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Presidente da câmara Rogério Pontes e demais vereadores participam da entrega do ramal no km 84

Ao todo sete vereadores participaram da entrega do ramal do km 84 na na associação AMPAESPE, onde é mais conhecido como Arraial dos Burros na residência do Sr. “Ronco do Porco”.

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Ao todo sete vereadores participaram da entrega do ramal do km 84 na associação AMPAESQ, onde é mais conhecido como Arraial dos Burros na residência do Sr. "Ronco do Porco".

 Por Paula Alcântara da Assessoria de Comunicação CMB 

Durante este sábado 26 de agosto, o presidente da Câmara Municipal de Brasiléia, vereador Rogério Pontes, participou da entrega do ramal do km 84, Arraial dos Burros, na associação AMPAESQ, a reinauguração do ramal aconteceu na residência do Sr. Antônio Sampaio Braga mais conhecido por "Ronco do Porco".

Além do presidente estavam os vereadores: Rozildo Rodrigues, Rozevete Honorato, Zé Gabriele, Edu Queiroz, Sabá Moraes e o vereador Joelso Pontes e também outras autoridades como: Deputada estadual Leila Galvão, Prefeita Fernanda Hassem acompanhada de sua Equipe de secretários inclusive o de agricultura, Antônio Francisco.

Ao fazer o uso da palavra o presidente Rogério Pontes agradeceu o morador “Ronco do Porco” por ter cedido o espaço na sua propriedade para que a solenidade acontecesse e também pelo carinho em disponibilizar seu apoio para que tudo ocorresse bem.

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“É uma honra o poder legislativo poder contribuir com a prefeita Fernanda Hassem para que possa está melhorando a qualidade de vida dos moradores não só da zona urbana, mas também da zona rural como está sendo feito aqui no ramal do Arraial dos Burros, onde a comunidade foi comtemplada com a recuperação do ramal que há quatro anos não recebia um trabalho no ramal e agora com esta obra realizada pela prefeitura os produtores terão a oportunidade de escoar suas produções e ter uma melhor qualidade no acesso as suas residências”, disse Rogério.

Já a prefeita Fernanda agradeceu primeiramente a Deus por ter permitido que tudo acontecesse bem e também agradeceu a comunidade que se empenhou para ajudar na realização dos trabalhos.

“É muito gratificante vê as coisas acontecendo em favor da população, onde o apoio conta muito para que a prefeitura trabalhe de mãos dadas com a sociedade, e quero agradecer também os vereadores da base que fizeram o pedido para que a recuperação acontecesse aqui no ramal do km 84 Arraial dos Burros e hoje estamos entregando o ramal oferecendo dias melhores para os moradores deste e não vamos parar estaremos também fazendo a recuperação das pontes estabelecendo a esses mil e quatrocentos quilômetros de ramais às prioridades como transportes escolares escoamento da produção para poder beneficiar o maior número de comunidades possível”, disse prefeita Fernanda.

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Professora Zilmar, de Bujari publica frase que representa um preconceito existente contra o povo negro

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“De nada adianta roupa branca, amarela, colorida, se sua energia for PRETA”.

A frase acima é de uma postagem, via imagem, realizada pela Professora Zilmar, Coordenadora Pedagógica do Núcleo de Educação da Cidade do Bujari. Por qual motivo essa frase representa um preconceito existente contra o povo negro?

Primeiramente, é inadmissível na República brasileira qualquer tipo de postagem preconceituosa, muito menos quando vem de uma professora do ensino médio, função nobre e importante para a educação do país.

A frase que a professa Zilmar postou carrega um preconceito secular contra o povo negro, resquício do processo de escravização desse povo. O texto remete uma interpretação de que a anergia preta é ruim, o que advém da compreensão de que tudo relacionado ao negro é ruim. É um estereótipo preconceituoso por rebaixar a condição humana de pessoas pretas.

Há ainda quem vai dizer que isso não passa de brincadeira, portando, seria uma tentativa de normalizar uma conduta preconceituosa a partir do humor.

O professor Adilson Moreira em sua obra Racismo Recreativo nos revela que essa brincadeira preconceituosa é uma forma de política cultural que utiliza do humor como veículo de hostilidade racial, o que compromete a reputação de minorias raciais ao referendar práticas discriminatórias em todos os aspectos da vida social, o que acarreta em perdas de oportunidades para as minorais raciais.

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Ainda segundo o autor, o papel do racismo recreativo é o de mascarar a hostilidade generalizada em relação as minorias raciais, reafirmando a suposta superioridade e ao mesmo tempo manter uma imagem de pessoas que não são racistas, o que é referendado pela narrativa tradicional cultural da democracia racial.

Nesse sentido, brincar com a questão racial de maneira a inferiorizar as pessoas atingidas pela brincadeira é crime de racismo, inclusive com uma condenação recente no Tribunal de Justiça do Acre. No acórdão, o relator destacou que o estereótipo da foto – pessoas de pele negra e cabelos tingidos – é assemelhado a bandidos ou, conforme suas próprias palavras, “assaltante” e “vagabundo”. Dessa forma, considerou clara a intenção do réu de ofender o grupo de pessoas, “inclusive com dolo específico de praticar a discriminação e o preconceito de raça utilizando meios de comunicação social”, condenando-o pela prática do crime previsto no § 2º, do artigo, 20 da Lei n. 7.716/891.  

Por fim, pode-se dizer que um dos fundamentos da República Federativa do Brasil é o princípio da dignidade da pessoa humana, o que significa dizer que não é aceitável em nosso convívio social condutas discriminatórias, sejam raciais ou não. Outrossim, o nosso pacto político definido na carta Magna consagrou o princípio da não discriminação no campo dos direitos fundamentais. Então, racismo recreativo é crime, o preconceito racial é crime, tais condutas de forma alguma podem ser toleradas em nossa sociedade.

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Mais respeito por nossa Constituição. Mais respeito ao povo negro que secularmente teve seus direitos mais elementares cassados e ainda hoje sobre preconceito e discriminação.

Por Charles Brasil, Advogado e doutorando em direito Constitucional pela Universidade de Brasília (UnB).

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Veja o Vídeo Abaixo: Em meio a maior crise do sistema de transporte coletivo dos últimos tempos, a população de Rio Branco vive um dilema e acorda todo dia sem saber se terá ônibus passando em sua região. O prefeito Tião Bocalom tentou amenizar o problema repassando R$ 2 milhões e quatrocentos mil para as empresas quitar os débitos com empregados, acordo não cumprido e que foi um dos motivos para a intervenção no setor.

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