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Boliviana que vive há mais de 3 décadas no Acre volta a atuar pelo Mais Médicos

Olga Pereira, de 76 anos, já trabalhou em Sena Madureira e Manoel Urbano e quer continuar ajudando comunidade. Médicos que vão suprir saída dos cubanos em Rio Branco foram apresentados nesta quinta (6).

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Olga Pereira, de 76 anos, já trabalhou em Sena Madureira e Manoel Urbano e quer continuar ajudando comunidade. Médicos que vão suprir saída dos cubanos em Rio Branco foram apresentados nesta quinta (6).

Olga estava aposentada há 5 anos e decidiu ocupar uma vaga no Mais Médicos — Foto: Rede Amazônica

Aposentada há 5 anos, a médica boliviana Olga Peredo Pereira, de 76 anos, decidiu se inscrever no Mais Médicos para atuar em Rio Branco. A profissional afirma que é naturalizada brasileira e acreana e vive há mais de 30 anos no estado.

Ela acredita que ainda tem muito a oferecer para a sociedade e, por isso, decidiu concorrer a uma vaga.

“Tenho tempo suficiente de trabalho e estou muito acostumada a trabalhar. Quero continuar trabalhando. Estou há 38 anos no Acre, tenho muita experiência. Trabalhei muito no interior e acredito que é uma maneira de oferecer meu serviço da forma que puder”, afirma.

Olga já trabalhou nos municípios de Sena Madureira e Manoel Urbano. Em Rio Branco, ela começou a trabalhar na quarta-feira (5), na Unidade Básica de Saúde Maria Barroso, no bairro Sobral.

“Quero permanecer mais um tempo [trabalhando]. Na Sobral temos que atender todo mundo pela manhã e tarde. O serviço é constante, muito movimento sempre e muitos pacientes”, destaca.

Ao todo, 15 médicos foram selecionados para suprir a demanda na atenção básica de saúde de Rio Branco após a saída dos médicos cubanos do estado. Todos os profissionais selecionados já se apresentaram.

Nesta quinta (6), todos os profissionais conheceram o restante da equipe em uma reunião na Secretaria Municipal de Saúde.

Dos 15 médicos, 13 começaram a trabalhar e os outros dois têm até o dia 14 deste mês para começar os atendimentos.

O diretor de Assistência à Saúde de Rio Branco, Félix Araújo, destacou que 14 dos 15 médicos são acreanos, incluindo Olga que é boliviana naturalizada. Apenas uma médica é do estado de Goiânia.

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Novos médicos, que estão de pé, foram apresentados ao restante da equipe de Saúde nesta quinta (6) — Foto: Quésia Melo

“Os médicos cubanos estavam no nosso município desde 2013. Com a saída deles, recebemos o reforço desses novos profissionais que vão compor nosso quadro. Todos os profissionais tem perfil de atenção básica e vão trabalhar com as equipes de saúde da família que ficam nos bairros”, explica.

Araújo destaca que os profissionais são um reforço para o enfrentamento dos grandes problemas assistenciais que existem na rede de atenção básica. Principalmente nesse momento de combate a dengue, zika e chikungunya e doenças crônicas.

“São eles os responsáveis, junto com toda a equipe, pela redução das internações por causas sensíveis da atenção básica melhorando a resolutividade nos territórios e desafogando toda a rede. Todos os profissionais que recebemos já têm experiência em atendimento, são médicos que já têm uma bagagem para trabalhar”, destaca.

Ao todo, 15 médicos foram selecionados para suprir a demanda na atenção básica de saúde de Rio Branco após a saída dos médicos cubanos do estado. Todos os profissionais selecionados já se apresentaram.

Nesta quinta (6), todos os profissionais conheceram o restante da equipe em uma reunião na Secretaria Municipal de Saúde.

Dos 15 médicos, 13 começaram a trabalhar e os outros dois têm até o dia 14 deste mês para começar os atendimentos.

O diretor de Assistência à Saúde de Rio Branco, Félix Araújo, destacou que 14 dos 15 médicos são acreanos, incluindo Olga que é boliviana naturalizada. Apenas uma médica é do estado de Goiânia.

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“Os médicos cubanos estavam no nosso município desde 2013. Com a saída deles, recebemos o reforço desses novos profissionais que vão compor nosso quadro. Todos os profissionais tem perfil de atenção básica e vão trabalhar com as equipes de saúde da família que ficam nos bairros”, explica.

Araújo destaca que os profissionais são um reforço para o enfrentamento dos grandes problemas assistenciais que existem na rede de atenção básica. Principalmente nesse momento de combate a dengue, zika e chikungunya e doenças crônicas.

