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Pressão alta: Um estudo no Acre oferece tratamento e acompanhamento para evitar novo AVC

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A pesquisa é patrocinada pelo Ministério da Saúde e conta com o suporte do Hospital Israelita Albert Einstein e no Acre é representada pela Clínica Silvestre Santé – Foto: Reprodução

O cardiologista acreano Dr. Odilson Silvestre lidera um grupo de pesquisa que busca prevenir novos episódios de AVC (acidente vascular cerebral) em pacientes com pressão alta que tiveram AVC anteriormente. O estudo vem sendo desenvolvido com o Ministério da Saúde em parceria com grandes hospitais do Brasil, como o Hospital Israelita Albert Einstein.

A pressão alta é um dos maiores fatores de risco para o desenvolvimento do AVC e também da ocorrência de novos episódios em pessoas que já sofreram AVC. Por isso, a equipe da Clínica Silvestre Santé acredita que, por meio do controle da pressão arterial, é possível prevenir novos episódios de AVC em pacientes hipertensos. Isso é especialmente importante porque, a cada novo AVC, as possibilidades de sequelas se tornam maiores e mais graves.

COMPETÊNCIA E SERIEDADE

A pesquisa conta com a aprovação da Comissão de Ética em Pesquisa da Universidade Federal do Acre (UFAC) e é liderada pelo Dr. Odilson Silvestre, que é médico
cardiologista e doutor em Cardiologia pela USP, além de possuir pós-doutorado pela conceituada Universidade de Harvard.

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COMO PARTICIPAR

Ficou interessado? Você é ou conhece alguém com pressão alta e que já teve um AVC prévio?

A participação no estudo está aberta para pacientes interessados em participar da pesquisa e prevenir novos episódios de AVC.

Para tirar dúvidas e se inscrever no estudo clínico, basta entrar em contato via ligação ou WhatsApp com os seguintes números: (68) 99998-7750 ou (68) 99967-5143.

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Taxa de mortalidade infantil cai pela metade no país graças ao pré-natal e ao acompanhamento pediátrico

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De 2000 a 2019, índice teve queda de 26,1 para 13,3 óbitos por mil nascidos vivos; Ministério da Saúde aponta melhoria na prestação dos serviços de Atenção Primária à Saúde como uma das causas – Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasiil

Em 20 anos, a taxa de mortalidade infantil no Brasil caiu pela metade: de 26,1 óbitos por mil nascidos vivos, em 2000, para 13,3 óbitos por mil nascidos vivos, em 2019. A queda é atribuída pelo Ministério da Saúde, responsável por mensurar os dados no país, à melhoria na prestação dos serviços de Atenção Primária à Saúde, como pré-natal e acompanhamento do crescimento da criança no primeiro ano de vida.

Na avaliação das autoridades públicas de saúde, a mortalidade infantil é um indicador de saúde e condições de vida de uma população. Com o cálculo da sua taxa, estima-se o risco de um nascido vivo morrer antes de chegar a um ano de vida. Quanto maior o valor, mais precárias são as condições de vida e saúde e menores são os níveis de desenvolvimento social e econômico. Entre as regiões brasileiras, o Norte é a que apresenta a situação mais preocupante: 16,6 crianças morrem a cada mil nascidos vivos, número superior à média nacional.

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Para reverter esse cenário e melhorar ainda mais o cuidado das crianças nos serviços   do SUS, o Ministério da Saúde, por meio do Programa Cuida Mais Brasil, vai reforçar a presença de médicos pediatras junto às equipes de Saúde da Família e de Atenção Primária. A ideia é que esse atendimento fique mais perto das Unidades Básicas de Saúde (UBS), ou seja, ao alcance do cidadão. 

“Esperamos que isso diminua a mortalidade infantil. As crianças são um público que fazemos acompanhamento do desenvolvimento delas por meio das nossas equipes. Criança tem uma singularidade no cuidado. Queremos evitar que mães não percam seus filhos por conta de uma morte que seria evitável se tivesse o cuidado adequado”, reforça Renata Maria de Oliveira Costa, diretora do Departamento de Saúde da Família (DESF) do Ministério da Saúde.

Cresce procura por pediatras

Entre dezembro de 2019 e dezembro de 2021, equipes de Saúde da Família que contam com profissionais médicos pediatras vinculados registraram um aumento nos atendimentos de 53%. Segundo Renata Maria de Oliveira Costa, isso reforça que há demanda por pediatra na rede pública e que é preciso espalhar esses profissionais para o máximo de localidades possível. 

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“O Cuida Mais Brasil também tem esse olhar de equidade, de podermos ofertar recursos para que nessas áreas onde não existem esses profissionais, eles possam chegar. Temos a primeira meta de ter esse serviço ofertado em todas as regiões. Nos lugares onde já existem esses profissionais, o incentivo vai apoiar financeiramente os municípios a ampliarem o acesso que já existe hoje”, acrescentou a gestora do Ministério da Saúde.

Atualmente, 5,7 mil pediatras estão vinculados diretamente a 1.311 equipes. Com o Cuida Mais Brasil, o governo federal vai incentivar financeiramente a inclusão desses profissionais na Atenção Primária, aumentando a capacidade de atendimento nas UBSs. A estimativa é que o número de equipes com médico pediatra possa chegar a mais de 8 mil em todo país. Em 2022, serão repassados R$ 169,6 milhões aos municípios para fortalecer a saúde geral da mulher desde a gravidez até o acompanhamento de crianças recém-nascidas e o cuidado com a infância. 

Para mais informações, acesse o site do Ministério da Saúde: gov.br/saude. Ou entre em contato com a Secretaria de Saúde do seu estado. Fonte: Brasil 61

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