estão tendo que “medir esforços”, quando se dirigem ao Órgão de Saúde em questão, pois segundo eles da forma que são atendidos, são obrigados a fazerem um “grande esforço” para suportarem o descaso e desrespeito com que são tratados no local, assim sendo, com a palavra o depoimento de alguns usuários da referida Unidade de Pronto Atendimento, que sentiram na pele o que é ser tratado com descaso:

LOUZANIRA SILVA OLIVEIRA:

Comemorar um ano de atendimento? Acredito que erraram a palavra, é um ano de humilhação para a população, pior atendimento não existe.

JOVANIA NEGREIROS:

O pessoal dessa UPA tem o pior atendimento do mundo, parece que a gente está pedindo favor quando chega ali para ser atendida, a recepção é cheia de gente sem fazer nada.

LURIELLY ALMEIDA:

Eu cheguei lá na UPA, com a pressão 19/8 e a metade da face dormente, ai o médico disse que eu tinha escolhido um péssimo dia pra ficar doente! Tenho quase certeza que se eu tivesse com minhas forças, eu tinha ido presa, porque um bufetão eu tinha dado nele, por acaso eu posso escolher dia pra ficar doente???

TORRES LARI:

Um ano de péssimo atendimento, pense num local que você só vai pra ter raiva. Minha revolta é que eu fui reclamar e ainda me disseram que eu tava fazendo política. Os comentários estão aí, para quem quiser ler. Não presta! Deus me guarde de precisar de atendimento nesse local.

MELQUE LOPES:

O foda é quando uma criança com crise alérgica chega lá na UPA, com sintomas de alergia e ai não atendem porque dizem que ta com suspeita de COVID-19.  O que está matando o povo de COVID e outras doenças é o péssimo atendimento.

ILANNA DÁLATHE:

Um ano que os funcionários dessa UPA te atendem com cara de quem comeu e não gostou, um ano que eles levam os problemas de casa para o  trabalho, te atendendo com mal humor, com negligência, e isso já aconteceu várias vezes comigo, to dizendo por mim, cada um que fale por si, a saúde pública precisa de profissionais que tenha amor pelo que faz.

NÁDIA FEYTOSA:

Meu pai foi tratado de forma humilhante na UPA, ele tem 69 anos de idade, estava com pressão alta e dor no peito, mandaram eu voltar a noite ou ir pro posto de saúde, ai levei ele para o Hospital do Juruá e foi diagnosticado com problema no coração, ou seja, meu pai estava enfartando e a UPA não quis atender ele, é uma pouca vergonha. Omissão de Socorro.

JANE OLIVEIRA:

Está é a nossa triste realidade, ali nesta UPA tem um atendimento péssimo.

Outro dia fui lá e só porque em tossi, não me atenderam achando que eu estava com a COVID-19.

LOUZANIRA SILVA OLIVEIRA:

É verdade, por pouco meu sobrinho não morreu lá, porque a maioria dos médicos que estão atendendo na UPA, só tem nome de médico, pois só atendem quando eles acham convenientes a eles. Foi preciso falar com a direção para que o meu sobrinho pudesse ser atendido de forma correta.

JHONY GADELHA:

UM BOM PROFISSIONAL TRABALHA COM AMOR NO CORAÇÃO,

ACHO QUE MUITOS QUE SE DIZEM PROFISSIONAIS NÃO É POR AMOR AO PRÓXIMO, MAS SIM POR FALTA DE OPÇÃO, ISSO SIM Á UMA VERGONHA PARA O ESTADO ACRE, CONTRATAR PESSOAS INCOMPETENTES

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Considerando a gravidade da denúncia em questão, ora enviada a este Jornalista, decidi em 30 de Novembro, ligar para a “Porta Voz do Governo do Acre”, MIRLA MIRANDA, para relatar o fato ocorrido, onde no Dia 02 de Dezembro, ás 13:34, a mesma respondeu via email, o seguinte: 

-“ Bom dia Sr. Lafaete. A equipe de Assessoria da Sesacre (Fayde) já está entrando e contato com o Hospital Regional do Juruá para averiguar a denúncia. Ela entrará em contato com o Senhor. Obrigada, Estamos à disposição.”

Ficou apenas na teoria, o escrito no email enviado pela Porta Voz do Governo do Acre, pois até o fechamento dessa matéria, ninguém da Assessoria da SESACRE e principalmente da Secretaria de Comunicação do Estado do Acre, se dignaram à mandar uma “Nota de Esclarecimento” se pronunciando sobre a denúncia ora feita pela SRA. IOLANDA LUSTOSA, que originou a presente Matéria.   

