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Prefeitura de Cruzeiro do Sul recolhe entulhos e faz limpeza no Igarapé Preto

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Homens e máquinas da Prefeitura de Cruzeiro do Sul operaram durante dois dias para fazer uma limpeza geral dentro do Igarapé Preto, o balneário público mais frequentado da cidade. Por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, a gestão vai realizar ações de limpeza de rotina para manter a área bem conservada.

O objetivo é evitar acidentes com os banhistas. Todos os troncos de árvores, galhos e outros objetos que estavam dentro do Igarapé, foram recolhidos pela equipe da prefeitura que utilizou uma retroescavadeira, pá mecânica e outras máquinas para retirar o entulho.

“Com isso, ainda não estamos incentivando as pessoas a frequentarem o local, por conta da pandemia, mas estamos preparando todo ambiente para que, quando for possível, os banhistas possam desfrutar daquele espaço com segurança. Aqui nunca tinha sido feita uma limpeza dessa forma, mas o prefeito Zequinha Lima faz questão de manter com zelo o ambiente do Igarapé que é o balneário que recebe grande público, inclusive atrai muitos turistas que visitam nossa cidade”, disse o secretário de Meio Ambiente, Ygoor Neves.

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Ainda segundo o secretário, para manter o espaço sempre limpo e preparado para receber o público, a Prefeitura vai atuar também com atividades de educação com frequência tanto dentro do Igarapé quanto em toda área em torno do balneário.

O prefeito Zequinha Lima destacou a necessidade de manter a área sempre limpa.

“Alem de ser um ponto turístico estamos fazendo ações constantes de educação ambiental e de limpeza, sabemos da importância do Igarapé Preto. Temos que cuidar dos nossos balneários com zelo e carinho de forma geral”, falou o prefeito.

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Veja o Vídeo Abaixo: O empresário do ramo da construção civil, Candiru, transmitiu uma live para fazer alguns questionamentos semelhantes aos que o vice-governador Major Rocha fez recentemente, como por exemplo, os que tem vez no governo de Gladson Cameli que segundo Candiru e o vice são os parentes, os amigos mais próximos e as empresas de Manaus.

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Professora Zilmar, de Bujari publica frase que representa um preconceito existente contra o povo negro

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“De nada adianta roupa branca, amarela, colorida, se sua energia for PRETA”.

A frase acima é de uma postagem, via imagem, realizada pela Professora Zilmar, Coordenadora Pedagógica do Núcleo de Educação da Cidade do Bujari. Por qual motivo essa frase representa um preconceito existente contra o povo negro?

Primeiramente, é inadmissível na República brasileira qualquer tipo de postagem preconceituosa, muito menos quando vem de uma professora do ensino médio, função nobre e importante para a educação do país.

A frase que a professa Zilmar postou carrega um preconceito secular contra o povo negro, resquício do processo de escravização desse povo. O texto remete uma interpretação de que a anergia preta é ruim, o que advém da compreensão de que tudo relacionado ao negro é ruim. É um estereótipo preconceituoso por rebaixar a condição humana de pessoas pretas.

Há ainda quem vai dizer que isso não passa de brincadeira, portando, seria uma tentativa de normalizar uma conduta preconceituosa a partir do humor.

O professor Adilson Moreira em sua obra Racismo Recreativo nos revela que essa brincadeira preconceituosa é uma forma de política cultural que utiliza do humor como veículo de hostilidade racial, o que compromete a reputação de minorias raciais ao referendar práticas discriminatórias em todos os aspectos da vida social, o que acarreta em perdas de oportunidades para as minorais raciais.

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Ainda segundo o autor, o papel do racismo recreativo é o de mascarar a hostilidade generalizada em relação as minorias raciais, reafirmando a suposta superioridade e ao mesmo tempo manter uma imagem de pessoas que não são racistas, o que é referendado pela narrativa tradicional cultural da democracia racial.

Nesse sentido, brincar com a questão racial de maneira a inferiorizar as pessoas atingidas pela brincadeira é crime de racismo, inclusive com uma condenação recente no Tribunal de Justiça do Acre. No acórdão, o relator destacou que o estereótipo da foto – pessoas de pele negra e cabelos tingidos – é assemelhado a bandidos ou, conforme suas próprias palavras, “assaltante” e “vagabundo”. Dessa forma, considerou clara a intenção do réu de ofender o grupo de pessoas, “inclusive com dolo específico de praticar a discriminação e o preconceito de raça utilizando meios de comunicação social”, condenando-o pela prática do crime previsto no § 2º, do artigo, 20 da Lei n. 7.716/891.  

Por fim, pode-se dizer que um dos fundamentos da República Federativa do Brasil é o princípio da dignidade da pessoa humana, o que significa dizer que não é aceitável em nosso convívio social condutas discriminatórias, sejam raciais ou não. Outrossim, o nosso pacto político definido na carta Magna consagrou o princípio da não discriminação no campo dos direitos fundamentais. Então, racismo recreativo é crime, o preconceito racial é crime, tais condutas de forma alguma podem ser toleradas em nossa sociedade.

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Mais respeito por nossa Constituição. Mais respeito ao povo negro que secularmente teve seus direitos mais elementares cassados e ainda hoje sobre preconceito e discriminação.

Por Charles Brasil, Advogado e doutorando em direito Constitucional pela Universidade de Brasília (UnB).

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Veja o Vídeo Abaixo: Em meio a maior crise do sistema de transporte coletivo dos últimos tempos, a população de Rio Branco vive um dilema e acorda todo dia sem saber se terá ônibus passando em sua região. O prefeito Tião Bocalom tentou amenizar o problema repassando R$ 2 milhões e quatrocentos mil para as empresas quitar os débitos com empregados, acordo não cumprido e que foi um dos motivos para a intervenção no setor.

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