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Vereador do MDB e defensor da administração desastrosa de Bastião, de 25 sessões o parlamentar faltou 14

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O povo de Rodrigues Alves parece contar os dias para ir às urnas novamente, haja vista que tanto a gestão do executivo municipal, quanto a do legislativo não vem agradando muito a população da cidade.

Não bastasse a péssima administração do prefeito Sebastião Correia (MDB), a legislatura atual anda desagradando a população, pois quase nenhum dos 9 vereadores se mostra atuar em defesa dos inúmeros problemas enfrentado pela população.

O vereador do MDB Saulo Vasconcelos é um dos maiores defensores da administração desastrosa de Sebastião Correia, talvez por passar maior parte de seu tempo em Cruzeiro do Sul e apenas passear em Rodrigues Alves.

Desde que assumiram a nova Legislatura, poucos são os vereadores que comparecem com frequência as sessões ordinárias e o vereador Saulo é o que mais falta dentre todas. Prova disso é que das últimas 25 sessões ordinárias, o parlamentar MDBista faltou 14 delas, o que é um absurdo, pois está considerado um dos piores vereadores que Rodrigues Alves já teve.

A ausência do Vereador e defensor do prefeito é tanta que até a foto de Saulo que estava na galeria da Casa junto dos demais parlamentares foi retirada da exposição, como mostra a foto abaixo, o vereador além de faltar a maioria das sessões, nem reside no município, talvez isso justifique o desinteresse.

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A denúncia é de funcionários da Casa do Povo que procuram a redação do site 3 de Julho Notícias, para informar que o que está acontecendo no parlamento mirim é uma verdadeira vergonha por parte do referido vereador que só faz o que o prefeito Sebastião Correia manda, os funcionários afirmam ainda que Saulo não é vereador do povo e sim bajulador do prefeito.

Procuramos a presidência da casa, para saber por qual motivo um parlamentar falta tanto ao trabalho, ou se essas faltas tem desconto no salário mensal, mas não obtivemos retorno.

O último episódio que tem causado polêmica e rejeição da sociedade, diz respeito a um projeto enviado pelo executivo a câmara municipal, que pretende criar subprefeituras em algumas comunidades do município.

Líderes de associação

O sindicato dos trabalhadores rurais questiona o projeto, pois este sequer foi debatido com as referidas comunidades. Têm prioridades maiores em nossa extensa zona rurais, os trabalhadores estão implorando por melhoria nos ramais e nossa produção continuará sendo perdida pela falta de condições para escoar seus produtos até a cidade, afirmou um dos líderes de uma associação de produtores, que é contrário ao projeto.

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Rodrigues Alves respira um sentimento de mudança nunca visto antes, pois com tantos problemas e negligência por parte de sua representação política, cabe aos moradores do município repensar o rumo na hora de votar em 2020.

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Vereadora do mesmo partido de Gladson Cameli é presa em Feijó por estelionato, furto e exploração de trabalhadores rurais

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Vereadora Aurelinda Portela de Feijó – Foto: Reprodução

Nas primeiras horas desta segunda-feira, 8, Polícia Civil em ação conjunto com o Ministério Público do Acre MP/AC por meio da Promotoria Criminal de Feijó, resultou no cumprimento do mandado de prisão da vereadora Aurelinda da Silva Portela (PP), de 51 anos de idade.

Além da prisão da investigada, a justiça determinou o sequestro de 251 animais bovinos das propriedades da filha e do marido dela.

A mulher é investigada pelo cometimento dos crimes de estelionato e furto mediante fraude, praticados contra indivíduos integrantes dos grupos vulneráveis de trabalhadores rurais, indígenas e idosos, geralmente pessoas analfabetas.

No dia 28 de junho de 2021, a vereadora foi presa em flagrante, juntamente com sua filha e seu esposo, pela Polícia Federal, por ter cometido os crimes de estelionato e apropriação indébita e, durante a audiência de custódia, na sede da Primeira Vara Federal de Cruzeiro do Sul, todos foram liberados sob pagamento de fiança e com cautelares judiciais consistente em não poderem ter contato com indivíduos dos grupos indígenas e de trabalhadores rurais.

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De acordo com as investigações da Polícia Civil, a investigada continuou praticando os crimes sem qualquer receio de ser presa. “A agente agia de forma articulada, permanente e coordenada com seus parentes, fazendo novas vítimas a todo momento, se prevalecendo da vulnerabilidade dos povos indígenas e rurais, os quais, geralmente não sabem sequer contar dinheiro”. Destaca Railson Ferreira, Delegado de Polícia.

A investigação demorou mais de ano e estar alicerçada por provas que demonstram que a agente continuou aplicando golpes em novas vítimas, a exemplo de transferências bancárias, financiamentos e empréstimos bancários, chegando a casa de centenas de milhares de prejuízo às vitimas.

A presa foi conduzida a delegacia e colocada à disposição da justiça. Veja mais no portal Seringal

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