Há de se destacar, que esta é a “3ª vez” que a Secretaria de Comunicação do Estado do Acre, que tem como responsável a SRA. SILVANIA PINHEIRO tem essa infeliz atitude, ou seja, se nega a enviar “Nota de Esclarecimento” sobre denúncias feitas contra a Saúde Pública do Acre, será que se fosse uma Matéria, elogiando e falando bem, também não haveria uma resposta?  

O dia em que a Secretária de Comunicação do Acre, SRA. SILVANIA PINHEIRO, conseguir entender que uma “crítica” pode ajudar tanto quanto um “elogio” estará dando um grande passo na vida pessoal e profissional, pois descobrirá que é através do cometimento de ERROS, que chegamos aos ACERTOS e assim, podermos acertar nossa caminhada pela vida.

Ouvir os dois lados da história é uma das regras mais básicas do Jornalismo, pois o meu papel como Repórter do PORTAL DIRETO DO PLANALTO é informar a sociedade a verdade dos fatos, para que ela possa tomar decisões e formular suas próprias opiniões, visto que numa “democracia” uma Imprensa Verdadeira, não abrange somente ás opiniões inofensivas ou favoráveis, mas também aquelas que possam causar transtornos ou inquietações, porque o meu eterno compromisso será sempre estar ao lado do Povo, expondo as trapaças dos Poderosos e a precariedade dos Serviços Públicos, através de um Jornalismo Critico, Imparcial e Apartidário!!! 

 Por fim, cabe tornar público, a manifestação do Assessor de Comunicação da Coordenação Regional de Saúde do Vale do Juruá, SR. MARLUS FERREIRA, que ao ser informado por este Jornalista sobre o fato ocorrido na UPA e no Pronto Socorro do Hospital Juruá, onde após ser informado que o caso seria comunicado a Porta Voz do Governo do Acre, SRA. MIRLA MIRANDA, disse o seguinte:

-“ Quem realmente sabe dos fatos somos nós da regional e não Rio Branco. Então conversa com a MIRLA MIRANDA, mas quem responde por fatos na Regional do Juruá sou eu Assessor de Comunicação e CATIANA RODRIGUES, Coordenadora da Saúde, nós é que sabemos o que está acontecendo no Juruá.”

Contraditória a fala do SR. MARLUS FERREIRA, ao dizer: “Nós é que sabemos o que está acontecendo no Juruá”, pois se verdade fosse, como explicar: o caso do Sr. Raimundo Diogo da Silva, um idoso de 78 anos de idade, portador de câncer na laringe, que durante 15 meses ficou aguardando por um tratamento VIA TFD de Cruzeiro do Sul que nunca chegou, vindo o mesmo a falecer no dia 19 de Outubro de 2020 e agora esse caso recente ocorrido na UPA e no Pronto Socorro do Hospital Juruá, se realmente é verdade que sabem de tudo o que acontece ai, porque a COORDENAÇÃO DE SAÚDE DO VALE DO JURUÁ, não tomou ás providências devidas para se evitar que esses absurdos que vem acontecendo com freqüência na área da Saúde da Região, continuem acontecendo,  ora se sabiam e não fizeram nada, então foram omissos e negligentes, pois eu que moro em SÃO PAULO, à 58 horas e  4.130 KM de distância de CZS, fiquei sabendo e fiz a minha parte como Cidadão e Jornalista, assim sendo, só existe uma maneira de retratar essa infeliz e descabida fala de vocês que devem pensar que são VIDENTES, achando que sabem de tudo o que acontece ai na região, ou seja, como diria Compadre Washington do Grupo É o Tchan: SABE DE NADA INOCENTE!!!

Fonte: Direto do Planalto

 

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Saúde

Vacina contra a Covid é aplicada em 9 unidades de saúde e na Vigilância Epidemiológica de Rio Branco

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Vacinação contra a Covid é feita em uraps e no prédio da Vigilância Epidemiológica de Rio Branco — Foto: Paulo Eduardo Campos / Prefeitura de Bauru

A 1ª, 2ª e dose de reforço contra a Covid-19 são aplicadas em Rio Branco em oito Uraps e na Vigilância Epidemiológica, na Avenida Ceára, nesta segunda-feira (17). O atendimento é feito das 8h às 16h com a 1ª, 2ª e dose de reforço na capital. (Veja pontos abaixo).

Quem tomou a primeira dose da Janssen há 2 meses ou mais deve comparecer à Urap Vila Ivonete e tomar a dose de reforço. É necessário apresentar a carteirinha de vacinação comprovando que tomou a 1ª dose da Janssen há mais de 60 dias.

