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Via Alternativa lança pré-candidatura de Manoel Prete que já nasceu morta em Brasiléia

Prete em seu pronunciamento pediu um minuto de silêncio o que é de se estranhar, voto de silêncio é feito em memórias de pessoas falecidas.

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Prete em seu pronunciamento pediu um minuto de silêncio o que é de se estranhar, voto de silêncio é feito em memórias de pessoas falecidas.

 Por Alemão Monteiro 

Manoel Prete de Brasiléia

Com a presença pouco prestigiada de Marcio Bittar e Major Rocha se iniciou o evento que conseguiu reunir mais olheiros de outros partidos do que militantes do PSDB no Centro Cultural de Brasiléia nesta sexta-feira (20), onde o evento teve início as hs 19:30. 

Os partidos aliados na via alternativa são PSDB e PSD, mas contaram com a presença do vereador Joelso Pontes (PP) que está perdido, sem saber para onde pode ir, já que segundo informações Joelso está se vendo obrigado (de certa forma) a apoiar o Guru, pois o seu partido tem onze cargos na prefeitura entre eles o cargo do filho do presidente do partido Vagner Galli que apóia o PMDB. 

Entre os olheiros estavam também o secretário de agricultura da prefeitura de Brasiléia Joaquim Lira e outros do município vizinhos Epitaciolândia, com a pouca quantidade de pessoas que realmente apóiam a Via Alternativa pôde-se perceber o quanto Major Rocha e Marcio Bittar estão sem grupo, mas quiseram a todo custo repassar uma boa impressão aos presentes. 

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Em seu pronunciamento, Rocha tentou denegrir a imagem dos partidos que não fazem parte da Via Alternativa tendo em vista que o mesmo afirmou que tinha medo de perder a prefeitura para o PT, mas como o PMDB fez uma péssima gestão com Everaldo é melhor nem cogitar, então segundo o deputado federal Rocha, o PSBD é o único partido que é o salvador da pátria. 

Já Bittar parecia está meio sem saber o que falar com relação ao lançamento da pré-candidatura do senhor Manoel Prete, tendo em vista que o mesmo levou as críticas a nível nacional e estadual da mesma forma que Rocha havia se posicionado, sempre denegrindo a imagem do adversário. 

Já o pré-candidato Senhor Manoel Prete (um empresário bem requisitado no município de Brasiléia), em seu pronunciamento pediu um minuto de silêncio o que é de se estranhar, pois segundo um peemedebista voto de silêncio é feito em memórias de pessoas falecidas e segundo o Peemedebista “a candidatura de Prete já nasceu morta, afirmou”.  

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Major Rocha e Manoel Prete

 

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Professora Zilmar, de Bujari publica frase que representa um preconceito existente contra o povo negro

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“De nada adianta roupa branca, amarela, colorida, se sua energia for PRETA”.

A frase acima é de uma postagem, via imagem, realizada pela Professora Zilmar, Coordenadora Pedagógica do Núcleo de Educação da Cidade do Bujari. Por qual motivo essa frase representa um preconceito existente contra o povo negro?

Primeiramente, é inadmissível na República brasileira qualquer tipo de postagem preconceituosa, muito menos quando vem de uma professora do ensino médio, função nobre e importante para a educação do país.

A frase que a professa Zilmar postou carrega um preconceito secular contra o povo negro, resquício do processo de escravização desse povo. O texto remete uma interpretação de que a anergia preta é ruim, o que advém da compreensão de que tudo relacionado ao negro é ruim. É um estereótipo preconceituoso por rebaixar a condição humana de pessoas pretas.

Há ainda quem vai dizer que isso não passa de brincadeira, portando, seria uma tentativa de normalizar uma conduta preconceituosa a partir do humor.

O professor Adilson Moreira em sua obra Racismo Recreativo nos revela que essa brincadeira preconceituosa é uma forma de política cultural que utiliza do humor como veículo de hostilidade racial, o que compromete a reputação de minorias raciais ao referendar práticas discriminatórias em todos os aspectos da vida social, o que acarreta em perdas de oportunidades para as minorais raciais.

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Ainda segundo o autor, o papel do racismo recreativo é o de mascarar a hostilidade generalizada em relação as minorias raciais, reafirmando a suposta superioridade e ao mesmo tempo manter uma imagem de pessoas que não são racistas, o que é referendado pela narrativa tradicional cultural da democracia racial.

Nesse sentido, brincar com a questão racial de maneira a inferiorizar as pessoas atingidas pela brincadeira é crime de racismo, inclusive com uma condenação recente no Tribunal de Justiça do Acre. No acórdão, o relator destacou que o estereótipo da foto – pessoas de pele negra e cabelos tingidos – é assemelhado a bandidos ou, conforme suas próprias palavras, “assaltante” e “vagabundo”. Dessa forma, considerou clara a intenção do réu de ofender o grupo de pessoas, “inclusive com dolo específico de praticar a discriminação e o preconceito de raça utilizando meios de comunicação social”, condenando-o pela prática do crime previsto no § 2º, do artigo, 20 da Lei n. 7.716/891.  

Por fim, pode-se dizer que um dos fundamentos da República Federativa do Brasil é o princípio da dignidade da pessoa humana, o que significa dizer que não é aceitável em nosso convívio social condutas discriminatórias, sejam raciais ou não. Outrossim, o nosso pacto político definido na carta Magna consagrou o princípio da não discriminação no campo dos direitos fundamentais. Então, racismo recreativo é crime, o preconceito racial é crime, tais condutas de forma alguma podem ser toleradas em nossa sociedade.

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Mais respeito por nossa Constituição. Mais respeito ao povo negro que secularmente teve seus direitos mais elementares cassados e ainda hoje sobre preconceito e discriminação.

Por Charles Brasil, Advogado e doutorando em direito Constitucional pela Universidade de Brasília (UnB).

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Veja o Vídeo Abaixo: Em meio a maior crise do sistema de transporte coletivo dos últimos tempos, a população de Rio Branco vive um dilema e acorda todo dia sem saber se terá ônibus passando em sua região. O prefeito Tião Bocalom tentou amenizar o problema repassando R$ 2 milhões e quatrocentos mil para as empresas quitar os débitos com empregados, acordo não cumprido e que foi um dos motivos para a intervenção no setor.

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