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Mesmo sem decreto, alguns órgãos voltam a determinar uso de máscara no Acre devido o aumento de Covid

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Mesmo sem decreto, alguns órgãos voltam a determinar o uso de máscara no AC devido aumento dos casos de Covid — Foto: Iryá Rodrigues/g1

Mesmo sem decreto do governo do estado que torne obrigatório novamente o uso de máscaras no estado acreano, mais órgãos passaram a exigir o EPI dentro de suas dependências, como a Procuradoria-Geral do Município de Rio Branco (PGM) e Câmara de Vereadores. A medida é adotada após o Acre voltar a registrar aumento dos casos de Covid-19 no mês de junho e início de julho.

Para se ter uma ideia, apenas nos primeiros dias de julho já foram contabilizados 2.532 novos casos da doença e o número já superou todo o mês de junho que encerrou com 1.084 casos.

Com isso, a PGM publicou uma portaria que estabelece o uso obrigatório de máscaras pelos servidores, colaboradores, estagiários e terceirizados em atividade dentro do órgão durante o expediente presencial de trabalho.

O Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC) também voltou a exigir que o EPI seja utilizado por todos que entrarem, permanecerem ou circularem dentro dos prédios do Judiciário acreano. A portaria com a determinação, foi assinada na quarta-feira (6) pela presidência e corregedoria- geral da Justiça e entra em vigor nesta sexta-feira (8).

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Com o mesmo objetivo de evitar o avanço da doença, a Câmara de Vereadores de Rio Branco também publicou um ato normativo, no qual passa a tornar obrigatório o uso de máscara a todos que ingressarem, permanecerem e circularem nas dependências do órgão.

Na semana passada, o Ministério Público Estadual (MP-AC) e a Secretaria de Educação de Rio Branco (Seme) voltaram a recomendar o uso de máscara em suas dependências.

Além disso, algumas escolas particulares de Rio Branco também tomaram a medida de prevenção. Os colégios fizeram remanejamento do calendário escolar e anteciparam o período de férias, segundo informou a presidente do Sindicato das Escolas Particulares do Acre, Elizabeth Costa.

Após uma reunião, nessa quarta, o Comitê Especial de Enfrentamento à Covid-19 definiu a volta da obrigatoriedade do uso de máscaras em locais fechados no Acre. Além disso, também ficou definido o retorno da cobrança das carteiras de vacinação em repartições públicas e eventos com grande número de pessoas.

O uso da máscara era obrigatório no estado apenas em unidades de saúde e transportes coletivos. O Comitê avaliou ainda que por enquanto não há necessidade de mudar a classificação de risco, que atualmente segue na bandeira verde. Com informações do G1 Acre.

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Hospital Regional do Alto Acre, em Brasileia receberá R$ 884,7 mil para melhorias na Rede de Atenção Materna e Infantil

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O Hospital Regional do Alto Acre, que atende os município de Assis Brasil, Brasileia, Epitaciolândia e Xapuri vai receber a quantia de R$ 884.700,00 (oitocentos e oitenta e quatro mil e setecentos reais), esses recursos são para melhorias na Rede de Atenção Materna e Infantil (Rede Cegonha).

No total, foram destinados para o estado do Acre mais de R$ 13 milhões para melhorais nos serviços de saúde oferecidos pela Rede de Atenção Materna e Infantil nas mais diversas Unidades Hospitalares, onde 12 hospitais serão contemplados com este recurso federal.

A Comissão Intergestores Bipartite (CIB-AC) divulgou a liberação do recurso no Diário Oficial do Estado (DOE) dessa sexta-feira (5). Conforme a publicação, o recurso corresponde a portaria do Ministério da Saúde de 2012 para as ações de promoção, proteção e recuperação à saúde nas Unidades Assistenciais do estado que compõem a Rede Cegonha, os valores variam de cada Unidade.

Veja baixo os Hospitais que irão receber:

Hospital Abel Pinheiro (Mâncio Lima) – R$ 306,7 mil;

Hospital João Câncio Fernandes (Sena Madureira) – R$ 933,9 mil;

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Hospital Epaminondas Jácome (Xapuri) – R$ 471,8 mil;

Hospital Ary Rodrigues (Senador Guiomard) R$ 117,9 mil;

Hospital Geral de Feijó – R$ 365,7 mil;

Hospital Raimundo Chaar (Brasileia) – R$ 884,7 mil;

Maternidade Ethel Muriel Gueddes (Tarauacá) – R$ 684,2 mil;

Hospital da Mulher e da Criança do Juruá (Cruzeiro do Sul) R$ 4,4 milhões;

Hospital Manoel Marinho Monte (Plácido de Castro) – R$ 171,3 mil;

Huerb (Rio Branco) – R$ 601,6 mil;

Fundhacre (Rio Branco) – R$ 522 mil;

Maternidade Bárbara Heliodora (Rio Branco) – R$ 3,7 milhões.

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