“São eles os responsáveis, junto com toda a equipe, pela redução das internações por causas sensíveis da atenção básica melhorando a resolutividade nos territórios e desafogando toda a rede. Todos os profissionais que recebemos já têm experiência em atendimento, são médicos que já têm uma bagagem para trabalhar”, destaca.

Plantão 3 de Julho Notícias 19ª Edição

Promotor Ildon Maximiano pede a pena máxima para Aldemir Lopes, Everaldo Gomes, Roney Firmino e os demais réus.

O Promotor do Ministério Público Ildon Maximiano responsável pelas acusações contra os réus no processo de desvio de Milhões na Prefeitura de Brasileia na gestão anterior esteve participando da audiência de instrução que antecede o julgamento dos acusados sendo 16 réus dentre eles estão os ex-prefeitos de Brasiléia, Everaldo Gomes, Aldemir Lopes, o ex-prefeito de Plácido de Castro Roney Firmino, os Vereadores: Joelso Pontes, Marquinhos Tibúrcio, Mário Jorge e mais alguns vereadores da legislatura passada.

Telejornal 3 de Julho Notícias 18ª Edição

Veja nesta edição o que aconteceu durante o final de semana na região do Alto Acre, foram registrados: Homicídios, tentativa de homicídio, apreensão de drogas, arma, munição e prisões; veja também sobre o Concurso público de Plácido de Castro e outros

Por Quésia Melo, G1 Acre

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Foco de raiva bovina foi detectado em Sena, onde 18 animais morreram com suspeita da doença

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Apenas um caso foi confirmado por exame de laboratório, segundo o Idaf, mas 18 animais morreram no período e a suspeita é que tenha sido com a doença transmitida pelo morcego – Foto: Arquivo/Idaf

Um foco de raiva bovina foi detectado em uma propriedade rural, na cidade de Sena Madureira onde 18 animais morreram com suspeita da doença. As informações foram confirmadas pelo Instituto de Defesa e Agropecuária Florestal (Idaf), que faz o monitoramento.

Ainda conforme o Idaf, só foi possível fazer a coleta de um dos animais, que teve o caso confirmado por exame laboratorial, mas considera como foco devido às outras mortes terem ocorrido no mesmo período e os animais terem apresentado sintomas.

A raiva em bovinos é transmitida pela mordida do morcego, que além de matar o animal infectado pela doença, também pode ser transmitida para humanos.

Em junho do ano passado, o Idaf tinha registrado a morte de sete animais da área rural de quatro cidades no interior do Acre nos meses de dezembro de 2020 e maio de 2021. Os casos deste ano foram informados ao Instituto no início de junho.

“Nessa área, nós temos um foco de raiva, com um caso positivo laboratorial e na investigação foi detectado que na propriedade morreram 18. Não podemos afirmar porque não foi possível fazer o exame, mas, pelo período da doença, é detectado como raiva. Se morrer algum animal, em um período de três meses com os mesmos sintomas, a gente considera que ainda seja raiva, pelo período de incubação da doença”, disse a chefe do Programa de Combate da Raiva do Idaf, a veterinária Maria do Carmo Portela.

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Quando o veterinário foi até a propriedade, foi feita a orientação aos moradores sobre a vacinação do rebanho, além de investigar se as pessoas tiveram contato com o animal infectado, com a saliva, que é o que a via de transmissão.

“A saliva é o que contém o vírus, e quem trabalha na área rural, pode ter machucado nas mãos, então, é feita a investigação para ver se a pessoa teve contato com a saliva e, no caso, é enviado para a secretaria de saúde do município para a pessoa tomar a vacina. Também é solicitado ao proprietário faça a vacinação do rebanho”, acrescentou.

O trabalho do Idaf, nestes casos é orientar quem teve contato com o animal doente busque a unidade de saúde, e também faça a vacinação do rebanho. Se tiver muitos sinais de mordidas de morcego, ainda é feita a captura dos animais para tentar amenizar a situação, com o controle da colônia dos morcegos.

A propriedade está sob monitoramento e deve receber mais uma visita técnica, com um levantamento se houve mais alguma propriedade com sinais de espoliações de morcego e ou morte com sintomas de raiva, para que seja feito um trabalho de educação sanitária na área.

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Sintomas

Entre os sintomas estão o isolamento do animal, perda de apetite, salivação abundante, perda de equilíbrio, quedas e estiramento do pescoço.

Caso um animal apresente os sintomas, o caso deve ser comunicado ao Idaf e as pessoas devem evitar o contato.

Além disso, a veterinária orienta a população que em caso de agressão do animal, e vale até mesmo para cães e gatos, procure a unidade de saúde para tomar a vacina. Do G1 Acre

Animal espoliado por morcego: Foco da raiva bovina é identificado em propriedade rural no interior do AC; 18 animais morreram com sintomas da doença – Foto: Arquivo / Idaf

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