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”O desmonte das políticas ambientais resultou no aumento de queimadas e destruição das nossas florestas, disse Leo de Brito durante audiência pública

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As queimadas no Acre foram tema de audiência pública, nesta quarta-feira, 13, na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC), da Câmara dos Deputados, atendendo a uma solicitação do deputado federal Leo de Brito (PT).

O deputado declarou que a realização da audiência foi de extrema importância e destaca que a fala dos expositores evidenciou que o país tem uma boa legislação, contudo, faltam investimentos.

“Temos mecanismos de monitoramento, mas é preciso mais investimentos. Porém, o que vemos no Brasil, neste momento, é um desmonte das políticas ambientais.

Precisamos de mais concursos para contratação de agentes para atuar na fiscalização, mais equipamentos e recursos de modo geral e nós, na Câmara, vamos trabalhar pra exigir que isso aconteça”, disse o parlamentar que presidiu a reunião.

Participaram dos debates representantes do Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), Universidade Federal do Acre (Ufac), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Ibama, Instituto de Meio Ambiente do Acre (IMAC), Secretaria de Estado de Meio Ambiente e das Políticas Indígenas (SEMAPI), Corpo de Bombeiros do Acre e ICMBio.

Audiência servirá para auxiliar em atuações futuras

Humberto de Aguiar Junior, procurador da República do MPF, parabenizou pela iniciativa do parlamentar e afirmou que as explanações dos participantes servirão para auxiliar no trabalho do órgão.

A procuradora de Justiça e coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo, Patrimônio Histórico e Cultural do MPAC, Rita de Cássia Nogueira Lima também parabenizou pela iniciativa da realização da audiência pública.

Falta de efetivo, estrutura e investimentos

Alejandro Fonseca, coordenador do Grupo de Estudos e Serviços Ambientais da Ufac, afirmou que a degradação e as mudanças climáticas se agravam devido aos cortes de verbas, a falta de fiscalização. “São as camadas mais pobres da sociedade que têm sofrido com as consequências dos desastres ambientais”, avalia.

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Durante explanação, a procuradora Rita de Cássia revelou que entre os problemas que envolvem o combate às queimadas estão: falta de viaturas ou viaturas insuficientes; falta de equipamentos; somente cinco fiscais ambientais para cobrir todo o Estado, antes eram seis, mas um morreu vítima da covid-19; falta de recursos para as diárias dos servidores; ausência de delegacia especializada de combate aos crimes ambientais e perícias ambientais, entre outros.

“O Ministério Público entende que os municípios têm que fazer a sua parte, tem que ter uma política municipal de meio ambiente. Mas reconheço que eles têm poucos recursos, pouco aparelhamento. Não estão aptos estruturalmente. No Acre, 41% dos municípios não tem política de meio ambiente. Estamos orientando os municípios para que eles possam agir”, destacou Rita de Cássia.

O presidente do Imac, André Hassem, afirmou que houve aumento nas queimadas urbanas. Segundo o presidente, a capital acreana registrou recorde de incêndios em áreas urbanas. “Na Reserva Chico Mendes, só no mês passado, foram mais de dois mil focos [de incêndio]. Temos um levantamento feito por meio do Sigma dos locais de queimadas. As equipes estão em campo”, disse.

Contudo, Hassem pontuou que o governo do Estado faz investimentos, mas é preciso de mais ajuda para avançar no trabalho e revelou que há outro problema que interfere na atuação do Instituto. “Hoje enfrentamos uma problemática no Estado que são as facções, que invadiram as áreas rurais. Os técnicos, hoje, para que se chegue a campo tem que estar monitorado pela segurança”.

O presidente do Imac disse ainda que audiência pública será um instrumento que pode possibilitar mais união entre os órgãos federais e estaduais. “Além do combate, precisamos fazer um trabalho de conscientização. Com isso, estruturar não só o Imac, mas os demais órgãos”.

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Vera Reis, representante da SEMAPI, frisou: Queimadas no Estado, assim como na Amazônia de modo geral, é algo cultural. É algo vinculado à questão produtiva.