A segunda dose do imunizante da CoronaVac é aplicada no prédio da Vigilância Epidemiológica Municipal, que fica na Avenida Ceará. A aplicação é feita por agendamento pelo telefone (68) 3227-3165.

A 1ª e 2ª dose são disponibilizadas para pessoas com mais de 12 anos. Adolescentes precisam comparecer acompanhados dos pais ou responsáveis e apresentarem RG e CPF ou o RG e o cartão do SUS na hora da vacinação.

Já a dose de reforço de outros laboratórios é aplicada em adultos acima dos 18 anos que tenham completado 4 meses desde a última dose e pessoas com baixa imunidade (imunossuprimidos).

Vacinação infantil

A vacinação contra a Covid-19 em crianças de 11 anos começa nesta segunda-feira (17) no Acre. Na capital do estado, Rio Branco, cinco unidades de saúde vão estar abertas com atendimento exclusivo para esse público. O atendimento é feito das 8h às 12h e das 14h às 16h. (Veja locais abaixo)

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Segundo a Saúde municipal, a vacinação deve começar com crianças de 11 anos e seguir de forma decrescente, conforme a chegada de mais lotes.

As crianças precisam estar acompanhadas do pai ou da mãe ou de outro responsável legal na hora da imunização. Essa pessoa precisa assinar um Termo de Autorização e receber as informações referente a possíveis reações da vacina, como por exemplo: inchaço, vermelhidão no local da injeção, febre, fadiga, dor de cabeça e outros

A vacinação em crianças vai ser feita nas seguintes unidades de saúde:

USF Maria Áurea Vilela Santos – bairro Cadeia Velha;

USF Dr. Mario Maia – bairro Cidade Nova;

USF Gentil Perdomo da Rocha – Conjunto Esperança;

USF Vitória – bairro Vitória;

USF Manoel Alves Bezerra – Conjunto habitacional Cidade do Povo.

Vacinação em adultos e adolescentes

Reforço para pessoas que tomaram a 1ª dose da Janssen há 2 meses ou mais

Urap Vila Ivonete

12 anos ou mais 1ª e 2ª dose da Pfizer (antecipação 21 dias) e dose de reforço

Urap Eduardo Assmar

Urap Rozangela Pimentel

Urap São Francisco

Urap Vila Ivonete

Urap Hidalgo de Lima

Urap Ary Rodrigues

Urap Valdeisa Valdez

Urap Bacurau

Policlínica Barral Y Barral

Segunda dose Astrazeneca com 60 dias ou +

Urap São Francisco

Urap Bacurau

Urap Valdeisa Valdez

Urap Vila Ivonete

Policlínica Barral Y Barral

Segunda dose Coronavac

Vigilância Epidemiológica – por agendamento pelo número 3227-3165

Atendimento exclusivo síndrome gripal

Urap Maria Barroso

Urap Cláudia Vitorino

Vacinação no Acre

De acordo com informações do portal de transparência do governo, o Acre já recebeu 1.015.363 doses de vacinas e foram aplicadas 1.021.379 doses na população até o dia 9 de dezembro, data da última atualização. Das doses, 566.240 pessoas tomaram a primeira dose, 420.673 a segunda, 12.193 a dose única e 18.411 a de reforço.

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No último domingo (9) completou um mês desde que os dados do painel de vacinação do Acre estão sem ser atualizados após falha no ConectSUS.

O aplicativo e o site do ConecteSUS ficaram indisponíveis para a emissão do Certificado Nacional de Vacinação Covid-19, que é exigido para acessar órgãos públicos e outros estabelecimentos entre os dias 10 a 23 de dezembro quando voltou, mas com instabilidade, após 13 dias fora do ar.

Ministério da Saúde rebate

O Ministério da Saúde informou que a integração entre os sistemas locais e a rede nacional de dados foi restabelecida na última sexta-feira (7). Destacou ainda que isso não deveria ter interferido nos dados da vigilância epidemiológica de síndromes agudas respiratórias, incluindo a Covid-19.

“Desde então, as informações inseridas pelos estados e municípios nos sistemas estão retornando gradualmente às plataformas nacionais, possibilitando que os dados de saúde possam ser acessados por todos os usuários. A pasta esclarece que a instabilidade nos sistemas não interferiu na vigilância epidemiológica de síndromes agudas respiratórias, incluindo a Covid-19. O Ministério da Saúde continua realizando o monitoramento no Brasil para tomada de decisões frente ao atual cenário”, destaca. Veja mais no G1 Acre

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