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Marina Racha Com Correligionários Mineiros Do Rede Sustentabilidade

Com isso, a nota da Rede que desautoriza a nota de quarta da Rede foi mostrada a integrantes do PSB

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Com isso, a nota da Rede que desautoriza a nota de quarta da Rede foi mostrada a integrantes do PSB

RANIER BRAGON

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Um dia depois de a Rede Sustentabilidade em Minas Gerais divulgar uma nota atacando a articulação eleitoral do aliado PSB no Estado, a cúpula nacional do movimento liderado por Marina Silva soltou no final da tarde desta quinta-feira (23) nova nota se desvinculando da posição dos correligionários mineiros.

De acordo com a nota desta quinta –que foi divulgada pela mesma assessoria de imprensa que havia distribuído o comunicado de ontem–, a direção nacional da Rede considera que “o posicionamento sobre os palanques estaduais ainda está em discussão” e que a posição de ontem é apenas “a manifestação de filiados de Minas Gerais”.

Os aliados de Marina em Minas defenderam na quarta-feira a ruptura com o PSDB do senador Aécio Neves e o lançamento de uma candidatura própria, a despeito de o PSB fazer parte do governo tucano no Estado e negociar apoio ao nome que será escolhido por Aécio.

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O comunicado causou insatisfação no comando do PSB, já que o governador Eduardo Campos (PE), pré-candidato do partido à Presidência, vem alimentando uma relação amistosa com Aécio. Os dois são hoje os principais candidatos de oposição à tentativa de reeleição de Dilma Rousseff.

Com isso, a nota da Rede que desautoriza a nota de quarta da Rede foi mostrada a integrantes do PSB nesta quinta mesmo antes de ser divulgada à imprensa.

Apesar de se desvincular da posição dos colegas mineiros, a Rede afirma na nota que é “sua prioridade a definição de candidaturas que reflitam seus valores e princípios e reforcem o projeto nacional da aliança com o PSB.”

Desde que anunciou a adesão ao projeto presidencial do PSB em outubro, Marina vem discutindo com Campos as alianças nos Estados, mas há divergências sobre o rumo a seguir nos principais, entre eles São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. 

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Professora Zilmar, de Bujari publica frase que representa um preconceito existente contra o povo negro

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“De nada adianta roupa branca, amarela, colorida, se sua energia for PRETA”.

A frase acima é de uma postagem, via imagem, realizada pela Professora Zilmar, Coordenadora Pedagógica do Núcleo de Educação da Cidade do Bujari. Por qual motivo essa frase representa um preconceito existente contra o povo negro?

Primeiramente, é inadmissível na República brasileira qualquer tipo de postagem preconceituosa, muito menos quando vem de uma professora do ensino médio, função nobre e importante para a educação do país.

A frase que a professa Zilmar postou carrega um preconceito secular contra o povo negro, resquício do processo de escravização desse povo. O texto remete uma interpretação de que a anergia preta é ruim, o que advém da compreensão de que tudo relacionado ao negro é ruim. É um estereótipo preconceituoso por rebaixar a condição humana de pessoas pretas.

Há ainda quem vai dizer que isso não passa de brincadeira, portando, seria uma tentativa de normalizar uma conduta preconceituosa a partir do humor.

O professor Adilson Moreira em sua obra Racismo Recreativo nos revela que essa brincadeira preconceituosa é uma forma de política cultural que utiliza do humor como veículo de hostilidade racial, o que compromete a reputação de minorias raciais ao referendar práticas discriminatórias em todos os aspectos da vida social, o que acarreta em perdas de oportunidades para as minorais raciais.

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Ainda segundo o autor, o papel do racismo recreativo é o de mascarar a hostilidade generalizada em relação as minorias raciais, reafirmando a suposta superioridade e ao mesmo tempo manter uma imagem de pessoas que não são racistas, o que é referendado pela narrativa tradicional cultural da democracia racial.

Nesse sentido, brincar com a questão racial de maneira a inferiorizar as pessoas atingidas pela brincadeira é crime de racismo, inclusive com uma condenação recente no Tribunal de Justiça do Acre. No acórdão, o relator destacou que o estereótipo da foto – pessoas de pele negra e cabelos tingidos – é assemelhado a bandidos ou, conforme suas próprias palavras, “assaltante” e “vagabundo”. Dessa forma, considerou clara a intenção do réu de ofender o grupo de pessoas, “inclusive com dolo específico de praticar a discriminação e o preconceito de raça utilizando meios de comunicação social”, condenando-o pela prática do crime previsto no § 2º, do artigo, 20 da Lei n. 7.716/891.  

Por fim, pode-se dizer que um dos fundamentos da República Federativa do Brasil é o princípio da dignidade da pessoa humana, o que significa dizer que não é aceitável em nosso convívio social condutas discriminatórias, sejam raciais ou não. Outrossim, o nosso pacto político definido na carta Magna consagrou o princípio da não discriminação no campo dos direitos fundamentais. Então, racismo recreativo é crime, o preconceito racial é crime, tais condutas de forma alguma podem ser toleradas em nossa sociedade.

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Mais respeito por nossa Constituição. Mais respeito ao povo negro que secularmente teve seus direitos mais elementares cassados e ainda hoje sobre preconceito e discriminação.

Por Charles Brasil, Advogado e doutorando em direito Constitucional pela Universidade de Brasília (UnB).

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Veja o Vídeo Abaixo: Em meio a maior crise do sistema de transporte coletivo dos últimos tempos, a população de Rio Branco vive um dilema e acorda todo dia sem saber se terá ônibus passando em sua região. O prefeito Tião Bocalom tentou amenizar o problema repassando R$ 2 milhões e quatrocentos mil para as empresas quitar os débitos com empregados, acordo não cumprido e que foi um dos motivos para a intervenção no setor.

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