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O Patinho Feio No Ninho Progressista

Segundo conversa de bastidores, Emerson assinou sua ficha de filiação ao Partido progressista (PP)

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Segundo conversa de bastidores, Emerson assinou sua ficha de filiação ao Partido progressista (PP)

Emersom Leão, assinou ficha de filiação ao PP recentemente/ imagem arquivo

Emersom Leão, assinou ficha de filiação ao PP recentemente/ imagem arquivo

COM-ALEMÃO E CHIQUINHO CHAVES-SENTINELA DA FRONTEIRA

A recente adesão ao grupo Progressista na fronteira, especificamente Brasiléia, do jovem Emersom Leão, que foi candidato a prefeito nas eleições de 2012 pelo PSDB, tem conseguido acompanhar o mesmo ritmo da oposição a nível estadual onde ninguém consegue falar a mesma língua.  

Segundo conversa de bastidores, Emerson assinou sua ficha de filiação ao Partido progressista (PP), com a garantia de sua candidatura a Deputado Estadual em 2014, candidatura essa já prometida anteriormente pelo presidente regional do PP, Deputado Gladson Cameli, ao vereador de Brasiléia Joelso Pontes, que amadurecia e idéia em passadas largas.

O direito a uma candidatura é natural a qualquer liderança política, mas as vezes a falta de cautela e a satisfação do próprio  ego, finda por minar os sonhos futuros. Em 2010 o PP de Emersom  e Joelson, cometeu um grave erro ao lançar Pacífico e Blandina numa disputa estadual, ao invés de afunilarem em torno de um único nome e fortalecer essa liderança. O resultado foi a vergonhosa derrota de ambos, se arranharam internamente e findaram abandonando o partido.

EMERSON LEÃO-FOTO-ALEMÃO MONTEIRO

EMERSON LEÃO-FOTO-ALEMÃO MONTEIRO

As alfinetadas de progressista quanto a chegada de Emersom, são constantes: de que ele se filiou ao PP mas não se desfiliou do PSDB e nem prestou satisfação aos tucanos de Brasiléia estando com dupla filiação/ que ele constantemente reúne-se com o Pedetista Luiz Tchê ao qual já amarrou compromissos, e por fim de que ele jura fidelidade a Márcio Bittar, mas morre de amores por Tião Bocalom agora do DEM.

Quanto a Joelso Pontes, o anuncio de sua possível candidatura ano que vem, vai afastando-o de antigos suportes políticos, e naquela máxima de que deve favores a Maria Antônia deputada estadual, em recente atividade promovida por ela numa comunidade rural em Brasiléia, o parlamentar mirim fez questão de nem comparecer por lá, mesmo sendo insistentemente convidado a marcar presença.

Informações dão conta de que a atual direção do Partido Progressista em Brasiléia, trabalha para que os erros do passado não voltem a se repetir lançando duas candidaturas e morrendo ambas na praia e sem ampliar. Duro é pedir para alguém recuar em nome da unidade depois de já terem se apresentado em varias localidades como pré- candidatos.

A batata progressista está assando, no colo de quem vai cair essa?

LEÃO E GLADSON

LEÃO E GLADSON

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Professora Zilmar, de Bujari publica frase que representa um preconceito existente contra o povo negro

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“De nada adianta roupa branca, amarela, colorida, se sua energia for PRETA”.

A frase acima é de uma postagem, via imagem, realizada pela Professora Zilmar, Coordenadora Pedagógica do Núcleo de Educação da Cidade do Bujari. Por qual motivo essa frase representa um preconceito existente contra o povo negro?

Primeiramente, é inadmissível na República brasileira qualquer tipo de postagem preconceituosa, muito menos quando vem de uma professora do ensino médio, função nobre e importante para a educação do país.

A frase que a professa Zilmar postou carrega um preconceito secular contra o povo negro, resquício do processo de escravização desse povo. O texto remete uma interpretação de que a anergia preta é ruim, o que advém da compreensão de que tudo relacionado ao negro é ruim. É um estereótipo preconceituoso por rebaixar a condição humana de pessoas pretas.

Há ainda quem vai dizer que isso não passa de brincadeira, portando, seria uma tentativa de normalizar uma conduta preconceituosa a partir do humor.

O professor Adilson Moreira em sua obra Racismo Recreativo nos revela que essa brincadeira preconceituosa é uma forma de política cultural que utiliza do humor como veículo de hostilidade racial, o que compromete a reputação de minorias raciais ao referendar práticas discriminatórias em todos os aspectos da vida social, o que acarreta em perdas de oportunidades para as minorais raciais.

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Ainda segundo o autor, o papel do racismo recreativo é o de mascarar a hostilidade generalizada em relação as minorias raciais, reafirmando a suposta superioridade e ao mesmo tempo manter uma imagem de pessoas que não são racistas, o que é referendado pela narrativa tradicional cultural da democracia racial.

Nesse sentido, brincar com a questão racial de maneira a inferiorizar as pessoas atingidas pela brincadeira é crime de racismo, inclusive com uma condenação recente no Tribunal de Justiça do Acre. No acórdão, o relator destacou que o estereótipo da foto – pessoas de pele negra e cabelos tingidos – é assemelhado a bandidos ou, conforme suas próprias palavras, “assaltante” e “vagabundo”. Dessa forma, considerou clara a intenção do réu de ofender o grupo de pessoas, “inclusive com dolo específico de praticar a discriminação e o preconceito de raça utilizando meios de comunicação social”, condenando-o pela prática do crime previsto no § 2º, do artigo, 20 da Lei n. 7.716/891.  

Por fim, pode-se dizer que um dos fundamentos da República Federativa do Brasil é o princípio da dignidade da pessoa humana, o que significa dizer que não é aceitável em nosso convívio social condutas discriminatórias, sejam raciais ou não. Outrossim, o nosso pacto político definido na carta Magna consagrou o princípio da não discriminação no campo dos direitos fundamentais. Então, racismo recreativo é crime, o preconceito racial é crime, tais condutas de forma alguma podem ser toleradas em nossa sociedade.

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Mais respeito por nossa Constituição. Mais respeito ao povo negro que secularmente teve seus direitos mais elementares cassados e ainda hoje sobre preconceito e discriminação.

Por Charles Brasil, Advogado e doutorando em direito Constitucional pela Universidade de Brasília (UnB).

E Veja Também no 3 de Julho Notícias

Veja o Vídeo Abaixo: Em meio a maior crise do sistema de transporte coletivo dos últimos tempos, a população de Rio Branco vive um dilema e acorda todo dia sem saber se terá ônibus passando em sua região. O prefeito Tião Bocalom tentou amenizar o problema repassando R$ 2 milhões e quatrocentos mil para as empresas quitar os débitos com empregados, acordo não cumprido e que foi um dos motivos para a intervenção no setor.

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