RIO BRANCO

Política

Rocha diz que não lhe causa constrangimento algum, ação contra o ex-prefeito Vagner Sales

Rocha mantém acusações contra Vagner Sales: Caso ainda é de 2016, quando o ex-prefeito foi gravado fazendo propostas indecorosas para esvaziar a chapa do PSDB e que ensejou um processo de cassação na Justiça Eleitoral.

Publicados

Política

Rocha mantém acusações contra Vagner Sales: Caso ainda é de 2016, quando o ex-prefeito foi gravado fazendo propostas indecorosas para esvaziar a chapa do PSDB e que ensejou um processo de cassação na Justiça Eleitoral.

Em uma longa entrevista concedida ao Jornalista Paulo Amorim do Site de Notícias Juruá em Tempo, o vice governador Major Rocha falou de todos temas. Explicou a importância de está montando uma representação de seu gabinete na Região do Juruá, que segundo o Tucano servirá para triar os problemas de demanda mais urgente da sociedade.

Questionado sobre o polêmico processo em que o PSDB moveu contra o ex-prefeito Vagner Sales, Rocha foi taxativo e disso que não tem receio por isso, Veja o trecho da entrevista;

O vice-governador disse que mantém as acusações por entender que é preciso haver ética na política. “Não podemos admitir que práticas como aquela aconteçam. Não tenho nenhum constrangimento em falar disso – até porque eu me sinto autorizado a falar sobre isso porque fui o autor da denúncia contra o ex-presidente Lula. Também trabalhei e me empenhei muito pela eleição do Aécio Neves, mas quando veio à tona aquela situação (gravações em que o ex-candidato a presidente pedia R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista), em nenhum momento eu fiquei em cima do muro e defendi sua expulsão do Partido”, disse.

Leia Também:  Governador reúne bancada para agradecer apoio parlamentar

O processo contra Aécio Neves será decidido no voto, no diretório nacional do PSDB, no próximo dia 22. Rocha também mantém a acusação contra o atual deputado. “Nós não podemos ao nosso lado aquelas pessoas eu praticam ilegalidades e se forem do nosso partido, têm que ser perdoadas. Eu não penso assim. O certo é o certo e o errado é o errado e eu não estou na política para passar a mão na cabeça de ninguém, mesmo que sejam do meu próprio Partido”, disse. “Denunciei o Aécio Neves por aquela situação e o denunciei ainda na tribuna da Câmara por algumas manobras e acho que temos que nos manter nessa linha e o que é errado tem que ser denunciado. É isso e acabou”, afirmou. 

COMENTE ABAIXO:

Propaganda

Política

Professora Zilmar, de Bujari publica frase que representa um preconceito existente contra o povo negro

Publicados

em

“De nada adianta roupa branca, amarela, colorida, se sua energia for PRETA”.

A frase acima é de uma postagem, via imagem, realizada pela Professora Zilmar, Coordenadora Pedagógica do Núcleo de Educação da Cidade do Bujari. Por qual motivo essa frase representa um preconceito existente contra o povo negro?

Primeiramente, é inadmissível na República brasileira qualquer tipo de postagem preconceituosa, muito menos quando vem de uma professora do ensino médio, função nobre e importante para a educação do país.

A frase que a professa Zilmar postou carrega um preconceito secular contra o povo negro, resquício do processo de escravização desse povo. O texto remete uma interpretação de que a anergia preta é ruim, o que advém da compreensão de que tudo relacionado ao negro é ruim. É um estereótipo preconceituoso por rebaixar a condição humana de pessoas pretas.

Há ainda quem vai dizer que isso não passa de brincadeira, portando, seria uma tentativa de normalizar uma conduta preconceituosa a partir do humor.

O professor Adilson Moreira em sua obra Racismo Recreativo nos revela que essa brincadeira preconceituosa é uma forma de política cultural que utiliza do humor como veículo de hostilidade racial, o que compromete a reputação de minorias raciais ao referendar práticas discriminatórias em todos os aspectos da vida social, o que acarreta em perdas de oportunidades para as minorais raciais.

Leia Também:  Prefeitura de Brasiléia foi umas das primeiras do Acre, a aderir ao Selo Unicef

Ainda segundo o autor, o papel do racismo recreativo é o de mascarar a hostilidade generalizada em relação as minorias raciais, reafirmando a suposta superioridade e ao mesmo tempo manter uma imagem de pessoas que não são racistas, o que é referendado pela narrativa tradicional cultural da democracia racial.

Nesse sentido, brincar com a questão racial de maneira a inferiorizar as pessoas atingidas pela brincadeira é crime de racismo, inclusive com uma condenação recente no Tribunal de Justiça do Acre. No acórdão, o relator destacou que o estereótipo da foto – pessoas de pele negra e cabelos tingidos – é assemelhado a bandidos ou, conforme suas próprias palavras, “assaltante” e “vagabundo”. Dessa forma, considerou clara a intenção do réu de ofender o grupo de pessoas, “inclusive com dolo específico de praticar a discriminação e o preconceito de raça utilizando meios de comunicação social”, condenando-o pela prática do crime previsto no § 2º, do artigo, 20 da Lei n. 7.716/891.  

Por fim, pode-se dizer que um dos fundamentos da República Federativa do Brasil é o princípio da dignidade da pessoa humana, o que significa dizer que não é aceitável em nosso convívio social condutas discriminatórias, sejam raciais ou não. Outrossim, o nosso pacto político definido na carta Magna consagrou o princípio da não discriminação no campo dos direitos fundamentais. Então, racismo recreativo é crime, o preconceito racial é crime, tais condutas de forma alguma podem ser toleradas em nossa sociedade.

Leia Também:  Prefeitura entrega cestas básicas e kits limpeza a famílias carentes na zona rural de Rio Branco

Mais respeito por nossa Constituição. Mais respeito ao povo negro que secularmente teve seus direitos mais elementares cassados e ainda hoje sobre preconceito e discriminação.

Por Charles Brasil, Advogado e doutorando em direito Constitucional pela Universidade de Brasília (UnB).

E Veja Também no 3 de Julho Notícias

Veja o Vídeo Abaixo: Em meio a maior crise do sistema de transporte coletivo dos últimos tempos, a população de Rio Branco vive um dilema e acorda todo dia sem saber se terá ônibus passando em sua região. O prefeito Tião Bocalom tentou amenizar o problema repassando R$ 2 milhões e quatrocentos mil para as empresas quitar os débitos com empregados, acordo não cumprido e que foi um dos motivos para a intervenção no setor.

Acompanhe nossas Redes Sociais

Twitter: 3 de Julho Notícias

Youtube: 3 de Julho Notícias Vídeos

Página Facebook: 3 de Julho Notíci

Página do Instagram: 3 de Julho Noticias

Veja o Vídeo:

Veja o Vídeo:

Veja-se no  Twitter 3 de Julho Notícias, seja membro e compartilhe

Veja-se no  Youtube 3 de Julho Notícias Vídeos, seja membro e compartilhe.

Veja-se na  Página Facebook 3 de Julho Notíci, seja membro e compartilhe.

Veja-se na  Página do Instagram 3 de Julho Noticias, seja membro e compartilhe.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

EDUCAÇÃO

CONCURSO

ESPORTE

MAIS LIDAS DA SEMANA