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Marco Aurélio Mello teme impunidade e frustração

Marco Aurélio Mello teme impunidade e frustração em resultado final do mensalão

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Marco Aurélio Mello teme impunidade e frustração em resultado final do mensalão

Marco Aurélio Mello

Marco Aurélio Mello

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Publicado Por: Nahama Nunes

O ministro do Supremo Tribunal Federal (SFT) Marco Aurélio Mello afirmou nesta sexta-feira (13) no Jornal da Manhã, da JOVEM PAN , que haverá uma sensação de impunidade e frustração na sociedade caso a Corte decida admitir os embargos infringentes no processo do mensalão. 

“Eu costumo sempre citar um autor americano John Steinbeck*. Num certo romance ele termina apostando que quando uma luz se apaga é muito mais escuro do que se ela jamais houvesse 

sinalizamos a sociedade quanto à correção de rumos. Como eu disse ontem, para termos pelo menos para os nossos bisnetos um Brasil melhor. Agora, se admitidos os embargos eu já posso vislumbrar que cairão (configurações do crime de formação de) quadrilhas, cairão as cassações dos mandatos quanto a diversos acusados. Isso não será bom, gerará uma frustração”, disse o ministro.

“Eu costumo dizer que a divergência que maior descrédito causa para o judiciário é a divergência interna, é a divergência intestina. (…) Isso é muito ruim em termos de crença do cidadão em geral no judiciário e no Supremo Tribunal Federal. O Supremo avançou numa época que as instituições estão fragilizadas e obteve a confiança do povo brasileiro. Mas está a um voto de perder essa confiança”, completou. 

Mello votou contra os embargos infringentes que, caso sejam aceitos, obrigarão o STF a fazer novos julgamentos de 12 dos 25 condenados no processo. Com o parecer dele, a votação ficou empatada por cinco a cinco e a palavra decisiva caberá a Celso de Mello na próxima quarta-feira (18) – o decano, em entrevista coletiva após a sessão de ontem, deu a entender que o votará a favor dos embargos infringentes. 

“Com o empate e o tribunal dividido ele [Celso de Mello] terá o papel de fiel da balança. Evidentemente precisa guardar a Constituição da República e decidir de acordo com a legislação. Sabemos todos que essa é a primeira vez. Por isso, não há qualquer casuísmo. (…) Agora acaba a admissibilidade desses embargos contrariando o principio básico, que é o princípio do tratamento igualitário (…) Vamos aguardar a palavra do nosso Celso, que ele traga o remédio, o remédio verdadeiro que possa desaguar na preservação da ordem jurídica e no atendimento dos anseios da sociedade”, ressaltou.

Se a Corte acatar os recursos, um novo ministro será escolhido para relatar a nova fase do julgamento, e os advogados terão 15 dias, após a publicação do acórdão (o texto final), para apresentar os recursos. Joaquim Barbosa e Ricardo Lewandowski, relator e revisor da ação penal, respectivamente, não poderão relatar os recursos.

Dos 25 condenados, 12 tiveram pelo menos quatro votos pela absolviação: João Paulo Cunha, João Cláudio Genu e Breno Fischberg (no crime de lavagem de dinheiro); José Dirceu, José Genoino, Delúbio Soares, Marcos Valério, Kátia Rabello, Ramon Hollerbach, Cristiano Paz e José Salgado (no de formação de quadrilha); e Simone Vasconcelos (na revisão das penas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas). No caso de Simone, a defesa pede que os embargos sejam válidos também para revisar o cálculo das penas, não só as condenações.

* Diferente do que foi publicado anteriormente nesta notícia, o ministro Marco Aurélio Mello cita o autor John Steinbeck, e não o diretor de cinema John Stalberg. A informação foi corrigida às 10h54.

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Veja o Vídeo: A pior gestão para o produtor rural é a da prefeita Fernanda Hassem, diz Vereador Reinaldo Gadelha

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O vereador Reinaldo Gadelha usou a tribuna para expressar o seu descontentamento com a gestão da prefeita Fernanda Hassem em relação ao modo como a gestão vem tratando o produtor rural, segundo ele, esta é a pior gestão que já teve para o homem do campo, pois faltam incentivos e apoio para o produtor.

Reinaldo destaca que acompanha a política de Brasileia desde o ano de 2000 e durante todo esse tempo, o produtor rural até a gestão do ex-prefeito Everaldo recebeu incentivo da prefeitura e com isso os produtores produziam e essa realidade mudou quando a prefeita Fernanda Hassem passou a ser prefeita, pois desenvolveu uma gestão que não atende as necessidades dos colonos.

O vereador relembra que na gestão do ex-prefeito Alvanir, os colonos puderam ter açude, mesmo aqueles que eram oposição a ele. Alvanir não fazia distinção de ninguém e muitos produtores foram comtemplados do açude; Na gestão da ex-prefeita Leila Galvão, havia cinco tratores trabalhando na mecanização de terras e havia calcário para doar para os produtores rurais, 25 produtores de cada associação tinha direito a calcário incorporado a custo zero; A maior produção de grãos foi na gestão do ex-prefeito Everaldo, pois pegou uma base, já tinha calcário, incorporou o solo também a custo zero e Brasileia produziu.

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O parlamentar questiona o que Brasileia está produzindo agora, mesmo tendo R$ 12.000.000,00 (doze milhões de reais) a disposição no orçamento de 2022. O que chama atenção é que nas gestões passadas o recursos era bastante inferior se comparado com o atual e as gestões dava incentivo, e agora com esse montante, os produtores não tem apoio.

Quem conhece o vereador Reinaldo Gadelha, sabe que o mesmo é produtor rural e reside na Reserva Extrativista Chico Mendo, portanto a maior bandeira de seu mandato é a luta em defesa dos produtores rurais e da agricultura, por esse motivo é que o parlamentar fala com propriedade pois sente na pele o abandono que os produtores estão enfrentando.

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