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Com aumento de casos de gripe, Rio Branco abre Uraps para atendimento médico e distribuição de remédios

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Prefeitura de Rio Branco abre Uraps para atendimento médico e distribuição de remédios – Foto: Dayane Leite

Com aumento de casos de síndrome gripal, a prefeitura de Rio Branco decidiu abrir nesta segunda-feira (27) seis unidades de saúde para atender a população com entrega de medicações e também atendimento médico e vacinação contra a Influenza.

Do total de seis unidades, quatro estão com profissional médico e as demais estão apenas com vacinação e entrega de remédios. Segundo a secretária de Saúde de Rio Branco, Sheila Andrade, quem tiver com sintomas de Covid pode fazer teste na Urap Eduardo Assmar.

“Vamos estar com médico, dispensação de medicação e também a medicação intravenosa. Não será atendimento de rotina, estamos atendendo uma demanda específica de síndrome gripal nesse momento, tanto hoje [segunda, 27], quanto amanhã [terça, 28] no feriado. Na quarta-feira [29] todas as Uraps voltam à rotina normal de atendimento médico e todas as demais ofertas de serviço”, disse a secretária.

Unidades abertas:

Urap Eduardo Assmar – tem médico e vai ter vacinação contra Covid-19 e Influenza

Urap Vila Ivonete – não tem médico e vai ter vacinação contra Covid-19 e Influenza

Urap Cláudia Vitorino – tem médico e vacinação somente contra Influenza

Urap Hidalgo de Lima – tem médico e vacinação somente contra Influenza

Urap Barral y Barral – tem médico e vacinação somente contra Influenza

Urap São Francisco – não tem médico e vai ter vacinação somente contra Influenza

Ramal do Quixadá, Adelcino Santos, de 47 anos foi até a Urap São Francisco em busca de atendimento médico, mas foi informado que não tinha profissional na unidade. “Devido à gripe e tosse vim em busca de médico, não consigo nem dormir, não sabia que não tinha médico aqui. Vou ver se consigo algum remédio.”

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Busca por atendimento em UPAs

A situação nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Rio Branco também é complicada por conta do aumento dos casos de gripe. O jovem Mateus Lima contou que foi no domingo (26) até a UPA do bairro da Sobral, mas não conseguiu atendimento e voltou nesta segunda (27).

“Ontem eu estava com meu pai e ficamos aqui até meia-noite e meia esperando e quando chegou a madrugada, eles informaram que iam atender somente pessoas com classificação laranja e amarela. Então, voltei hoje para ver se consigo ser atendido. Estou com gripe, com maxilar inchado, porque quando pego gripe meu ouvido inflama muito. Não estou conseguindo nem escultar de um lado, tive febre, não consegui nem comer e nem dormir”, disse o jovem.

A doméstica Aldenize do Carmo também procurou a UPA nesta segunda com sintomas fortes de gripe. “Estou com febre, dor de cabeça, corpo dolorido e diarreia. Cheguei aqui 7h, me chamaram para fazer a classificação e estou esperando para ser atendida pelo médico. Meu filho de 8 meses também estão com os mesmos sintomas, não trouxe ele porque não aguentei. Estou assim desde ontem [domingo, 26]”, disse.

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UPAs também apresentam aumento na procura por atendimento de casos de gripe – Foto: Andryo Amaral

Fonte: G1 Acre

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Taxa de mortalidade infantil cai pela metade no país graças ao pré-natal e ao acompanhamento pediátrico

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De 2000 a 2019, índice teve queda de 26,1 para 13,3 óbitos por mil nascidos vivos; Ministério da Saúde aponta melhoria na prestação dos serviços de Atenção Primária à Saúde como uma das causas – Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasiil

Em 20 anos, a taxa de mortalidade infantil no Brasil caiu pela metade: de 26,1 óbitos por mil nascidos vivos, em 2000, para 13,3 óbitos por mil nascidos vivos, em 2019. A queda é atribuída pelo Ministério da Saúde, responsável por mensurar os dados no país, à melhoria na prestação dos serviços de Atenção Primária à Saúde, como pré-natal e acompanhamento do crescimento da criança no primeiro ano de vida.

Na avaliação das autoridades públicas de saúde, a mortalidade infantil é um indicador de saúde e condições de vida de uma população. Com o cálculo da sua taxa, estima-se o risco de um nascido vivo morrer antes de chegar a um ano de vida. Quanto maior o valor, mais precárias são as condições de vida e saúde e menores são os níveis de desenvolvimento social e econômico. Entre as regiões brasileiras, o Norte é a que apresenta a situação mais preocupante: 16,6 crianças morrem a cada mil nascidos vivos, número superior à média nacional.

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Para reverter esse cenário e melhorar ainda mais o cuidado das crianças nos serviços   do SUS, o Ministério da Saúde, por meio do Programa Cuida Mais Brasil, vai reforçar a presença de médicos pediatras junto às equipes de Saúde da Família e de Atenção Primária. A ideia é que esse atendimento fique mais perto das Unidades Básicas de Saúde (UBS), ou seja, ao alcance do cidadão. 

“Esperamos que isso diminua a mortalidade infantil. As crianças são um público que fazemos acompanhamento do desenvolvimento delas por meio das nossas equipes. Criança tem uma singularidade no cuidado. Queremos evitar que mães não percam seus filhos por conta de uma morte que seria evitável se tivesse o cuidado adequado”, reforça Renata Maria de Oliveira Costa, diretora do Departamento de Saúde da Família (DESF) do Ministério da Saúde.

Cresce procura por pediatras

Entre dezembro de 2019 e dezembro de 2021, equipes de Saúde da Família que contam com profissionais médicos pediatras vinculados registraram um aumento nos atendimentos de 53%. Segundo Renata Maria de Oliveira Costa, isso reforça que há demanda por pediatra na rede pública e que é preciso espalhar esses profissionais para o máximo de localidades possível. 

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“O Cuida Mais Brasil também tem esse olhar de equidade, de podermos ofertar recursos para que nessas áreas onde não existem esses profissionais, eles possam chegar. Temos a primeira meta de ter esse serviço ofertado em todas as regiões. Nos lugares onde já existem esses profissionais, o incentivo vai apoiar financeiramente os municípios a ampliarem o acesso que já existe hoje”, acrescentou a gestora do Ministério da Saúde.

Atualmente, 5,7 mil pediatras estão vinculados diretamente a 1.311 equipes. Com o Cuida Mais Brasil, o governo federal vai incentivar financeiramente a inclusão desses profissionais na Atenção Primária, aumentando a capacidade de atendimento nas UBSs. A estimativa é que o número de equipes com médico pediatra possa chegar a mais de 8 mil em todo país. Em 2022, serão repassados R$ 169,6 milhões aos municípios para fortalecer a saúde geral da mulher desde a gravidez até o acompanhamento de crianças recém-nascidas e o cuidado com a infância. 

Para mais informações, acesse o site do Ministério da Saúde: gov.br/saude. Ou entre em contato com a Secretaria de Saúde do seu estado. Fonte: Brasil 61

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