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Fundação Hospitalar recebe novo aparelho de tomografia para atender as demandas da unidade

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Aquisição do novo tomógrafo, é fruto do empenho da atual gestão da Fundhacre – Foto: Danna Anute.

Assessoria – A Fundação Hospital do Acre (Fundhacre), recebeu um novo aparelho de tomografia que passará a atender as demandas da unidade hospitalar, essa primeira fase é de organização para instalação do aparelho.

“Esse é um momento muito oportuno para a gestão pública do estado, para a Secretaria de Saúde, e o governo do Acre, a Fundhacre conta com mais de 200 leitos, Uti e Semi-intensiva, o aparelho irá contribuir no cuidado para com o paciente, além de dar um embasamento maior a equipe médica, e a todos os profissionais que acompanham o quadro clínico”, afirma o presidente da Fundhacre, João Paulo Silva.

A nova Fundhacre vem trabalhando para melhorar a qualidade de vida de toda a população, por meio de uma saúde pública em que atenda a todos. A aquisição do novo tomógrafo, é fruto do empenho da atual gestão que não mediu esforços para agilizar todos os trâmites de um processo que já tramitava desde 2016.

“Seguindo a orientação do governador Gladson Cameli em destravar alguns processos, conseguimos a aquisição do tomógrafo que já era um processo que vinha transitando alguns anos com recurso do Banco Mundial do Programa de Saneamento Ambiental do Acre (Proser). Esse é um esforço da equipe técnica da Fundhacre que assumiram de fato todo o processo para a chegada do tomógrafo até a unidade”, destacou o presidente.

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A chefe do setor de Planejamento, Duciana Araújo enfatiza que há três anos  a Fundhacre está com o tomógrafo com defeito, e vem fazendo a transferência dos pacientes de maneira externa para realizar os exames de tomografia.

“Hoje é um dia de grande celebração para nós, sabemos da importância e da necessidade do aparelho para nossos pacientes, mediante isso, realizamos junto a empresa uma articulação na qual por meio de uma sensibilização em prol da saúde da nossa população, construímos uma aliança para agilizar todo o procedimento, onde conseguimos receber o aparelho até mesmo antes do prazo”, afirma Duciana Araújo .

O equipamento é avaliado em mais de R$ 2.2 milhões  com recurso do Banco Mundial e ocorreu por meio do Programa de Saneamento Ambiental do Acre (Proser).

Novo tomógrafo da Fundhacre chega na unidade hospitalar – Foto: Danna Anute

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Veja o Vídeo Abaixo: A Assembleia Legislativa do Estado do Acre tem se preocupado em proporcionar mais dignidade para a população acreana, aprovou a lei 3.795 de 27 de outubro de 2021 que trata da obrigatoriedade de incluir os absorventes aos itens de higiene das Unidades de ensino e disponibilizar, gratuitamente , nos banheiros das Escolas públicas Estaduais.

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Veja o Vídeo Abaixo: Em consonância com a Lei Nº 3.7757, de 13 de julho de 2021, a Assembleia Legislativa do Estado do Acre traz uma campanha de conscientização “Dezembro Verde”, há toda a população com relação aos animas, principalmente os que estão em situação de rua, pois os pets são o símbolo de amor ao próximo e o melhor amigo do homem, então ame-o!!

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Mais da metade dos médicos formados no Acre deixaram o estado para atuar em outras regiões do país, diz CFM

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Dados do CFM mostram que dos 240 profissionais formados entre 2018 e 2021 no Acre, 151 não ficaram no estado. Presidência está no estado para debater esse e outros assuntos – Foto: Reprodução Ac24horas

Mais da metade dos médicos que se formam no Acre não atuam no estado. Um levantamento do Conselho Federal de Medicina (CFM) mostra que quase 63% profissionais optam por trabalhar em unidades de saúde de outras regiões do país após a graduação.

Um dos principais motivos para essa mudança, segundo o Conselho, seria a falta de estímulos para garantir a permanência desses profissionais nos hospitais do estado acreano.

O estudo do CFM mostra também que, dos 240 médicos formados no Acre entre 2018 e 2021, 151 partiram para outros estados assim que se formaram. O número corresponde a mais da metade dos profissionais e é o maior percentual de evasão entre todos os estados brasileiros.

Em visita ao estado acreano, o presidente do CFM, José Hiran da Silva Gallo, disse, em entrevista à Rede Amazônica Acre, disse que faltam estímulos salariais e boas condições de trabalho para que esses profissionais permaneçam no estado.

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“Oferecem um salário e, muita das vezes, não pagam aquele salário para o médico. Queremos não só um bom salário, mas também condições de trabalho. É inadmissível, em pleno século 21, sermos agredidos nas unidades públicas, como aconteceu no Rio de Janeiro que uma pediatra foi agredida e ninguém fez nada. Como presidente do conselho, estou pedindo às autoridades melhores condições de trabalho, uma política pública palpável e mais atrativa para que nossos estados pobres tenham médicos constantemente”, destacou o presidente.

Segundo o presidente, faltam políticas públicas para incentivar esses profissionais a se manterem nos estados mais pobres, a exemplos do Acre, Rondônia, Roraima e outros. “É preocupante a situação, temos hoje 563 mil médicos no Brasil e, lamentavelmente, a maioria desses médicos procuram esses estados mais pujantes, onde tem condições de vida melhor com praia, cinema, teatro e é o que falta em nosso estado. Para que isso aconteça, não adianta só chegar e fazer promessas e não cumprir essas promessas”, lamentou.

Falta de especialistas

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Hospitais e unidades de saúde quase sempre lotados, pessoas há anos na fila de espera por cirurgias, entre outros problemas enfrentados na rede pública do Acre. Muitos desses problemas estão ligados à insuficiência de médicos para atender a população. E a situação fica ainda mais agravada quando se trata de especialistas.

Em 2018, o Conselho Regional de Medicina no Acre (CRM-AC) divulgou que 571 médicos especialistas cadastrados naquela época, apenas 265 atendia na rede pública do estado, sendo que seis eram temporários. Nos últimos anos, a falta de especialistas em muitas das 22 cidades acreanas tem sido o gargalo da gestão estadual.

Nos hospitais no interior do estado, o clínico-geral acabava fazendo o papel de anestesista, ginecologista e outros atendimentos para que o paciente consiga se reabilitar. Muitas vezes também recorre aos mutirões de atendimento e ao Tratamento Fora do Domicílio (TFD). Veja mais no G1 Acre

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