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Fundhacre realiza mutirão de consultas em otorrinolaringologista

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Acadêmicos de medicina da Universidade Federal do Acre (UFAC) – Foto: Danna Anute/Fundhacre

Assessoria – A Fundação Hospital do Acre, realizou neste sábado, 20, um mutirão de consultas voltados para os atendimentos de otorrinolaringologista, o público alvo são pacientes que já estão regulados e se encontram na fila de espera.

A chefe do ambulatório da unidade hospitalar, Rozangela Farias, explica que com a pandemia o ambulatório passou dois anos com a redução de chamadas para o atendimento de otorrino, e afirma que o objetivo é trazer as pessoas que já estavam há muito tempo regulados, assim garantindo o atendimento à todos.

“Esse mutirão de consultas é um olhar que o governador Gladson Cameli juntamente com o nosso presidente João Paulo Silva, está tendo com as pessoas que estão há muito tempo na fila aguardando esse momento de atendimento. Nossa fila na especialidade do otorrino ainda é grande, o intuito é agilizar e diminuir a demanda reprimida e avançarmos nos atendimentos”, frisou.

Para a paciente Maria Gorete Junqueira de Lima que aguarda na fila de espera há três anos, o mutirão é muito importante, principalmente para aquelas pessoas que não podem pagar uma consulta particular. “Fiquei feliz pois estava esperando muito por esse momento, estava ruim da labirintite, e agora irei realizar minha consulta, agradeço pela iniciativa do hospital, que vem melhorando os atendimentos”, disse.

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O mutirão contou com a participação dos acadêmicos de medicina da Universidade Federal do Acre (UFAC), que na oportunidade estiveram participando de aulas práticas durante os atendimentos ambulatoriais.

“A prática vem desenvolver a teoria que se absorve durante as aulas e o aluno fica ansioso para tentar aplicar tudo que aprendeu no paciente, uma coisa é você ler e ver uma imagem, outra é quando o paciente vem e fala o que sente, é justamente nessa necessidade que hoje observamos em prática, assim podendo ter a chance de tornarmos múltiplos e contribuir na saúde”, destacou o acadêmico do 6º período de medicina, George Pedroso de Oliveira.

Para a especialista em otorrino, doutora Jene Greyce Oliveira da Cruz, que estava realizando os atendimentos no ambulatório, a atividade de ensino é de total relevância aos acadêmicos de medicina, para ela a parceria entre UFAC e Fundhacre, muito irá contribuir no aprendizado dos acadêmicos e nos atendimentos à população.

“É de total relevância os alunos voltarem para as suas aulas práticas, tivemos todos o apoio na atual gestão no desenvolvimento das ações de hoje, além claro, de principalmente agilizarmos os atendimentos dos paciente que se encontram na fila de espera.

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O cronograma teve início nesse sábado, 20, e terá sequência nos dia 4, 11 e 18 de dezembro no ambulatório da unidade hospitalar a partir das 8 horas.

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Veja o Vídeo Abaixo: “Nós não podemos nos curvar diante disso [possível interferência de Bolsonaro no INEP]. Por isso que estamos tomando todas as medidas cabíveis para que o INEP seja preservado, sobretudo, a juventude brasileira, que precisa que o Enem seja realizado com muita lisura”, disse Leo de Brito durante entrevista coletiva, no salão verde da Câmara dos Deputados. A coletiva reuniu os líderes da oposição ao governo Bolsonaro para anunciar ações de proteção ao Enem, entre elas, o afastamento do presidente do INEP, acusado de assédio moral.

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Taxa de mortalidade infantil cai pela metade no país graças ao pré-natal e ao acompanhamento pediátrico

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De 2000 a 2019, índice teve queda de 26,1 para 13,3 óbitos por mil nascidos vivos; Ministério da Saúde aponta melhoria na prestação dos serviços de Atenção Primária à Saúde como uma das causas – Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasiil

Em 20 anos, a taxa de mortalidade infantil no Brasil caiu pela metade: de 26,1 óbitos por mil nascidos vivos, em 2000, para 13,3 óbitos por mil nascidos vivos, em 2019. A queda é atribuída pelo Ministério da Saúde, responsável por mensurar os dados no país, à melhoria na prestação dos serviços de Atenção Primária à Saúde, como pré-natal e acompanhamento do crescimento da criança no primeiro ano de vida.

Na avaliação das autoridades públicas de saúde, a mortalidade infantil é um indicador de saúde e condições de vida de uma população. Com o cálculo da sua taxa, estima-se o risco de um nascido vivo morrer antes de chegar a um ano de vida. Quanto maior o valor, mais precárias são as condições de vida e saúde e menores são os níveis de desenvolvimento social e econômico. Entre as regiões brasileiras, o Norte é a que apresenta a situação mais preocupante: 16,6 crianças morrem a cada mil nascidos vivos, número superior à média nacional.

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Para reverter esse cenário e melhorar ainda mais o cuidado das crianças nos serviços   do SUS, o Ministério da Saúde, por meio do Programa Cuida Mais Brasil, vai reforçar a presença de médicos pediatras junto às equipes de Saúde da Família e de Atenção Primária. A ideia é que esse atendimento fique mais perto das Unidades Básicas de Saúde (UBS), ou seja, ao alcance do cidadão. 

“Esperamos que isso diminua a mortalidade infantil. As crianças são um público que fazemos acompanhamento do desenvolvimento delas por meio das nossas equipes. Criança tem uma singularidade no cuidado. Queremos evitar que mães não percam seus filhos por conta de uma morte que seria evitável se tivesse o cuidado adequado”, reforça Renata Maria de Oliveira Costa, diretora do Departamento de Saúde da Família (DESF) do Ministério da Saúde.

Cresce procura por pediatras

Entre dezembro de 2019 e dezembro de 2021, equipes de Saúde da Família que contam com profissionais médicos pediatras vinculados registraram um aumento nos atendimentos de 53%. Segundo Renata Maria de Oliveira Costa, isso reforça que há demanda por pediatra na rede pública e que é preciso espalhar esses profissionais para o máximo de localidades possível. 

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“O Cuida Mais Brasil também tem esse olhar de equidade, de podermos ofertar recursos para que nessas áreas onde não existem esses profissionais, eles possam chegar. Temos a primeira meta de ter esse serviço ofertado em todas as regiões. Nos lugares onde já existem esses profissionais, o incentivo vai apoiar financeiramente os municípios a ampliarem o acesso que já existe hoje”, acrescentou a gestora do Ministério da Saúde.

Atualmente, 5,7 mil pediatras estão vinculados diretamente a 1.311 equipes. Com o Cuida Mais Brasil, o governo federal vai incentivar financeiramente a inclusão desses profissionais na Atenção Primária, aumentando a capacidade de atendimento nas UBSs. A estimativa é que o número de equipes com médico pediatra possa chegar a mais de 8 mil em todo país. Em 2022, serão repassados R$ 169,6 milhões aos municípios para fortalecer a saúde geral da mulher desde a gravidez até o acompanhamento de crianças recém-nascidas e o cuidado com a infância. 

Para mais informações, acesse o site do Ministério da Saúde: gov.br/saude. Ou entre em contato com a Secretaria de Saúde do seu estado. Fonte: Brasil 61

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