Leo de Brito afirmou que é fundamental o apoio aos produtores rurais com orientação, assistência técnica, mecanização. “Isso tudo é importante para que a prática do uso de fogo não aconteça mais e a nossa população seja prejudicada”, concluiu.

Após cerca de quatro horas de audiência, Leo de Brito agradeceu a participação de cada representante e suas explanações que auxiliarão na solicitação de mais recursos e ações efetivas para que nos próximos anos a situação registrada este ano, com aumento expressivo de queimadas, não se repita.

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Veja o Vídeo Abaixo: Deputado Neném Almeida mais uma vez voltou a falar do Cadastro de Reserva da Polícia Civil que aguarda sua convocação desde 2015, ao adotar esta causa como bandeira de luta, o deputado vem cobrando frequentemente, que o governador Gladson Cameli se manifeste e cumpra sua promessa de campanha que ele fez em convocar os mesmo. O parlamentar afirmou que o governador Gladson Cameli cometeu crime de campanha quando assinou um documento dizendo que se eleito fosse (e foi), chamaria o cadastro de reserva da Policia Civil (e não chamou).

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Casa do Artesão do Vale do Juruá Luiz de Melo é reinaugurada em Cruzeiro do Sul

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Na noite de sexta-feira, 15, foi realizada a reinauguração da Casa do Artesão do Vale do Juruá Luiz de Melo. O Projeto de revitalização contou com o apoio da Prefeitura de Cruzeiro do Sul, da Associação dos Artesãos do Vale do Juruá (ASSAVAJ), da Master Ideias, do Sebrae e a execução ocorreu por meio da Fundação do Banco do Brasil “Reciclar para Viver”.

O espaço cultural é administrado pela Associação dos Artesãos do Vale do Juruá, que tem 42 associados, sendo uma marca de referência nacional e internacional.

A presidente da associação, Nilma Nascimento, e a vice presidente, Rosa Ribeiro, contaram durante o evento sobre o trabalho que é desenvolvido e endossaram sobre a sua felicidade em ver o local sendo revitalizado.

A secretária de turismo e empreendedorismo Gleiciane Cruz relatou que esse projeto surgiu para proporcionar um destaque ainda maior para o trabalho que já é realizado.

“Esse é um trabalho que ficou muito bonito, destacando o trabalho dos nossos artesãos e também a forma estrutural. Aqui tem pinturas que trazem a imagem dos nossos pontos turísticos e só temos a agradecer o apoio de todos que nos ajudaram para tornar isso possível,” disse a secretária.

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O Gerente do Banco do Brasil Sérgio Miranda relatou que foi uma honra poder participar do projeto.

“Através do Banco do Brasil e Fundação conseguimos incentivar essa integração social que é almejada por muitos, sendo um projeto que pode ser feito por diversos lugares no país, desde que obedeçam aos requisitos,” frisou Sérgio.

O Deputado Nicolau Júnior, que também esteve presente no evento parabenizou a ação. “Esse é um projeto muito bonito, que vem a ajudar os nossos artesãos a ganharem cada vez mais destaque, parabéns a todos pela iniciativa”, pontuou ele.

O prefeito Zequinha Lima agradeceu o apoio das instituições parceiras.

“Hoje não conseguimos realizar nada sozinhos, sempre precisamos das instituições parceiras, então esse projeto é a junção de esforços que deu um excelente resultado para os nossos artesãos com esse espaço para exporem seu trabalho”, destacou ele.

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Veja o Vídeo Abaixo: Vereadora Neiva Badotti solicita do secretário de Ação Social providências sobre as crianças Haitianos que fica na ponte todo os dias pedindo dinheiro, e que o Poder Público proporcione dignidade para essas crianças. Neiva solicita também que seja encaminhado um oficio para a gerente do hospital para saber se chegou algum saco funerário doado pela prefeitura, comprado com o dinheiro do covid, e que solicita que seja agendado novamente a reunião com a secretaria de segurança pública do estado, para se tratar sobre o IML, pois a mais de 20 anos o problema se arrasta e até o momento nada foi resolvido.

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