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Prefeita Fernanda Hassem se reúne com os pastores para organizar a I Feira Gospel de Brasiléia

O objetivo da reunião foi realizar os últimos acertos, com as divisões de funções, apresentações musicais, teatral e vendas de alimentos, que cada igreja se responsabilizará no dia.

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O objetivo da reunião foi realizar os últimos acertos, com as divisões de funções, apresentações musicais, teatral e vendas de alimentos, que cada igreja se responsabilizará no dia.

A prefeita Fernanda Hassem, reuniu na tarde de terça-feira, 5, em seu gabinete, com os pastores das igrejas evangélicas de Brasiléia para debater sobre os preparativos da Feira Gospel que será realizada no dia 9 de dezembro na Praça Hugo Poli.

O pastor da igreja Assembleia de Deus, Elizeu Moreira, falou da importância do evento para o município: “Louvamos a Deus por estar nos concedendo a oportunidade de nos reunir com a prefeita Fernanda Hassem, para definirmos os preparativos para o grande evento que será a feira gospel no próximo sábado, 9, realizando um grande ato de fé, com adoração, louvores e profetizando que Brasiléia não será a mais a mesma depois de sábado”, destacou Elizeu.

O evento terá início às 16 horas, com vendas de comidas típicas, lanches e artigos religiosos organizado por cada igreja responsável. E a partir das 19 horas iniciará com o culto, em sequência louvores e apresentações teatral.

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O pastor Ricardo Sales, da igreja Quadrangular, agradeceu o convite da prefeita por realizar a I Feira Gospel no município. “Quero desde já agradecer o convite da prefeita em formalizar essa parceria com os pastores, pois esse será um evento muito importante, onde estaremos orando pelas autoridades constituídas e população. Queremos fazer um chamado para que todos venham e participem desse grande louvor que será realizado na Praça Hugo Poli”, ressaltou Sales.

O evento é realização da prefeitura de Brasiléia e Sebrae, com participação das igrejas evangélicas do município.

A prefeita Fernanda Hassem destacou o envolvimento e mobilização das dez igrejas para o evento. “A realização da nossa I feira gospel é um trabalho que está sendo feito a muitas mãos, nos unimos para que pudéssemos oportunizar esse momento de louvor, adoração e agradecimento aqui para nossa cidade. Brasileia está dando mais um passo para que possamos receber essa benção espiritual com o nosso povo”, finalizou Fernanda. 

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Professora Zilmar, de Bujari publica frase que representa um preconceito existente contra o povo negro

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“De nada adianta roupa branca, amarela, colorida, se sua energia for PRETA”.

A frase acima é de uma postagem, via imagem, realizada pela Professora Zilmar, Coordenadora Pedagógica do Núcleo de Educação da Cidade do Bujari. Por qual motivo essa frase representa um preconceito existente contra o povo negro?

Primeiramente, é inadmissível na República brasileira qualquer tipo de postagem preconceituosa, muito menos quando vem de uma professora do ensino médio, função nobre e importante para a educação do país.

A frase que a professa Zilmar postou carrega um preconceito secular contra o povo negro, resquício do processo de escravização desse povo. O texto remete uma interpretação de que a anergia preta é ruim, o que advém da compreensão de que tudo relacionado ao negro é ruim. É um estereótipo preconceituoso por rebaixar a condição humana de pessoas pretas.

Há ainda quem vai dizer que isso não passa de brincadeira, portando, seria uma tentativa de normalizar uma conduta preconceituosa a partir do humor.

O professor Adilson Moreira em sua obra Racismo Recreativo nos revela que essa brincadeira preconceituosa é uma forma de política cultural que utiliza do humor como veículo de hostilidade racial, o que compromete a reputação de minorias raciais ao referendar práticas discriminatórias em todos os aspectos da vida social, o que acarreta em perdas de oportunidades para as minorais raciais.

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Ainda segundo o autor, o papel do racismo recreativo é o de mascarar a hostilidade generalizada em relação as minorias raciais, reafirmando a suposta superioridade e ao mesmo tempo manter uma imagem de pessoas que não são racistas, o que é referendado pela narrativa tradicional cultural da democracia racial.

Nesse sentido, brincar com a questão racial de maneira a inferiorizar as pessoas atingidas pela brincadeira é crime de racismo, inclusive com uma condenação recente no Tribunal de Justiça do Acre. No acórdão, o relator destacou que o estereótipo da foto – pessoas de pele negra e cabelos tingidos – é assemelhado a bandidos ou, conforme suas próprias palavras, “assaltante” e “vagabundo”. Dessa forma, considerou clara a intenção do réu de ofender o grupo de pessoas, “inclusive com dolo específico de praticar a discriminação e o preconceito de raça utilizando meios de comunicação social”, condenando-o pela prática do crime previsto no § 2º, do artigo, 20 da Lei n. 7.716/891.  

Por fim, pode-se dizer que um dos fundamentos da República Federativa do Brasil é o princípio da dignidade da pessoa humana, o que significa dizer que não é aceitável em nosso convívio social condutas discriminatórias, sejam raciais ou não. Outrossim, o nosso pacto político definido na carta Magna consagrou o princípio da não discriminação no campo dos direitos fundamentais. Então, racismo recreativo é crime, o preconceito racial é crime, tais condutas de forma alguma podem ser toleradas em nossa sociedade.

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Mais respeito por nossa Constituição. Mais respeito ao povo negro que secularmente teve seus direitos mais elementares cassados e ainda hoje sobre preconceito e discriminação.

Por Charles Brasil, Advogado e doutorando em direito Constitucional pela Universidade de Brasília (UnB).

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Veja o Vídeo Abaixo: Em meio a maior crise do sistema de transporte coletivo dos últimos tempos, a população de Rio Branco vive um dilema e acorda todo dia sem saber se terá ônibus passando em sua região. O prefeito Tião Bocalom tentou amenizar o problema repassando R$ 2 milhões e quatrocentos mil para as empresas quitar os débitos com empregados, acordo não cumprido e que foi um dos motivos para a intervenção no setor.

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