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O fracasso na saúde vai continuar com Alysson!! É bem difícil entender o que Gladson Cameli quer, quando na verdade nem ele mesmo sabe

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Muitos dizem que errar é humano, mas permanecer no erro é “B”!! O que dizer do Governador Gladson Cameli (PP)?? Que errou ao colocar Allyson Bestene como secretário de saúde, no início de seu mandato, em seguida o remanejou, por não ter dado certo, apostou em outra indicação mais desastrosa ainda, removeu e agora anunciou que trará Alysson de volta a saúde.

É bem difícil entender o que o nobre governador quer, quando na verdade nem ele mesmo sabe. Alysson foi tirado da saúde estadual por não ter sido capaz e eficiente suficientemente para suprir as necessidades enfrentadas nos dias de hoje pela saúde pública. Mas por que agora ele dará certo? Isso não seria permanecer no erro?

O que se sabe é que, com o governador fazendo apostas absurdamente erradas na secretaria de estado de saúde, quem vai continuar pagando o alto preço é a população. Pois Alysson passou cinco meses à frente da secretaria de saúde e não fez nada com coisa nenhuma.

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Passando cinco meses a frente do setor de Relações Políticas e Institucionais. O que Alysson pode ter adquirido que poderá ser usado para consertar a saúde pública? Se quando foi exonerado da pasta, Gladson Cameli deixou bem claro que estava exonerando Bestene, pois precisava despolitizar a saúde.

As inúmeras contradições desse governo que não sabe para onde vai e muito menos onde quer chegar tem deixado muitas pessoas desacreditadas de que esse “novo projeto” possa dar certo, tem muitas coisas que não fazem sentido. Tente entender:

Gladson exonerou Alysson, pois precisava despolitizar a Pasta da saúde e o mesmo não correspondeu as expectativas (é o mesmo que dizer que ele foi um desastre na saúde);

Gladson nomeou Alysson a secretário estadual de Relações Políticas e Institucionais (setor onde adquiriu mais conhecimento sobre política);

Gladson vai trazer de volta para a saúde, o mesmo Alysson que foi exonerado devido a despolitização e nomeado ao setor de Relações Políticas e Institucionais. E aquele papo de despolitizar a saúde, Gladson?

Imagino que se Gladson quer mesmo despolitizar a saúde e fazer com que a saúde pública funcione de verdade, creio que Alysson não é a melhor opção!!! Tem que deixar os apadrinhamentos de lado e começar agir com impessoalidade e não ficar requentando velhas decisões tomadas anteriormente e que não deram certo.

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CPI do Transporte Público: ex-superintendente Sawana Carvalho é ouvida por vereadores de Rio Branco

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Ex-superintendente Sawana Carvalho foi ouvida na Câmara de Rio Branco –  Foto: Reprodução

Os vereadores de Rio Branco realizaram, nessa quinta-feira (26), a 8ª reunião do inquérito da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Transporte Público na Câmara Municipal. A convidada dos parlamentares foi a ex-superintendente da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (RBTrans) Sawana Carvalho.

Sawana foi ouvida como testemunha condição no inquérito da CPI. Ela esteve à frente da RBTrans entre 1º de julho a 31 de dezembro de 2020.

Na última terça (24), a ex-prefeita da capital acreana Socorro Neri esteve na Casa participando da 7ª reunião e respondeu perguntas do vereador e vice-presidente da CPI, Fábio Araújo, da presidente da comissão, vereadora Michelle Melo, e do vereador Emerson Jarude.

A primeira reunião da CPI ocorreu em 21 de setembro do ano passado. Pelo primeiro prazo, o grupo teria 180 dias para finalizar, ou seja, deveria ser concluída até final de abril e começo de maio deste ano, já que os dias de recesso da Câmara – de 16 de dezembro a 2 de fevereiro (48 dias) – não foram contabilizados. No início de fevereiro, os parlamentares pediram a prorrogação por mais 180 dias.

Subsídio

Sawana Carvalho foi questionada sobre Projeto de Lei que autorizava o subsídio de mais de R$ 2 milhões para as empresas de ônibus durante a pandemia e, que segundo a proposta, seria para pagar os salários atrasados os servidores das empresas.

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Ela destacou que um dos compromissos acatados pelas empresas de ônibus seria a disponiblização de mais carros para a atender a população. Segundo a ex-superitendente, o Sindicato das Empresas de Transportes Coletivos do Acre (Sindcol) requereu um reequilíbrio financeiro por parta da RBTrans quando houve uma queda no número de passageiros com a chegada da pandemia.

A partir de então, segundo Sawana, a prefeitura e a RBTrans iniciou um processo administrativo, foi feito mapeamento das reclamações e chegou-se ao entendimento de que seria necessário subsidiar o transporte público.

“Isso foi levado à Justiça, fizemos com amparo de todos os órgãos de controle dentro do Tribunal de Justiça do Acre esse acordo, que na época ficou consolidado que o cumprimento desse seria mediante autorização legislativa dessa Casa. Então, esse subsídio seria repassado para essas empresas para pagamento de déficit trabalhista que tinham, que não era de responsabilidade da RBTRans esse controle e que com isso a contrapartida seria eles colocarem mais ônibus nas ruas. Naquela época a gente estava, acho, que com 63 carros nas ruas e, com esse aporte, teria a obrigação de, além de sanar essas questões trabalhistas, pagar os salários dos trabalhadores e colocar mais 114 carros nas ruas”, relembrou.

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A presidência da CPI frisou durante a reunião que a ex-superintentende ficou pouco tempo à frente da RBTrans e, segundo o que já foi apurado, o sistema já tinha entrado em colapso. Dessa forma, Sawana estava expondo algumas de suas opiniões.

A convidada falou que, na época que assumiu a superintendência, a ex-prefeitura Socorro Neri alertou que era necessário fazer uma licitação para o transporte público. Na opinião da ex-superintendente, a capital acreana precisa revisar o plano diretor, mapear as linhas que existem e que atendem a população e pensar não apenas no transporte, mas também no trânsito.

Para ela, uma das soluções para a crise no transporte público seria voltar com as linhas troncais.

“Quando o morador lá da Parte Alta da cidade reclama do tempo é porque tem que descer a cidade, ir para o Terminal Urbano e retorna. O transporte não impacta no trânsito? Impacta. Então, precisa rever o plano diretor, o trânsito, questão de sincronização semafórica. É muito importante o tempo de transporte, o monitoramento, o embarque e desembarque mais rápido, ônibus articulados e biarticulados descendo só para a área central, dentro dos bairros ficarem ônibus menores. Não se trabalha transporte sem o trânsito, sem olhar o trânsito”, argumentou. Veja mais no G1 Acre

Empresa Ricco assumiu o transporte público de Rio Branco em fevereiro deste ano – Foto: Andryo Amaral/Rede Amazônica

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