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Hospital de Campanha tem apenas cinco leitos de UTI para pacientes com Covid vagos e Ministério Público acompanha

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Hospital de Campanha tem apenas cinco leitos de UTI para pacientes com Covid vagos e MP acompanha — Foto: Junior Aguiar/Secom-AC

O aumento dos casos de Covid-19 tem elevado significativamente o aumento dos leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI). O hospital de campanha, em Rio Branco, está com 88% de ocupação. Com informações do G1.

A informação foi confirmada pela diretora do Into, Lorena Seguel, em entrevista na manhã desta quarta-feira (27), quando ela informou que dos 40 leitos de UTI disponíveis na unidade, 35 estão ocupados.

“Em relação a UTI, nós temos preparados 40 leitos. Destes 40, 35 estão ocupados neste momento. Fora isso, nós estamos preparando e acho que até amanhã [quinta,28] pela manhã, já liberamos mais 10 leitos. Se amanhã ainda tiver essas são, serão 15 vagas de UTI”, disse.

Lorena informou que há pelo menos 15 dias o atendimento diário na unidade é em torno de 290 pacientes que aguardam na porta de entrada. Mas, ela informou que como é durante todo o dia, não ocorre muita espera.

O Acre registrou até esta terça-feira (26), 46.774 casos de Covid-19, segundo o boletim diário da Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre). 856 pessoas morreram vítimas da doença.

O boletim de Assistência da Sesacre aponta que em todo estado, são 75 leitos de UTI, e 73% estavam ocupados nessa terça.

Em relação ao hospital de campanha, que concentra o maior número de UTIs, a direção informou que se prepara para abrir mais 10 leitos até a quinta-feira (28) e, que até o momento, o hospital mantém a capacidade de atendimento com leitos.

“Graças a Deus temos disponibilidade de leitos até para atender as pessoas que não tem condições em outros estados. O que dificulta é, se for uma pessoa estrangeira que não tem documentação aqui no país, então é difícil fazer o cartão SUS [Sistema Único de Saúde] e ele ter acesso, mas ele acaba sendo atendido, mas cria uma problemática e a gente tem que correr à parte social, a documentação dele que não está nesse momento disponível para a gente”, acrescenta.

O hospital já recebeu dois pacientes do Amazonas, e um deles recebeu alta na última semana, segundo informou Lorena.

‘Preocupação’

O Ministério Público Estadual (MP-AC) tem acompanhado a situação. O promotor Gláucio Oshiro informou que a situação é preocupante.

“O MP tem acompanhado, tenho feito esse acompanhamento diário, e a gente vem trazendo e traduzindo as ocupações com bastante preocupação”, afirma.

O promotor afirma que e que tem mantido diálogo com a Sesacre e que a maior preocupação é saber se o estado tem condições de ampliar os leitos no momento em que for necessário.

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“Nós estamos em diálogo e não é uma orientação, mas, o diálogo é para saber a capacidade de ampliação no momento correto do cenário. Então, assim que a gente perceber uma evolução muito rápida, queremos saber em qual momento, em quanto tempo a secretaria consegue se movimentar e expandir os leitos no Into. Conforme for, se eles no indicarem que têm alguma deficiência, ou incapacidade, aí claramente a gente toma as medidas judiciais necessárias para provocar o governo”, explica.

O promotor ainda ressalta e pede que o população seja parceira e mantenha os cuidados necessários de prevenção à doença, como manter o distanciamento, fazer o uso de máscara, promover a higiene habitual.

Toque de recolher

O governador do Acre, Gladson Cameli, decretou, no início desta semana, segunda-feira (25), o toque de recolher das 22h às 6h que já havia sido anunciado na última sexta-feira (22). O decreto tem efeito até 25 de fevereiro.

O anúncio da medida mais restritiva foi feito durante a coletiva de reclassificação das regionais, quando Alto Acre e Baixo Acre e Purus passaram para as faixas vermelha e laranja, respectivamente, e a regional do Juruá/Tarauacá permaneceu na fase amarela, que é de atenção.

Cameli também antecipou que não haverá carnaval. “Fica determinada, no âmbito do estado do Acre, a restrição no horário de funcionamento de todos os estabelecimentos e atividades comerciais com atendimento ao público, assim como de eventos em geral, que deverão permanecer fechados ao público no período de 22h às 6h do dia”, destaca o decreto.

Porém, a circulação de pessoas está liberada em locais de serviços essenciais, como farmácia, postos de combustíveis e outros. A determinação também destaca que os estabelecimentos que trabalham com delivery ou drive thru podem funcionar, mas fechados, sem que o cliente entre no local.

A restrição é válida para todas as regionais, independente de que faixa estejam. A fiscalização vai ser feita pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e, caso o estabelecimento seja flagrado descumprindo as medidas pode sofrer multas de R$ 500 a R$ 2 mil, atualizada anualmente pela Taxa Selic, à suspensão ou cassação da Licença de Segurança.

Reclassificação

O Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19 reclassificou, nesta sexta-feira (22), as regionais do Alto Acre e Baixo Acre e Purus para as faixas vermelha e laranja, respectivamente. A regional do Juruá/Tarauacá permaneceu na fase amarela, que é de atenção. Presente na reunião, o governador Gladson Cameli anunciou toque de recolher e o cancelamento do carnaval no estado.

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A reclassificação trouxe a regressão destas duas regionais, sendo que o Alto Acre, que estava na faixa amarela, desceu para a fase de emergência, que é representada pela cor vermelha. Já o Baixo Acre, que inclui a capital acreana, Rio Branco, saiu da fase de atenção para a de alerta.

Esta é a 16ª coletiva do Pacto Acre sem Covid. A avaliação ocorreu nas duas últimas semanas epidemiológicas, com análise entre os dias 3 a 16 de janeiro. A próxima avaliação deve ser divulgada no dia 5 de fevereiro.

No último dia 8 de janeiro, o Comitê manteve as três regionais do Acre na faixa de atenção, representada pela cor amarela. Na avaliação anterior, no dia 23 de dezembro, todas as regionais também foram colocadas na faixa amarela.

O Acre registra mais de 45,7 mil infectados pela Covid-19, conforme dados do boletim da Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre). O número de mortes chegou 844 na quinta-feira (21) no estado acreano.

Promotor Glaucio Oshiro diz que situação preocupa e que tem mantido diálogo com a Sesacre — Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre

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Veja o Vídeo Abaixo: Boa parte das autoridades acreanas estão se manifestando apenas a respeito do Coronavírus, o que é de extrema importância, porém há uma outra ameaça à vida dos acreanos que é a dengue, onde o número de casos chega a ser assustador e infelizmente até óbito foi registrado. Dengue Trata-se de uma doença infecciosa causada por um vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti. Ela não tem tratamento específico, causa sintomas como febre alta e dores no corpo e pode até matar. Sua incidência aumenta no verão, em dias quentes e úmidos.

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Veja o Vídeo Abaixo: Apesar do decreto do governo do estado com relação ao toque de recolher, as pessoas estão se adaptando às mudanças. Só devemos ter cuidado com as fake news para não tomarmos atitudes desnecessárias, devemos sempre nos cuidar contra a covid-19. A covid-19 é uma doença causada pelo coronavírus, denominado SARS-CoV-2, que apresenta um espectro clínico variando de infecções assintomáticas a quadros graves.

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Secretaria de Saúde de Plácido de Castro se mobiliza e monta quartel general COVID-19

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Assessoria – A Prefeitura de Plácido de Castro, através da Secretaria Municipal de Saúde, que tem à frente da pasta a Sra. Macicleia Cezaria de Moura Nogueira, continua firme em suas ações no atendimento a pacientes com suspeita de terem contraído a famigerada COVID-19.

Para isso, foi montado o que chamamos de, quartel general, pra atendimento a esses pacientes, no prédio da APAE, em frente a praça central da cidade.

Uma exelente equipe formada por profissionais da saúde, já estão de prontidão desde as primeiras horas da manhã desta segunda-feira, 24/01/2022. A equipe é composta pelos enfermeiros Wisley e Larissa Rodrigues, Técnicas de enfermagem, Núbia e Joselene e a Dra. Alexandra Ferreira.

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Veja o Vídeo Abaixo: Em meio a maior crise do sistema de transporte coletivo dos últimos tempos, a população de Rio Branco vive um dilema e acorda todo dia sem saber se terá ônibus passando em sua região. O prefeito Tião Bocalom tentou amenizar o problema repassando R$ 2 milhões e quatrocentos mil para as empresas quitar os débitos com empregados, acordo não cumprido e que foi um dos motivos para a intervenção no setor.

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